Por André Delacerda
Hoje o Diário do Rio vai render uma homenagem a música mais conhecida do imortal compositor carioca Pixinguinha. Um dia desses até utilizamos o refrão de “Carinhoso” para homenagear o Rio…
“Meu coração
Não sei porque
Bate feliz, quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo.”
Quem já não cantou no chuveiro, no carro, assobiando enquanto andava de bicicleta vendo a paisagem do Rio essa música. Quem já não cantou esperando seu amor chegar, enquanto aguardava sentando no banco da pracinha do seu bairro.
Muita gente não sabe, mas essa música composta por Pixinguinha e João de Barro é considerada a que mais está na memória do brasileiro.
“Carinhoso”, foi composta entre os anos de 1916 e 1917. Foi Pixinguinha quem criou a melodia que povoa as nossas mentes, e coube a João de Barro, por a letra poética que já embalou muitos namoros, casamentos, juras de amor e reconciliações.
A composição é uma obra prima, pela sua simplicidade, autenticidade, clareza dos versos e poesia. Diria que é a essência do amor… E é claro, uma genialidade carioca.
Fiquem com uma interpretação muito boa dos cantores cariocas Marisa Monte e Paulinho da Viola, para “Carinhoso”.
“E só assim então
Serei feliz, bem feliz…”

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Do Pixinguinha eu sou grande fã de Rosa
http://www.youtube.com/watch?v=ZBZJBcesM4c
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Muito me honra ser carioca, embora eu esteja morando em Nova Friburgo. E muito me honra ter minha foto em seu artigo, André! Conheci Pixinguinha pessoalmente, morava em Ramos, em uma rua bem próxima a rua “Pixinguinha”, que ali fica, e conheci também a esposa dele, Dna. Betina era o nome, se não me falha a memória (lá se vão 30 e tantos anos). Ele era muito gentil com as pessoas que o visitavam, sempre recebia bem em sua casa, saía cafezinho e, com ajuda do piano da sala, com certeza, “Carinhoso” acontecia. Quando eu descobri essa estátua no centro do Rio, fiquei um bom tempo admirando-a, e lembrando da minha infância.
Parabéns pelo artigo!
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Obrigado Marcus, com certeza é sempre bom recordar mestres como Pixinguinha, que tanto nos hornam com a musicalidade, genialidade e poesia.
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Se há algo que valeu a emenda Ibsen foi chamar a atenção para a dependência que o Rio de Janeiro tem dos royalties do petróleo e para o valor que entra nos cofres do estado com ele. O estado poder quebrar devido a apenas uma de suas fontes de receita é terrível, como já disseram (acho que foi Gabeira), o petróleo é um bem finito, o que faremos quando ele acabar?
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