Era uma vez… um filme lugar comum sobre o Rio

Era uma Vez Estava lendo o blog Melhores do Mundo e eles fazem uma crítica sobre o filme Era uma Vez, de Breno Silveira (Dois Filhos de Francisco) e pela crítica deles, o filme é aquilo que imaginei pelo trailer. Mas um lugar comum em histórias sobre o Rio de Janeiro, quase uma novela da Record.

Um Romeu e Julieta, morro x asfalto, rico x pobre, Vidigal x Leblon. Um filme que repete o que tanta gente já fez, mostrando um Rio extremamente violento, mostrando uma cidade partida.

Não sei, o Rio comparada a tantas outras cidades não é partida desta forma. Ande em São Paulo, Curitiba, Nova York, aí você vai ver uma cidade partida. No Rio não, classe alta, média, baixa dividem o mesmo espaço na praia, na rua, no carnaval, no funk, no Maracanã.

Não vi o filme e nem devo ver, se quiser um filme sobre Romeu e Julieta no Brasil, prefiro o Casamento de Romeu e Julieta, aquele que passa em São Paulo, com uma Julieta palmeirense e um Marco Ricca corinthiano.

E se quiser ir ao cinema este fim de semana, vai ver Batman: The Dark Night, não vai se arrepender.

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Quintino Gomes Freire8878 Posts

Diretor de mídias sociais na Agência B5, palestrante, publicitário, Defensor do Carioca Way of Life e Embaixador do Rio. Começou o Diário do Rio em 2007 e está a frente dele até hoje o levando ser um dos principais portais sobre o Rio de Janeiro.

39 Comentários

  • Mary Caroline Reply

    21 de junho de 2013 at 00:20

    gostei

  • Giovanna Pinheiro Reply

    28 de Abril de 2013 at 19:43

    legau ne galera

  • Mary Jane Cabral Reply

    28 de junho de 2012 at 20:30

    È a realidade na favela do rio de janeiro e a desigualdade social !

  • Flasantos 100 Reply

    27 de Janeiro de 2012 at 15:24

    otimo perfeito parabenssssssssssssssssssssss

  • Flasantos 100 Reply

    27 de Janeiro de 2012 at 15:22

    ótimo perfeitooooooooooooooooooooooooooooooooooo

  • aryane Reply

    8 de Janeiro de 2012 at 21:15

    a ñ pelo amor de Deus vc ñ pode falar o que vc naum sabe,esse filme é muito interessante, apesar de um final triste tem uma história que nos faz relmente pensar……assiste que num minuto vc vai apagar essa critica horroroza,o menino que fez esse filme é da propria favela e concerteza ele sabia o que estava descrevendo no filme, que por sinal foi feito com muito suor.

  • Lupucrs Reply

    8 de Janeiro de 2012 at 15:15

    Se não assistiu… não fala besteira.

  • joyce Reply

    8 de Janeiro de 2012 at 12:25

    meuu fiqueii apaixonadaa por esse filmee  aminhaa historia e´bem parecidaa meuu pai estaa tentanduu seperar meu namoradoo poble de mim tb !! e´mas eu tenho fé em DEUS quii tudoo isso vaii passar^^!!:(

  • Val Reply

    25 de Janeiro de 2010 at 20:04

    Cheguei a esse blog através do Google. Peguei o filme já iniciado no Cinemax e fiquei curioso.

    Fala sério! Seu tempo é precioso demais para ver o filme, mas mesmo assim você publica esse texto preguiçoso e fica aqui retrucando de maneira malcriada os comentários de pessoas que assistiram? Parabéns! Você tem o perfil perfeito para crítico de quinta.

  • Ana Paula Reply

    12 de outubro de 2009 at 18:12

    Eu particularmente amei o filme, olhando pelo lado de mostrar rico x pobre e etc concordo, mais eu acredito que em todos os lugares são violentos mais ele mostra a historia dele que do contrario poderia ser de muitos. eu amei esse filme é uma verdadeira história de amor fantástica e que nos faz parar pra pensar realmente onde vivemos em quem confiamos e será que somos capazes de nos sacrificar pela pessoa que amamos?! O autor do filme está de parabéns os atores e atrizes o filme foi muito bem elaborado, trilha sonora e outros… AMEI !!! com certeza é simplesmente DEMAIS!

  • Diario do Rio Reply

    27 de agosto de 2008 at 12:05

    Continuarei não indo, desprezo falta de criatividade e meu tempo é precioso

    • = ) Reply

      7 de Janeiro de 2012 at 22:25

      se fosse tão precioso , vc tinha + o que fazer ok ` ,e n ficaria aqui falando abobrinhas  = )

    • Lupucrs Reply

      8 de Janeiro de 2012 at 15:17

      Falta de criatividade é essa crítica imatura, prepotente e barata que você fez. 

