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De acordo com matéria do Globo Online a Linhas Aéreas Azul obteve ontem uma decisão liminar permitindo que ela passe a operar em Santos Dumont. A companhia que pretendia ter uma sede no Rio de Janeiro sofre uma séria resistência do Governador Sérgio Cabral que diz que se a Azul começasse a operar no Santos Dumont e não no Galeão enfraqueceria este último. Vai entender o motivo real do governador.
O válido é que agora o Rio poedrá contar com mais uma linha aérea e concorrência é sempre bom.

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Não devemos ver isso como uma vitória de uma empresa privada e nem como uma derrota do nosso governo estadual ou do Governador Sérgio Cabral, devemos encarar isso como uma vitória para o Rio que terá mais opções de voos já que continua ao aeroporto o embargo a aviões de certos portes que continuarão a operar em nosso galeão.
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Espero que o Galeão seja privatizado pois ele tem muito mais atrativos que o Santos D. o pupilo aeroportuario do rio só ganha no fato da localização. Com o galeão privatizado teriamos uma melhora de serviço e uma competição saudavel em que quem ganharia era o carioca com mais voos e menores preços.
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Podem ate voar pelo Santos Dumont, mas bem mais caro.
O ICMS para toda e qualquer empresa que resolva voar pelo Santos Dumont, contrariando orientacao do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, sera majorado em 450%. Isto mesmo! De 4% no Tom Jobim para 18% no Santos Dumont.
Parece que no final o Rio ainda vai ganhar uma boa bufunfa em cima dos rebeldes.
Por esta eles (ANAC e AZUL) nao esperavam.
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A Azul nunca pretendeu ter sede no Rio de Janeiro. Foi uma vitória do lobby de Barueri, muito bem orquestrado por Gianfranco Beting, pessoa que nutre grande desafeto pela cidade.
É lamentável o fato de a imprensa e este blog estarem enfeitiçados pela Azul, quando o único obejtivo dela é desestabilizar a malha aérea da cidade de forma a se inserir no mercado, abocanhando, de cara, uma grande fatia dele, ou seja, esse efeito de concorrência que todos envocam será somente no inicial. Logo bem estabelecida, os efeitos da concorrência cessarão até que o Galeão ganhe escala novamente, ou seja, só evoluiremos daqui muitos anos, quando o mercado estiver estabilizado.
Quando medida semelhante foi tomada em Dallas, foi exigido oito anos de prazo para que a liberação seja feito, ou seja, uma liberação aprovada em 2006, só terá efeito em 2014. Isso é planejamento, o que está sendo feito aqui é em detrimento da economia da Cidade do Rio de Janeiro.
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Concordo com a abertura do Santos Dumont. O Aeroporto do Galeão é horrível, principalmente o TPS1. O elevador nao funciona, a esteira nao funciona e o aeroporto de modo geral, é bem desorganizado.
Tive a infelicidade de voar para os EUA com a TAM, no voo GIG-JKF, nao por culpa da empresa aérea, mas pela estrutura do Galeão.
De madrugada, os seguranças e alguns funcionários ficam dormindo, espalhados pela praça de alimentação.
Como o governo estadual quer aumentar o número de vôos/passageiros neste aeroporto? Fiquei esperando incríveis 30 minutos para que colocassem a escada na porta do avião (nao os fingers), isso porque o operador da escada ficou discutindo com o comissário de bordo e o piloto se a escada estava alinhada ou nao.
Outra coisa, as esteiras de bagagem estão em péssimo estado. Um funcionário da TAM teve que trazer as malas nas mãos para evitar que eu perdesse a conexão, visto que vinha de GYN.
Por último, a limpeza do GIG está lamentável.
Eu, brasileiro, acostumado com estas coisas, fiquei indignado com o estado daquele aeroporto. Imaginem a impressão de um turista ao desembarcar no Galeão?
