Hoje pela manhã o governador Sergio Cabral e o secretário de saúde do estado, Sérgio Côrtes, visitaram o Hospital Albert Schweitzer, na Zona Oeste .Como qualquer um que more na cidade, sabe que a situação dos hospitais do estado é de lástima, 8 anos de dinheiro da saúde indo para programas assistencialistas causam isso.
O governador tem que ter em mente que se isso acontece em hospitais da capital, como será a situação do interior? Em muita das cidades não há hospital! Quer saber quais? Olhe as “vans ambulâncias” que passam pelas ruas do centro, ali tem o nome dos municípios de origem.
Mais no G1.
A frustração vai substituindo aos poucos a esperança com o novo governo do Estado. Apesar das promessas do governador Sergio Cabral quando visitou a UERJ depois da sua posse, as coisas só pioraram. O HUPE que sobreviveu a 8 anos do casal Garotinho e conseguiu a proeza de fechar 2006 sem dÃvidas, já acumula só no primeiro trimestre deste ano 6 milhões de reais em dÃvidas com fornecedores.
O Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ) corre sério risco de fechar as portas ainda neste mês de abril, pois já não há mais verba de alimentos e remédios para os pacientes internados. As internações estão proibidas há 15 dias e o próximo passo é fechar os ambulatórios.
O contrato de metas firmado entre Estado, SUS e o Hospital desde o ano passado não está sendo respeitado, o repasse do orçamento caiu praticamente à metade e só é pago a cada 2 meses. Até mesmo a parcela que é paga pelo Ministério da Saúde mensalmente e é repassado pelo Estado tem sido contingenciado e pago pela nova lógica da Secretaria de Planejamento estadual.
Conforme noticiado pelo RJ TV, HUPE-UERJ possui a maior UTI neonatal do Estado, mas dos 24 leitos disponÃveis apenas 5 podem funcionar pois não há verba para pagar médicos e enfermeiros, ao mesmo tempo que o Estado paga por leitos neonatais na rede privada (cerca de 40 leitos em fevereiro) “por falta de opçãoâ€.
O HUPE-UERJ pede socorro!!!!