Cinema, Polícia Militar - 06/03/2009 - Publique no Facebook

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400contra1 Acabei de ler no Diário de um Policial Militar sobre o filme 400 contra 1, filme o qual retratará o surgimento do Comando Vermelho e que provavelmente retratará os bandidos de uma forma carinhosa e o CV como um grupo de camaradas leais um com os outros.

As filmagens começaram agora em janeiro, e neste exato momento a equipe de gravação está em Ilha Grande, o lugar paradisíaco do Rio de Janeiro que abrigava o presídio onde tudo começou (você pode acompanhar o trabalho da equipe pelo blog oficial do filme). No Instituto Penal Cândido Mendes, mais conhecido como Presídio da Ilha Grande, mais precisamente na galeria B, presos políticos (o país estava na didatura militar) foram misturados aos presos comuns. A interpretação oficial da história diz que essa mistura proporcionou aos criminosos comuns uma organização jamais vista antes.

Trecho retirado do Diário de um PM.

Logo agora que houve uma diminuição no endeusamento aos criminosos e a imprensa tinha parado de falar o nome de cada facção que existe em nossa cidade!

 

E como o Alexandre perguntou no post (que vocês devem visitar), respondo: Achei uma palhaçada!

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4 comentários

  • Rafael Oliveira disse:

    Eu acho incrivel que um filme americano termina sempre com a bandeira dos EUA e um hino de exaltação ao país.

    Enquanto no Brasil, é exatamente o contrario, cria situações ridiculas, exageram certos casos e no final tentam ‘infamar’ a própria nação…

    [Reply]

  • Luciano Bitencourt disse:

    Sou fã do Rio de Janeiro (devo ser filho espiritual da cidade). Estive aí no Carnaval. Estava com a minha família numa das praias badaladas da Zona Sul. Tudo certo, tudo bem, de repente chega um grupo de 30 pessoas – 90% homens. Desde o início, ficou nítido que se tratava de uma facção, ou algo do gênero (os cabelos pintados iguais, o comportamento, a proteção exagerada a um membro do grupo…). Eles tomaram conta do pedaço. No mar, o jacaré era deles, na areia, além das brincadeiras típicas de moleques de 18 anos, um super baseado a ser medido com fita métrica. Praia cheia, não podíamos nos dar o luxo de procurar outro lugar (barracas, cadeiras, tudo muito disputado). E ali ficamos, indignados, mas transmitindo a maior tranquilidade à família. Pois bem, te pergunto: o que diferencia aqueles garotos de qualquer outro grupo de 30 pessoas? É a malandragem, a arte de lutar, o sangue nos olhos? Não. Ali eu, como qualquer outra pessoa, não se sentiria initimidado se não fosse uma questão primordial: armas. Descalços, só de bermudas, somos todos iguais, mas contra um AR-15, meu Deus, não sou louco de enfrentar ninguém. E pra que não fique caracterizado como preconceito a minha opinião, coisa que abomino, o exemplo vale também para lugares como o Pará, onde a justiça ainda é feita na bala. Ainda conversaremos muito sobre violência, drogas e segurança aqui nessa “Ágora”. no entanto desde já eu deixo a minha linha de raciocínio: “não podemos desviar o foco dessa situação para o usuário, o traficante, a justiça ou a polícia.” É o mesmo que jogar a poeira pra debaixo do tapete, pois o cerne estar apontando sempre pra mesma direção: armas. Com o CV, não é diferente. O resto (comunismo, guerrilha…) é conversa pra roteiro de cinema.

    [Reply]

  • John disse:

    Não são de facçãos não,
    são os “favelados”, ou o povo da “comunidade”.
    Se acham, é impressionante. ¬¬

    [Reply]

  • John disse:

    A ta, terminei de ler.
    Tenho que parar com essa de comentar antes de terminar de ler, péssimo isso. ¬¬
    UHASUHSUSAHU

    [Reply]

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