André Delacerda, História, História do Rio - 06/07/2009 - Publique no Facebook

Publicidade

Por André Delacerda

Electra1 Os anos se passaram, a modernidade das aeronaves chegou, o Santos Dumont passou por reformas, companhias aéreas tradicionais se foram para tristeza e saudades de nos cariocas.

 

Quem não se lembra do orgulho nacional a Varig, ou de sua subsidiária que levava uma referência do Rio em seu nome, a Rio-Sul. Só restaram lembranças dessas voadoras que riscavam os céus do Rio para São Paulo e vice-versa com seu balé aéreo, movimentando o que foi a primeira ponte-aérea do mundo. Os anos se passaram e muita coisa mudou na cinquentona que perdeu seus traços originais.

De 6 de julho de 1959 quando foi lançada pelo consórcio das companhias Varig, Cruzeiro do Sul e Vasp, a Ponte Aérea além de não contar com suas fundadoras, perdeu também a sua estrela principal, o charmoso Electras que faziam o percurso em 50 minutos e tinham a capacidade para 89 passageiros.

 

No que tange os preços a Ponte Aérea também mudou, antes os valores eram padronizados, não havia uma concorrência das companhias, já que era um consórcio com vôos escalonados, e também havia um item importante, o passageiro que comprasse um bilhete da Ponte Aérea poderia usar em qualquer umas das concorrentes, e em caso de perca do vôo, não pagava multa, poderia seguir no vôo próximo.

 

Quem sabe um dia não possamos ver resgatado os traços originais da Ponte Aérea, as tarifas melhorem. E quem sabe também, uma aeronave Electra não possa voltar ao Santos Dumont como equipamento para vôos turísticos. Fica aqui a sugestão.

Compartilhe no Orkut!

Posts Relacionados:

  1. Um Rio de 445 anos de história
  2. Quarenta anos do Plano Piloto da Barra
  3. 40 anos de O Pasquim

Publicidade

2 comentários

  • Daniel Guimarães disse:

    Saudade do Electra… Eu voei várias vezes nele até 91 quando tiraram ele da linha…
    Mas essas coisas ficaram só na saudades. O mundo mudou e não tem muito como voltar atrás.
    O Electra só poderia voltar mesmo para vôos turísticos e exóticos.

    Temos que ver que com os jatos vamos e voltamos de SP em 35 minutos. E no mundo de hoje, isso faz diferença…

    [Reply]

  • André Delacerda disse:

    Daniel,
    Com certeza, a idéia so seria ter uma aeronave dessas para vôos turísticos. E a volta do consórcio de companhia para operar, sendo que a passagem com validade para todas. No mais as aeronaves atuais, mais rápidas são ótimas.

    [Reply]

Deixe o seu comentário

Adicione o seu comentário e participe da discussão

Os comentários não refletem a opinião do Blog Diário do Rio. Comentários que contenham palavras de baixo calão, ofensas desnecessárias, que sejam apenas agressivas ou que saiam do propósito do post serão sumariamente deletadas.

Se quiser ter um avatar nos seus comentários usamos o Gravatar.

Submarino.com.br