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Qual o problema de enfraquecer o Galeão? Jé é tão mais forte que o Santos Dummont mesmo…
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Andam dizendo que se a Azul fosse Verde não teria tanto problema…
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A Abertura sempre é boa, brasileiro adora comparar cidades nacionais com cidades dos EUA, então, NY tem 2 aeroportos, um no estilo SDU que faz voos regionais, nao apenas uma rota, mas varias, e um internacional. O internacional faz algumas rotas nacionais ( em especial as de conexao com os voos internacionais ) e os internacionais, nunca foi um problema para eles, pq seria para nos cariocas? Não entendo essa do galeão se esvaziar, ele fica vazio pq é facil ter monopolio, como nao tem saida seja como for vc vai usar, agora q aparece uma oportunidade de termos 2 aeroportos abertos, privatizarmos um e termos uma competicao que só ira beneficiar o carioca o nosso governo vem com essa de cobrar mais? Estamos ajudando a Azul ou protegendo demasiadamente a TAM E GOL que nunca mostraram tanto interesse pelo rio desde que a AZUL apareceu.
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Absurdo é aceitarmos um aeroporto moderno e com espaço para novos voos sem sobrecarga ao mesmo enquanto somos obrigados a usar um que sismam de manter em péssimo estado! Se o governo ainda mantivesse o Galeão um brinco, um exemplo de aeroporto no país eu calava a boca mas não é o caso, fica o SDU totalmente reformado basicamente só servindo a são paulo e nós cariocas indo para SP fazer conexao ou indo pro LIXO do GIG.
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” Cabral argumenta que os voos com destino às grandes cidades, partindo do Santos Dumont, prejudicam o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), que precisa ser fortalecido porque é importante nos projetos estaduais para a Copa do Mundo e para a sediar as Olimpíadas de 2016.
“O Rio de Janeiro ainda é o principal portão de entrada do Brasil, mas perdeu ao longo dos anos muitos voos internacionais diretos. O esforço do Rio nesses dois anos e dois meses de governo foram exatamente de retomar esses voos e o Rio de Janeiro voltar a ter o prestígio internacional com as linhas diretas”, afirmou Cabral.
A ideia dele é que o aeroporto internacional do Rio volte a ser um hub – um distribuidor de voos -, como acontecia na década de 80. ”
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1027577-5606,00-CABRAL+JA+ADMITE+DISCUTIR+COM+ANAC+NOVOS+VOOS+NO+SANTOS+DUMONT.html
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O que vai acontecer nesse episódio é que o governador vai tentar fazer uma quebra de braço com a Anac, é que no final o Rio que sairá perdendo.
Porque se a a Anac e a Infraero que não tem uma boa visão do governardo, vide caso da privatização do Galeão, sofrer represarias, a Anac vai tentar favorecer os aeroportos paulistas ainda mais, vai tentar quem sabe dificultar autorização de novos vôos para o Rio e quem vai se fortalecer é São Paulo.
Anotem isso.
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Nao creio. O Governo Federal ja decidiu privatizar o Galeao (INFRAERO e ANAC ja acataram a decisao). A INFRAERO ja anunciou investimentos de R$ 400 Milhoes no Galeao mesmo sabendo que ele sera privatizado. O Governo Federal quer as Olimpiadas de 2017 no Rio tanto quanto o Estado do Rio e a Prefeitura. Ja anunciaram investimentos de quase R$ 20 Bilhoes para as Olimpiadas. A Copa do Mundo, ja decidida no Brasil, tera o Rio como uma das cidades sede (mais alguns milhoes em investimentos estao a caminho). A cabeca dessa Solange nao vale isto tudo. Ela nao esta com essa bola toda. E mais facil ela cair do cavalo. Alem do mais o Cabral foi ELEITO por milhoes e o PAES tambem. Ja ela…
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Uma coisa são investimentos, e a outra são autorizações para vôos. São coisas bem distintas. O certo é que sempre foi uma grande caixa preta no Brasil a autorização para vôos relugares e charters, bem como, o rateio da malha aérea.
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Ahn? Autorização de voo e rateio de malha aérea é uma das poucas coisas transparentes e você chama de caixa preta?
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Deem uma lida nesse site:
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=820768
Quem tá forçando a barra, através de um lobby brabo é a Azul. Portanto galera, vamos nos informar melhor antes de soltar os cachorros
O TPS1 do Galeão já está em reforma e assim que a obra dele ficar pronta, será iniciada a construçao do TPS3.
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A caixa preta vem do finado vivo DAC.
Quanto a autorização de charters, no Brasil é estranha, muitas empresas estrangeiras inclusive reclamam. Charters para o Caribe, oriundos da EU e US operam mais facilmente que em ceús brasileiros, devido legislação.
