Conheça o Rio em janeiro com as aulas passeios com doutorandos da UERJ

Passeio pelo Centro do Rio

Que tal aproveitar os fins de semana de janeiro para conhecer um pouco mais do Rio? O pessoal da NEGHA-Rio da UERJ divulgou sua agenda de aulas passeio para este mês

Como sempre são gratuitos, incríveis e tendo como guia doutorandos da UERJ. Inscrições não são necessárias. Em dia de “casa cheia” recorre-se ao megafone. Em caso de tempo chuvoso, o roteiro será cancelado. Dúvidas e informações: (21) 98871-7238 (whatsapp)

Pao-do-Ouvidor

Antes e depois do passeio o carioca pode passar no Paço do Ouvidor.

DOMINGO NO CENTRO DO RIO

03 de janeiro de 2016, domingo – às 9 horas e 55 minutos –  encontro no alto do morro de São Bento – Rua Dom Gerardo, 40 – 5º andar – Grátis – a pé

Itinerário: Mosteiro de São Bento (assiste-se a cinco minutos da missa com cantos gregorianos), Vista Panorâmica da Praça Mauá, Área Portuária e Baía de Guanabara, Av. Rio Branco, Largo de Santa Rita/Largo da Sardinha, Rua Teófilo Otoni de magníficos sobrados  (e de Lamartine Babo), Avenida Presidente Vargas, Igreja Nossa Senhora da Candelária (visita), Centro Cultural Banco do Brasil (intervalo de 20 minutos), Centro Histórico Beira-Mar e de testemunhos geográficos, Rua Buenos Aires, Beco das Cancelas, Rua do Rosário e dos toporreabilitados sobrados do Dr. Carlos Lessa, Rua do Ouvidor, Travessa do Comércio/ sobrado de Aurora e Carmen Miranda, Praça XV, Igreja do Carmo e da sagração de Dom João VI e de Imperadores, o toque vigoroso dos skatistas sobre o  chão liso da Praça XV,   Paço Imperial e de Isabel de Orleans e Bragança (somente maquete do Centro do Rio e janela da anunciação da assinatura da Lei Áurea) – Término quatorze horas

Caminhando Entre Luzes no Centro do Rio à Noite

8 de janeiro de 2016, sexta-feira, às 20 horas, nos degraus da Casa França-Brasil (ao lado do CCBB e em frente à Igreja de Na. Sa. da Candelária). )

Itinerário: Luminoso Centro Cultural Banco do Brasil – Alfândega/Casa França-Brasil do Rio Joanino – Igreja Nossa Senhora da Candelária, Fonte de Luz e de Fé – O iluminamento do Centro Cultural dos Correios – Centro histórico beira-mar e de testemunhos geográficos – O foco de luz distante e permanente do Antigo Senado e da Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro no templo das irmandades negras de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário – O Varandão do Centro Cultural da Justiça Eleitoral – Rua do Rosário e da toporreabilitação dos sobrados do Dr. Carlos Lessa – Rua do Ouvidor, logradouro inicial da iluminação a gás, azeite e da energia elétrica no espaço coletivo carioca, de Machado de Assis e Chiquinha Gonzaga, bem como dos primeiros acordes do carnaval carioca, das lutas pelo abolicionismo e a República, bem como das confeitarias e lojas elegantes – O sobrado e o brilho das estrelas Carmen e Aurora Miranda no sobrado da Travessa do Comércio – O iluminamento da antiga Catedral da Sé/Igreja do Carmo – De volta à claridade do Convento dos Carmelitas e de Dona Maria I, a Louca – Paço Imperial e da Luminar Isabel de Bourbon e Bragança –  Chafariz do Mestre Valentim / Praça XV da chegada da Família Real e das comemorações da Abolição da Escravidão; Monumento a Osório,  o toque vigoroso dos skatistas sobre o  chão liso da Praça XV, os refletores sobre Tiradentes e a ALERJ – os domínios da Justiça – resquícios e memória do morro do Castelo “berço da cidade” – o  requinte dos antigos Ministérios da Fazenda, do MEC e a austeridade do Ministério do Trabalho – a murada no estacionamento subterrâneo da Esplanada do Castelo – Luzia dos Santos e geográficos olhares – as esculturas interativas de Manoel Bandeira, Machado de Assis e Joaquim Nabuco junto à Academia Brasileira de Letras –  As novas torres da Esplanada do Castelo – O universo de extrema luminosidade da Cinelândia e seus majestosos prédios – A iluminância  do Theatro Municipal, da Biblioteca Nacional, do Boêmio Amarelinho, da Câmara dos Vereadores/Palácio Pedro Ernesto, o Centro Cultural da Justiça Federal – antigo STF, o eterno e resplandecente Cine Odeon – o diálogo do Rio Colonial com a Cidade Maravilhosa, Metrô –  uma sentinela luminosa a nos conduzir por lunares e ensolaradas geografias nesta Olímpica e Maravilhosa Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e de São Jorge Guerreiro, Patrimônio Mundial da Humanidade

