24 Histórias Misteriosas e Assustadoras no Rio de Janeiro - Diário do Rio de Janeiro

24 Histórias Misteriosas e Assustadoras no Rio de Janeiro

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Foto de Tommaso Galli

O Rio de Janeiro pode ser a Cidade Maravilhosa e todos acham que já conhecem todos seus lugares e todas suas histórias pois não é bem assim, o Rio guarda muitos mistérios. Temos várias histórias de fantasmas em nossa cidade e, em clima de Halloween, cabe muito bem conhecer.

Em 1994 o JB fez uma matéria sobre fantasmas no Rio que comenta sobre prédios cariocas mal-assombrados. E algumas histórias no mínimo curiosas e assustadoras. Pois com o passar do tempo os leitores do Diário do Rio aumentaram as histórias. E você tema alguma?

  • O Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara dos Vereadores teria várias almas penadas já que no local onde ela foi construída haveria ruínas de uma capela que realizava cultos satânicos.
  • No prédio da Cândido Mendes (Centro) haveria até hoje um fantasma…
  • Na Fortaleza de Santa Cruz (Niterói) que serviu  de presídio durante o Golpe de 64, ouve-se gemidos e choros.
  • No Museu Histórico Nacional haveria existência de muitos fantasmas, o local é pesado, Tiradentes foi esquartejado em seus calabouços.
  • No Campo de Santana de madrugada aparecem fantasmas em um duelos. (Mario Fernandes)
  • No Bairro de Santo Cristo e Gamboa fantasmas perambulam em noites silenciosas. (Mario Fernandes)
  • No Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – UFRJ, no Largo de São Francisco: há vários boatos de aparições, especialmente entre os seguranças… (Luciana Campos)
  • O Campus da UFRJ na Praia Vermelha, onde parte da universidade é alocada, dividindo espaço com o Pinel. também há história da aparições de fantasmas. (Luciana Campos)
  • Na Caixa de Socorros Dom João VI – Centro – várias pessoas, inclusive de dia ouvem vozes lá… (Luciana Campos)
  • No Instituto Estadual de Dermatologia Sanitária – a colônia dos tuberculosos há fantasmas de antigos pacientes. (Luciana Campos)
  • No Hospital Pedro II – onde hoje se localiza o Museu do Inconsciente Nise da Silveira causa arrepios a muitos que o vistam (Luciana Campos)
  • Um hospital que pertencia à Santa Casa, em Cascadura.. estudei ali do lado por um pequeno tempo, e haviam vários relatos de aparições no local… atrás do cursinho tinha/tem um antigo cemitério, nas imediações do hospital! (Luciana Campos)
  • Na Rua 28 de Setembro,Vila Isabel… em noites frias e silenciosas costumam serem vistos fantasmas vestidos em trajes na antiga Boemia Carioca. (Mario Fernandes)
  • Na Casa de Duque de Caxias, costuma aparecer a imagem de Duque de Caxias perambulando pelos corredores (Mario Fernandes)
  • No retorno dos trens para Central do Brasil nas altas madrugadas. O fluxo de de passageiros no desembarque das estações não corresponde aos embarques. Tem até o caso de um trem que saiu de Sta.Cruz completamente vazio, não parando em estação nenhuma. Ao chegar na Central do Brasil as portas foram acionadas inexplicavelmente e desembarcaram Fantasmas devidamente vestidos à caráter da década de 20 e 30. (Mario Fernandes)
  • Na Ilha de Paquetá escravos eram submetidos a uma triagem, antes de vir para o Litoral. Sendo assim alguns deles ainda perambulam à noite pela Ilha na esperança de reencontrar “parentes” que ficaram na África ou que foram enviados para outro local. É uma penosa,e eterna frustação de uma espera. (Mario Fernandes)
  • No Hospital Psiquiátrico Pedro II no Bairro do Engenho de Dentro, ali à noite são ouvidos pelos vizinhos gemidos, e palavras sem sentidos. Longos discursos, longos debates com palavrões. Segundo conta-se ali muitas pessoas faleceram em eterno sofrimento e alienação mental.Nas grades são encontradas fantasmas à espera eterna de “visitas” dos parentes que os abandonaram naquele hospital até a morte. (Mario Fernandes)
  • Na Torre Almirante, construído nos escombros do edifício Andorinha destruído em um incêndio em 1986 com 21 mortos, durante a noite são vistas e ouvidas assombrações, vítimas do incêndio.
  • Na Pedra da Gávea tem quem veja durante a noite luzes sobrevoando a Cabeça do Imperador, além de vultos luminosos no platô, seria um dos guardiões da pedra.
  • Há histórias de um Opala Preto que persegue carros na noite do Rio. Ele pertence a um certo Ubiratã Carlos de Jesus Chavez, conhecido bandido na década de 1970, usava um antigo Opala em suas fugas. Certa vez, no entanto, ele entrou em um túnel, bateu o carro, mas não sobreviveu.
  • No Castelinho do Flamengo há história de moradores que não conseguiram ficar no local devido alegando ver ou ouvir coisas estranhas. Alguns deles até sentiam toques em seus corpos durante a noite. O espírito seria da menina Maria de Lurdes, que foi atormentada por um tutor após a morte dos pais lá
  • No Cais do Valongo, onde chegavam os escravos no Brasil vindos da África, muitos deles morreram ali. Até hoje se ouve o barulho de grilhões e correntes ao se caminhar pela região à noite.
  • No Teatro Municipal de Niterói os seguranças relatam homens muito altos andando pelo palco de madrugada.
Quintino Gomes Freire
Diretor de mídias sociais na Agência B5, palestrante, publicitário, Defensor do Carioca Way of Life e Embaixador do Rio. Começou o Diário do Rio em 2007 e está a frente dele até hoje o levando ser um dos principais portais sobre o Rio de Janeiro.
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