  • Deise Reply

    27 de agosto de 2008 at 09:51

    Ah, faltou falar de mais uma coisa a trilha sonora é linda!!!
    Você ganha o filme só de ouvir a trilha.
    Aconselho você a ver o filme, hein?

  • Deise Reply

    27 de agosto de 2008 at 09:49

    Como você pode opnar sobre algo que não conhece?
    Ok, o filme pode até parecer mais uma história sobre um Rio de Janeiro violento, com desfecho a la Romeu e Julieta, mas o trabalho de imagens, o roteiro e a direção estão longe do lugar comum. Eu vi e gostei muito.
    Espero que você veja menos as novelas da Record (por que elas não são paramentro de comparação com esse filme), veja o filme e traga um crítica mais fundamentada.

  • Diario do Rio Reply

    9 de agosto de 2008 at 19:36

    Não, não vou.

  • João Guilherme Reply

    9 de agosto de 2008 at 15:05

    O que acontece é o seguinte…
    Você não viu o filme, certo?Direito seu…
    Mas vai opinar assim mesmo?Vai se basear numa crítica que vc leu em algum lugar?Por que vc mesmo não assiste e tira as suas próprias conclusões?
    Eu assisti o filme e achei absolutamente fantástico, tanto na parte técnica como na história.
    O filme vai muito além de uma história de amor, cara.Fala sobre a relação das drogas com a classe média que consome sem saber das conseqüências que isso provoca na vida de gente que vive lá.
    Faz o seguinte: vê o filme, aí depois vc escreve alguma coisa aqui opinando, mas com base sólida no que você viu.

  • Thiago Cruz Reply

    30 de julho de 2008 at 12:19

    Que isso! será que a globofilmes ta dando 1 real pra cada post favorável ao filme ou eu vi o filme errado? Porque Era uma vez, definitivamente, é um dos piores, senão o pior filme que já vi no cinema!

    Ok, o filme é não é mau produzido. Tem uma boa fotografia e uma atuação que, mesmo que muito longe de grandes personagens surgidos em filmes que também tratam das favelas cariocas, como Tropa de Elite e Cidade de Deus, é agradável e suficiente. Mas todos sabemos que um grande filme é 80% um bom roteiro. Hoje em dia, por exemplo, vemos que animações toscas de lápis, como o Simon’s Cat no youtube, fazem grande sucesso. Ou então aqueles que preferem jogos antigos aos novos, com belos gráficos e uma história que não convence. Era uma vez é assim, não convence. E pior, chega a ser cômico sua mediocridade.

    Não me venham com a desculpa de que o filme é uma história história “inocente”, “meiga”, “simples, mas comovente” ou o eufemismo utilizado na crítica do O GLOBO “A história é um conto de fadas urbano — bobinha, sim (algum conto de fadas não é?), mas nem por isso menos cativante. (…) Breno Silveira constrói seus filmes com o olhar de uma criança que não se priva de sonhar”. O problema não é o olhar de uma criança sonhadora, mas seus argumentos muito provavlemente foram feitos por alguma. Como ao menos alguns meios de comunicação tiveram a coragem de colocar, o filme é totalmente previsível. Para piorar, o filme consegue juntar previsibilidade com cenas que na verdade não tem nenhuma justificativa plausível ou verossimilhança. Parece que colocaram o que se queria no filme em tópicos e colaram com diálogos e acontecimentos totalmente fracos e pouco intrigantes. Mas ainda conseguiram não colocar argumentos que simplismente não colam!

    Eu poderia até ter ficado quieto e adimitido que sou um pouco ranzinza, já que minha namorada se empolgou um pouco mais com o clima de romance do filme. Mas Breno Silveira me apunhalou no final, com seu final patético. Quando o filme acabou, vi na cara das pessoas a cara de “hã?!”. O copo, que pra quem tinha mais de 10 anos de idade já teria transbordado, dessa vez não teve como não faze-lo. Sai então do cinema triste, não com o final trágico meia-boca, mas porque agora deixava de ser um ranzinza especial, para todo mundo concordar comigo. Virei um “Era uma vez”, um poço de lugares-comuns.

  • Gustavo P Reply

    25 de julho de 2008 at 15:01

    Marco Antonio
    Vc tem razão. Nao quis dizer que o Rio era mais ou menos partido que outras cidades.

    Só que o Rio sempre foi mais exposto que as outras capitais, isso é fato. Inclusive nos orgulhamos de sermos o “cartão postal do Brasil”. Do mesmo modo, os cineastas gostam de fazer filmes aqui e usar nossas belas paisagens. Não acho que é uma campanha pra denegrir a imagem do Rio. É justamente consequencia de tanta visibilidade.

    • Bluisamonteiro Reply

      20 de Maio de 2011 at 08:38

      Para mim o filme era uma vez apesar de muito trizte trata do preconceito inspirado na peça romeu e julieta.Um  filme ótimo. 