Quanto a malha parece atender só ao interesse de algumas partes do setor. Pelo que já ouvi falar, existem rotas que poderiam voltar a ser operadas, mas que não facilitam. Conheço boas rotas que operavam, GIG/VIX/Nordeste, que a muito custo demoraram a ser liberadas para empresas novatas, porque parecia que iam abrir uma concorrencia que as demais não queriam.
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O fato de uma pessoa ser eleita não a faz capacitada a entender certos pontos. Nunca vi nem o Paes nem o Cabral fazendo algum curso sobre aviação pra ficar palpitando nesse tom, parecendo um vira-lata que perdeu seu bife, ridículo!
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Cabral abriu bem a boca para falar mal de uma empresa nova, que está gerando empregos e inicialmente tinha escolhido o rio como sua central, mas como o cabral, que tanto fala dos paulistas, foi rosnar e acaba meio que protegendo 2 empresas aéreas, gol e tam, que curiosamente são de onde? São Paulo. Elas tem o filé e não querem dividir com ninguem, e ainda nos tratam como lixo, depois só faltam cobrarem pelo tempo que nós os fazemos disperdiçar… O Galeão é vazio porque ao invés de tornarmos o GIG interessante ficamos piorando os outros, assim quem perde é o rio. Devemos ter uma competição justa, com os 2 aeroportos abertos e várias empresas aereas trabalhando em ambos para assim o carioca sair ganhando. E que nosso governador viajante pare de rosnar com babaquice e comece a se preocupar com a segurança pois enquanto ele rosna por um aeroporto que também é subutilizado (SDU) pessoas são jogadas no penhasco da Niemeyer por bandidos drogados…
[Reply]
João você tocou em um tema interessante. Eu penso também que a segurança é algo muito importante para o Rio, mas que ficar brigando com cia aérea.
Conheço muita gente que evita os vôos noturnos ou até mesmo chega lá antes que a noite adentre de fato, por causa do medo de trafegar na Linha Vermelha. Isso prejudica o Galeão. Tenho amigos que vem da Europa que chegaram na madrugada ao Galeão e preferiram ficar no aeroporto ao inves de pegar um ônibus ou taxi, porque já em seus países mandavam ter cuidado ao sair do Galeão. Então a temática segurança é algo que deve ser vista como algo que prejudica os avanços no Galeão. Que adianta se investir em novos terminais, e o acesso ser uma interrogação. Ou melhor uma insegurança. Já que ocorrem fechamentos na Linha Vermelha, etc…
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Joao, a Azul nunca planejou ter sede no Rio de Janeiro.
André, você acha que reduzir movimento traz mais segurança?
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André, problemas bilaterais são uma outra história. Você nem sabe as condições acordadas neles para saber as razões uma ou outra dificuldade.
Sobre voos domésticos, não existe qualquer restrição. Todas ganham o que pedem, inclusive charters. Se não existe aquele voo ou outro mais é por puro desinteresse das cias. aéreas ou mesmo por grandes mudanças no setor de operadores e agentes de viagem.
[Reply]
William, eu não falei que reduzir movimento traz segurança. Falei que a falta de segurança é um dos fatores que podem dificultar o interesse pelo Rio em algum momento.
Há tempos operadores europeus de charters reclamam que existem dificuldades para se obter a autorização de vôos para o Brasil.E que é mais facil uma autorização para pousar em San Martin do que no Nordeste ou em outra parte do Brasil.
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Sim, mas eu disse para você que existe um acordo bilateral com o país de origem do voo, e ele tem de ser seguido, além disso, todos os estrangeiros reclamam da burocracia brasileira. Por exemplo. a TAM tem um B767 parado em Porto Alegre sem uso desde novembro, pois não consegue que o lessor prove a origem de alguma peças trocadas durante a manutenção, ou seja, a ANAC não exige só que a aeronave esteja nos conformes operacionais, mas também que as peças tenham comprovação de origem para provar que são originais etc.
Caixa preta não é… A ANAC tem aquelas listas enormes de exigências como qualquer repartição pública brasileira.
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Os acordos bilaterais são para vôos regulares, os charters deveriam ser mais flexiveis, porém não são em muito dos casos.
Especialistas do setor aéreo e o trade turístico a que já ouvi em entrevistas na tv e revistas falam que alguns interesses são superiores as listas de exigências, que por certo deve haver. E isso vem desde do finado DAC.
