Arquivos da categoria Violência
O jornalista Diogo Mainardi conhecido por suas fortes opiniões, semana passada fez um excelente podcast (em uma explicação simples, blog com áudio) em que comenta sobre as teorias abortistas de Sergio Cabral e sobre o fato, como repetido aqui, que a violência não é um problema só do Rio de Janeiro e sim do país.
Ouçam: http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/audios/301007.mp3
O prefeito Cesar Maia hoje em seu ex-blog traz o comentário de uma pesquisa feita pela professora Alba Zaluar sobre os crimes assistidos por moradores do asfalto na Zona Sul carioca e por moradores das favelas de Jacarepaguá dominada por milícias. Bem interessante.,
Veja o comentário de Cesar Maia sobre a pesquisa:
PROFESSORA ALBA ZALUAR COMENTA ASPECTOS DA PESQUISA QUE COORDENA SOBRE VITIMIZAÇÃO EM FAVELAS, DEPOIS DE TER COORDENADO A MESMA PESQUISA NA CIDADE TODA DO RIO!“Resolvemos comparar duas áreas da cidade que apresentam os maiores contrastes em relação à renda, escolaridade, …
E Copacabana vai ter mais uma manifestação anti-violência e, provavelmente, pela mesma ONG que adora aparecer (mas não tenho idéia do nome) que plantou cruzes, deitou pessoas e mais outras palhaçadas. Desta vez vão usar plástico preto, usado pela polícia para cobrir os corpos.
Por favor, eles vão acabar a violência com estas ações que já cansaram? Não, simplesmente não vão! Reclamem da corrupção, dos desmandos, seja na polícia, na política, no judiciário, reclamem da violência do traficante! Mas ficar criando reclamações da polícia que está fazendo seu trabalho? Sem contar …
Algo que me incomoda muito no Rio é nossa imprensa, leio constantemente as notícias sobre o Rio nos sites dos jornais cariocas, e quando leio fico com medo de pisar na calçada, de ir a um bar, até de respirar. É morte para lá, incêndio para cá, atropelamento ali e um assalto acolá. Já falei que a cidade tem seus problemas, claro que tem! Mas do jeito que a imprensa borda, fico com vontade de mudar para Bagdá.
Não, O Globo, O Dia não tem de apenas falar bem do Rio, …
Não deixem de ler. Ruy Castro na Folha de SP de hoje.
RUY CASTRO
107º lugar
RIO DE JANEIRO – Ora, vejam só. Depois de 20 ou mais anos em que o Rio foi malhado, temido e estigmatizado como a cidade mais violenta do Brasil, descobre-se que é a 107ª nesse ranking. Que pífio. Os dados, divulgados nesta semana, são da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), com base nos óbitos por morte violenta levantados pelo Ministério da Saúde. Ou seja, se fosse a chegada de uma maratona, o Rio nem sairia na fotografia.
Mas …
Ontem morreu Felix Tostes, integrante da milícia do Rio das Pedras, tudo indica queima de arquivo ou recado dos traficantes, pelo estilo de ataque, 40 balas em uma pessoa, em plena luz do dia, no bairro do Recreio, é sinal de que aquilo era um recado para alguém, como pode ser visto nesta foto da Hilux cravada de balas.
O Governo do Estado vai encaminhar à Alerj (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) até março um projeto de lei propondo a criação de um fundo de segurança pública no estado do Rio, gerido pelo Gabinete de Gestão Integrada e destinado a fazer investimentos na área de segurança. A idéia surgiu durante o café da manhã realizado nesta sexta-feira no Palácio Laranjeiras reunindo o governador Sérgio Cabral, o prefeito Cesar Maia, o procurador geral de Justiça dos Estados Unidos, Alberto Gonzalez, que acumula o cargo de secretário de Estado, …
A imagem é forte, e precisa ser. O que houve na quarta-feira não pode ser esquecido.
Do ex-blog do Cesar Maia:
01. As cenas de barbárie de um menino arrastado por delinqüentes irrecuperáveis, que já não diferenciam vida ou morte, crime ou direito, colocam num estágio limite o discurso de tantos que defenderam o estatuto dos menores no que cabe.
02. Uns 15 anos atrás -numa garagem da Tijuca- um menor delinqüente com uma navalha na mão a comprimia contra a jugular de uma criança. A cena transmitida ao vivo pela TV tinha como terceiro personagem um juiz de menores do Rio que a todo tempo perguntava ao …
Hoje em seu ex-blog,o prefeito Cesar Maia mostra a insistência de alguns intelectuais em comparar a milícia ao tráfico de drogas, o que está errado. Para quem vivia em áreas antes dominada pelo tráfico e agora dominada pela milícia, conhece a diferença. Recentemente chegou um caso ao email do Diário do Rio, em que fala de um garoto de 17 anos que mora em uma favela dominada hoje pela milícia, este menino não trabalhava, enquanto o pai era mecânico. A milícia mandou o garoto parar de soltar pipa, e ir …