Feijoada? Que nada, o verdadeiro prato ícone carioca é o Biscoito Globo. Feijoada você consegue comer em qualquer lugar do mundo, mas o Biscoito O Globo só no Rio de Janeiro mesmo. É parte da cultura carioca e o vendedor deles da paisagem carioca.
Seja na praia ou no engarrafamento. Inclusive, no texto sobre “Ser Carioca” fala do biscoito:
Usar os engarrafamentos para comprar biscoito Globo e apreciar a paisagem.
E até nos “Momentos Históricos do Rio de Janeiro” compilados pela Veja Rio, está lá o Biscoito Globo. No texto “Carioquices” do André Delacaerda, também está lá. Até item de decoração já é…
De acordo com o site do Biscoito Globo, a história teve início no ano de 1953 quando os irmãos Milton, Jaime e João Ponce, em virtude da separação dos pais, foram morar com um primo que possuía uma padaria no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Os irmãos aprenderam a fazer biscoitos de polvilho com o primo, os quais eram vendidos nas ruas da capital paulista.
Em 1954, aproveitando o grande contingente de um congresso eucarístico no Rio de Janeiro, os irmãos Ponce resolveram vender seus biscoitos na capital carioca. Com base no sucesso das vendas os irmãos Ponce anteviram que, dadas as características do biscoito, o Rio de Janeiro seria o mercado ideal para seu produto.
O biscoito de polvilho foi batizado com o nome Globo, homônimo à padaria para a qual foram contratados, localizada em Botafogo. Iniciava-se então a história dos famosos biscoitos de polvilho. O ano era 1955 e os biscoitos eram vendidos nesta padaria e em mais sete outras, dos mesmos proprietários.
Notando a grande demanda pelo biscoitos, os irmãos Ponce passaram a vender o produto para outras redes de padarias e em 1963 formaram sociedade com um português, expert em pães, o Sr. Francisco Nunes Torrão, que se mantém até hoje. Esta nova empresa foi denominada oficialmente Panificação Mandarino Ltda.
Hoje no Twitter do @Arouca vi um link para a história do Biscoito O Globo, na verdade, um vídeo do Video-reporter Rogrigo Leitão. Em que mostra a fábrica do biscoito, vendedores e cariocas. Veja:
Foto: Matando as saudades do que nunca ficou longe… por Ana Rangel

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Grande matéria…
Memórias de uma época boa de praia, com biscoito Globo e Matte natural.
Agora… Coitado de quem vende… toma logo um “Choque”.
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[...] This post was mentioned on Twitter by JOSE RAND and Havaianas. Havaianas said: Olha o que saiu no Diario do Rio: História do Biscoito Globo" Carioquíssimo!! :http://diariodorio.com/a-histria-do-biscoito-o-globo/ [...]
Fabrizio,
verdade…
[Reply]
[...] A história do Biscoito O Globo – Diário do Rio de Janeiro [...]
Eu tenho uma prima q mora em botafogo
gostaria d encontrá-la. Francisco
brasilia-df. O pai d minha prima
cleinha é o Alberto caxias-ma
[Reply]
Esta reportagem e a cara do povo brasileiro guerreiro,dinamico,criativo e determinado!!!!!!!!!
[Reply]
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Se há algo que a incompetência de Sergio Cabral, a inabilidade de Lula e a vontade de aparecer de Ibsen Pinheiro causou foi trincar o pacto federativo, ou seja, o Brasil como nação. Nunca antes na história do Rio de Janeiro, ao menos a recente, se ouve nas ruas tanta gente falando de secessão, ou melhor, de independência que salvou você e eu quase ninguém conhece a expressão.
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