[Reply]
Não são, senão vira bagunça.
Ai ai…mostre um caso concreto que a gente conversa…
[Reply]
William, fui verificar e encontrei perdido pela internet várias citações onde se diz até que Lula e Cabral faziam um certo lobe e que a azul cogitava usar o Rio como sede, podemos então falar que essa discussao sobre o SDU pode sim ter feitos os mesmos inclinarem para outro lugar. Pois para uma empresa que teria o SDU como HUB ideia inicialmente defendida pela AZUL, ter uma sede em SP não faz o menor sentido.
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E quanto ao avião TAM parado, eu acho até bom de certa forma essa preocupação com a procedência das peças pois é mais barato um avião não voar do que acontecer um acidente aéreo por culpa de peças vagabunda (não duvido nada que se fosse totalmente liberado que TAM e GOL usariam peças vagabundas para baratear as passagens). Agora, podia ser menos burocrático, mas acho importante a preocupação por um lado. Sei que pode ter também o lado de tirar mais um trocado da empresa mas julgo minha vida mais preciosa que um avião, pois mais caro, avançado e necessário que seja.
[Reply]
Outra coisa William, relendo meu post, eu não disse que a sede da azul seria no rio, e sim sua central, seu HUB e todos sabemos que eles queriam o SDU como seu HUB, a não ser que todos os meios de comunicação tenham mentido era essa a notícia.
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Como já disse, Joao, isso não procede. A Azul tinha planos, sim, de fazer o SDU seu hub, porém ela contava com outros favores para atingir isso, pois uma vez liberado o aeroporto, seus slots seriam ocupados por todas as cias. aéreas, tornando uma tentativa de hub da Azul ineficaz, uma vez que não teria nem como crescer, pois já estaria engessada de cara.
O Cabral foi que tentou trazer a sede da Azul para o Rio. Há rumores de que ele teria até aceitado a liberação do SDU em troca da sede, mas a Azul não aceitou tal condição.
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Hummm, o que você diz eu realmente não tinha ouvido falar ainda, pessoalmente não sei se seria tão ineficaz a tentativa de HUB no SDU, mas isso, pelo menos pra mim, não justifica a resposta dada pelo Cabral quando a abertura realmente responde por votades que a população em geral tem. Se no mundo todo 2 aeroportos (um regional e pequeno e um internacional e enorme) podem coexistir, porque no rio tem que ser diferente? Eu só acho que essa liberacao veio para o bem e o mercado de aviação vai encher o SDU e da mesma forma como fez nos ultimos anos vai colocar os outros voos no internacional e as aéreas estrangeiras vao continuar aportando lá. Galeao privatizado vai fazer termos uma concorrencia interna ótima pois os serviços vao melhorar e assim vamos voltar a concorrer com os aeroportos de SP que concentram hj grande parte dos voos internacionais de todo o brasil.
[Reply]
Joao, a questão é que, quando a sua atratividade é prejudicada, existe a necessidade de concentrar para concorrer, ou seja, estamos juntando forças no Galeão para combater a força de Guarulhos e Congonhas.
Se você pesquisar sobre o aeroporto de Dallas-Fort Worth, verá que ele nasceu da restrição. As duas cidades abriram mão de seus aeroportos centrais para que um novo e maior, no meio das duas, prosperasse. Inclusive, uma tentativa de regressão e liberação do aeroporto central de Dallas foi contornada cinco anos depois, ou seja, já são 35 anos de restrição bem imposta, que, no entanto, deixará de existir em 2014 quando completar 40 anos, mas somente porque o aeroporto de Dallas-FOrt Worth está saturado, sendo o sétimo maior do mundo em movimento de passageiros, ou seja um caso de sucesso que nunca teria sido atingido se não houvesse restrição.
Berlim, na Alemanha, está fazendo a mesma coisa, mas sendo ainda mais radical. Por estar chegando atrasada à concorrência entre aeroportos, uma vez que era uma cidade dividida, Berlim está acabando com dois de seus três aeroportos. Lembrando que Berlim sempre teve mais de um aeroporto mesmo antes da divisão. A cidade de Berlim tem consciência de que nunca terá escala suficiente para ter um aeroporto de peso se não concentrar seus voos, e isso vai acontecer assim que a expansão de Schönefeld terminar em 2012.