Das Imperatrizes Leopoldina e Teresa Cristina à Rainha Marlene  -Soberanos Ancoradouros

10 de janeiro de 2016,  domingo – 10 horas, na portaria do Edifício A Noite / Rádio Nacional, Praça Mauá, 7 – grátis – a pé
Itinerário:Porto Olímpico em sua versão feminina. Domingo, aula-passeio, grátis – a  pé
Itinerário: Edifício A Noite tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional / IPHAN e da Rádio Nacional da soberana Marlene – terraço panorâmico do MAR (Museu de Arte do Rio) subida ao Terraço – as metamorfoses do Porto com vistas ao megaevento Olímpico de 2016 – o extinto Cais de desembarque da Imperatriz Leopoldina, no sopé do morro de São Bento – os contrastes e as diversas temporalidades nas edificações da Praça Mauá, Av. Rio Branco, Rua São Bento e Rua Acre – Rua Sacadura Cabral e seu restauro – Igreja de São Francisco da Prainha (visita) – Pedra do Sal e de Pixinguinha, João da Baiana, Heitor dos Prazeres, símbolo da cultura negra (uma das nascentes do samba em plena Pequena África do Rio de Janeiro ) – Jardins Suspensos do Valongo – Cais do Valongo – atracadouro de recebimento de um milhão de escravos declarado Patrimônio pela UNESCO  / Cais da Imperatriz (Teresa Cristina)

A Grife Rio 450 anos – da Ladeira de Misericórdia ao Castelo de Santa Luzia

17 de janeiro de 2016, domingo –  Encontro 17 horas junto à Ladeira da Misericórdia (atrás do Museu Histórico e do Museu da Imagem e do Som)

Itinerário: Ladeira da Misericórdia, Museu Histórico Nacional, Santa Casa da Misericórdia, Academia Brasileira de Letras e as esculturas interativas de Machado de Assis, Joaquim Nabuco e Manoel Bandeira, as edificações com assinatura Oscar Niemeyer e as esculturas interativas de Otto Dumovich, Igreja de Santa Luzia, Estacionamento Subterrâneo Santa Luzia e as muralhas de contenção entre o continente e o mar, vestígios do Morro do Castelo “berço da cidade”, antigos Ministério do Trabalho e da Fazenda, Avenida Presidente Antônio Carlos dos carnavais de 1974 – 1976 e 2015

As Catedrais de São Sebastião do Rio de Janeiro

Encontro: 19 de janeiro de 2016, terça-feira, às 9 horas da manhã, na portaria da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – rua Uruguaiana, 77

Itinerário: Igreja das Irmandades Negras de Rosário e Benedito  (abrigou a Catedral de São Sebastião entre 1737 e 1808), templo no qual a Corte Portuguesa agradeceu a viagem bem sucedida em março de 1808 e, mais tarde, tornou-se sede da Câmara – Rua da Vala/Rua Uruguaiana (metrô do Rio de Janeiro) – Rua do Rosário – Igreja de Santa Cruz dos Militares (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1734 a 1737) – Rua 1º de Março – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé e do batizado de Isabel de Bourbon e Bragança, dos funerais de Dona Maria I, a Louca, Aclamação do Rei Dom João VI e de Dom Pedro I e Dom Pedro II (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1808 a 1976) – Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano) – a requalificação da Rua da Quitanda – Rua São José – Largo da Carioca – Esplanada de Santo Antônio – Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro (sagrada ao final dos anos setenta).

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Quintino Gomes Freire8879 Posts

Diretor de mídias sociais na Agência B5, palestrante, publicitário, Defensor do Carioca Way of Life e Embaixador do Rio. Começou o Diário do Rio em 2007 e está a frente dele até hoje o levando ser um dos principais portais sobre o Rio de Janeiro.

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