Munique teve a oportunidade de ter dois aeroportos, uma vez que construiu um maior que seu antigo, porém escolheu ficar com um só. O aeroporto central de Munique foi fechado e desmontado, tornando-se um gigantesco centro de congressos. A urgência de não se separar tráfego era tanta, que quase a mudança toda de aeroporto se deu em uma noite. Uma coordenação fantástica… Hoje, Munique é um grande hub europeu.
Milão é o grande exemplo para o Rio. Milão tem dificuldades de se estabelecer como grande hub europeu, uma vez que divide tráfego entre seu aeroporto central, Linate, e o maior, Malpensa.
Sabe aquela frase de guerra: “Divida e conquiste”? Pois é, é o que estão fazendo conosco, e há gente ainda que aplaude…
[Reply]
Ate que enfim alguem disse porque deve-se manter o foco no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Tom Jobim (Galeao) em palavras que qualquer pessoa possa entender.
Parabens Willian!
Uma outra coisa que eu esqueci de comentar e que o Aeroporto Santos Dumont so e interessante para a zona sul e para o centro da cidade. Para o restante da cidade do Rio de Janeiro (Zona Norte e Oeste), para a regiao metropolitana e para as demais cidades do estado do Rio de Janeiro e copletamente indiferente a existencia do Santos Dumont.
Para a esmagadora maioria da populacao do estado e da cidade do Rio de janeiro, o foco de estar na reforma e ampliacao do Tom Jobim )Galeao) e na transformacao deste, se possivel, em principal HUB do pais, como era ate a decada de 80.
[Reply]
Gostei da sua esplanacao willian. Agora, Marco, acredito que grande parte do movimento dos voos de dia de semana (os dias uteis) entre cidades nacionais sejam movidos por negocios, entao nada melhor que ser perto do centro e mentira essa de Zona sul, pois eu moro na zona sul e vou para o galeao fazer voos e nao vejo dificuldade porque alguem de outra “zona” veria em ir ao SDU uma vez que teoricamente ele escolhe o aeroporto que quer utilizar?
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Fora que para quem vem de fora da cidade do rio teoricamente nao faz diferenca qual aeroporto, uma vez que ele já andou tanto para chegar que um pouco mais, um pouco menos nao faz tanta diferenca.
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Na minha humilde opinião, sou contra a proibição de todos os voos entre estados que nao sejam da ponte aerea, até aceito a ideia de proibir uma gama de voos mas se pode a ponte aerea deveria poder fazer ligacoes importantes, deixe apenas voos rio-sp/bh/brasilia e pronto, o aeroporto vai ficar relativamente cheio e msm assim nao concentra todos os voos o que obrigaria grande parte das ligacoes (afinal sao paulo, BH e brasilia nao sao polos turisticos) e manteria grande parte dos destinos para o galeao e suas “tao necessarias” conexoes.
Mas é soh minha opiniao, quem sou eu para mudar as regras…
[Reply]
Joao, o problema maior na questão da liberação hoje é o fato de termos acabado de atingir massa crítica no Galeão. A partir de agora, o crescimento se dará muito mais naturalmente e facilmente. Conservar esse equilíbrio no momento é essencial para que enfrentemos a crise e para que conservemos os novos voos internacionais introduzidos ano passado e os dois novos que estão previstos para este ano.
A ANAC está promovendo um estouro da boiada. Vai abrir espaço para 4,5 milhões de passageiros no Santos Dumont, um aeroporto, aliás, cuja reforma e expansão ainda não está pronta. O terminal de desembarque ainda está no improviso, a praça de alimentação continua lacrada e o edifício-garagem nem saiu do chão. Por falar nisso, leia o último parágrafo dessa reportagem de 2001 http://www.estadao.com.br/arquivo/cidades/2001/not20010626p19541.htm .
Muita gente pensa que basta pegar uma quantidade voos e mandar para o outro aeroporto e manter os outros que está resolvido. Essas pessoas esquecem que alguns voos só são sustentados por aqueles passageiros que estavam vindo em um voo que foi transferido para o outro aeroporto. Aquela pessoa, portanto, não vai perder seu tempo voando para o Santos Dumont, pegando um ônibus e indo para o Galeão. Ela vai escolher uma outra maneira. E essa maneira pode ser pegar um voo que desce em Guarulhos, por exemplo, onde ela pode seguir viagem em seguida sem troca de aeroporto.
[Reply]
É triste constatar que nenhum dos 2 lados é o lado dos usuários e moradores do Rio de Janeiro. Tem razão o governador ao temer o esvaziamento do galeão por falta de conexão, porém sua fúria destrutiva e despotismo descabido ao ameaçar usar de todo seu poder contra qualquer idéia de aumento de voos no Santos Dumont causa a impressão de que seus interesses vão muito além dos limites do Galeão.
Por outro lado, vem a Azul e pressiona por uma grande abertura do Santos Dumont, como se fosse um benefício óbvio levar um aeroporto daquele tamaninho a operar em seu limite.
Sempre sonhei com a possibilidade de viajar pelo Santos Dumont para Brasília e Belo Horizonte, duas pontes tão importantes como RJ-SP e que da mesma maneira não impediriam as conexões do Galeão, portanto espero sincera e ansiosamente que elas saiam do paspel.
No entanto, não desejo ver o Santos Dumont saturado com voos para Salvador, Curitiba, Vitória, Florianópilis, etc. Esta quantidade estapafúrdia de voos é que esvaziaria o Galeão e traria riscos para os usuários do Santos Dumont, além de barulho, engarrafamento e prejuízo ao Centro e bairros próximos como Flamengo.
Lamentável é a população ser sempre a última a opinar, normalmente apenas em seções de cartas de leitor de jornais e em sites como este.
[Reply]
Joao, voce acha que o Cabral nao sabe mas voce sabe? Com todo respeito ao Rio maravilhoso, compara-lo com Nova York em trafego aereo e’ um erro. O Rio para padroes internacionais de trafego aereo esta’ mais para uma Kansas City. E mesmo Atlanta, muito maior que Kansas City tem um aeroporto so’ – exatamente para estimular conexoes. Cabral esta’ lutando pelo Rio. A ANAC esta’ lutando contra o Rio por causa de uma rixa anterior com o governo federal – o descaso da Infraero com o Galeao. E por estar a favor da Azul. Com dois aeroportos o Rio perde oportunidades de conexao. Isso significa menos passageiros nos voos do Rio, e a consequencia e’ muito simples de estimar: menos voos no Rio.
Sugiro que voce se informe pela pagina da ANAC na Internet sobre o investimento da TAM no Rio. A TAM apresentou uma otima resposta na audiencia. Voce vai ver que a TAM investiu pesado no Galeao. Voce vai ver que a TAM so’ tem um voo para Paris gracas aos passageiros de conexao que compram metade dos assentos na rota. Se os cariocas que vao a Belo Horizonte ou Vitoria migrarem em massa para o Santos Dumont, BH-Galeao e Vitoria-Galeao acabam. Os passageiros fora do Rio indo para Paris passam a fazer conexao somente em Guarulhos. O voo Rio-Paris da TAM acaba. O Rio recebe menos turistas da Europa. O numero de empregos no turismo da cidade diminui. A economia da cidade sofre. O numero de trombadinhas aumenta. E’ isso que o Cabral nao quer. Houve um tempo antes da portaria que nao havia BH-Galeao e o Santos Dumont estava cheio. Os mineiros nao faziam conexao no Rio.
[Reply]
Arthur Reply:
Meu caro Thomas, concordo em tudo, mas eu lhe pergunto: Você conhece o Rio de Janeiro? O público usuário de voo, em grande parte são pessoas da Zona Sul Carioca que fica próximo ao SDU, o Galeão é alternativa pra voos internacionais aos cariocas. E se Sérgio Cabral quer as pessoas usando GIG – Galeão, ele deveria tomar providências para que o trajeto Galeão/Zona Sul seja mais pacífico, haja visto que o caminho transcorre pela famosa Linha Vermelha que é uma linha expressa que tem as suas margens diversos complexos de periferias. Os cariocas evitam ao máximo este trajeto, mas o Governador, que não expõe sequer projetos de soluções para essa necessidade, impõe o Galeão. Assim, fica minha expressão que para mim, o Sérgio pode até querer o bem logistico da aviação no Rio e do turismo também, mas o mesmo tem que disponibilizar a logística de tudo isso. Sem meios não se chega ao um fim.
[Reply]
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O Rio de Janeiro pode perder os royalties do petróleo e a causa pode ser a incompetência de Sergio Cabral.
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