    • Bluisamonteiro Reply

      20 de Maio de 2011 at 08:38

      Para mim o filme era uma vez apesar de muito trizte trata do preconceito inspirado na peça romeu e julieta.Um  filme ótimo. 

  • Daniel Guimarães Reply

    25 de julho de 2008 at 02:29

    A Globo, na região da Berrini (centro empresarial chique de SP) é rodeada de favelas, para todos os lados…

  • lucas l Reply

    25 de julho de 2008 at 01:18

    Pois assista, é bom, e vc vai ver q muito mais q “cidade partida” o q o filme mostra é q no fundo não há divisão. E q tbm há uma possível união para esta aparente divisão.

  • Marco Antonio Reply

    25 de julho de 2008 at 00:41

    Gustavo,

    Mais ou menos. No Rio a favela ta no morro. Nas outras cidades ela esta ou na periferia ou do outro lado do muro, na rua que voce mora ou esta passando.

    Em Sao Paulo, por exemplo, aquele favelao (Paraisopolis), que fica no coracao do Morumbi, como e possivel ignorar aquilo? So porque o favelao esta cercado por aquela parede de edificios? So porque nao se ve, a cidade nao e partida? Imagina a vida dos ricacos que moram coladinho ao favelao.

    E a mesma coisa que morar em Sao Conrado, ou melhor, pior, porque em Sao Conrado tem praia e o bairro fica no Rio de Janeiro.

    Na rua onde esta, ou estava, a Globo em Sao Paulo tem uma favela que ja foi citada varias vezes do programa do Jo como ‘um problema’.

    E por ai vai! Cuidado entao quando andar por outras cidades do pais. O fato de voce nao ver o favelao nao significa que ele nao possa estar la, do outro lado do muro, na rua que voce esta passando ou mora. Pertinho de voce. Mais perto de voce que as favelas do Rio. Porque, no Rio, voce tem que subir o morro! Ja nas outras e so dobrar a esquina.

    E voce sabe, nao e? qualquer lugar perto de favela e meio perigoso. Voce pode ser recebido a bala ou ganhar uma facada. Nas outras cidades, alem da bala e da facada, voce tambem pode ser vitima da gangs dos carecas, da gang dos homofobicos, da gang disto, da gand daquilo, da mafia chinesa, da mafia italiana, e por ai vai!

    As leis sao as mesmas em todo o pais e as condicoes que levam a favelizacao, a criminalidade, a vagabundagem e a picaretagem tambem.

    Nao existe dentro do Brasil um outro pais. Nao existe um lugar melhor. Ai e tudo Brasil mesmo. Do Oiapoque ao Chui!

  • Gustavo P Reply

    24 de julho de 2008 at 23:18

    Marco Antonio
    Toda cidade é partida, mas o Rio tem uma caracteristica unica. Aqui favela e asfalto estão muito mais proximos. Fica mais dificil “ignorar”, como em outras cidades.

  • Gustavo P Reply

    24 de julho de 2008 at 23:16

    é o cliché do ´politicamente correto´: um morador da Vieira Souto e outro do morro do Cantagalo. Sei lá, parece previsivel demais. Nao tenho vontade de ver.

  • André Delacerda Reply

    24 de julho de 2008 at 21:59

    Daniel, eles precisam abrir o mercado para novos roteirista. Mas infelizmente que estar dentro não quer abrir espaço para os novatos. É mais facil ter um roteiro aceito no mercado americano, do que os que controlam o mercado aqui nos aceitarem.

  • Daniel Reply

    24 de julho de 2008 at 17:28

    Nossa falta de roterista é o que impede o cinema crescer.. já está chato esses filmes sobre o Rio.. temos atores brilhantes que para atuarem numa história legal estão fazendo igual aos jogadores, indo para o exterior.. apoio o cinema nacional, mas precisa melhorar e muitooo!

  • André Delacerda Reply

    24 de julho de 2008 at 12:33

    Marco Antonio, tenho que concordar com você. O seu comentário foi um dos mais sensatos que já li nos últimos tempos.

  • Marco Antonio Reply

    24 de julho de 2008 at 11:47

    Eu particularmente acho uma chatice ver filmes sobre a violencia no Rio de Janeiro, filmes que retratam o Rio como uma cidade partida. A impressao que da e que este tipo de coisa so existe no Rio.

    Parece que o Brasil acredita que ele, o Brasil, e a cidade grande e nos, o Rio, o interior, aquele lugar mal informado, que nao sabe das coisas.

    Ora, ora! Nos sabemos muito bem que faveloes como Brasilandia (tres vezes maior que a Rocinha), Heliopolis, Paraisoplis e outras mais, nao ficam no nosso estado e muito menos na nossa cidade.

    Nos sabemos muito bem que a cidade do lado tem 2 Milhoes de favelados a mais que a gente e eu nem estou falando daqueles que vivem em curticos (coisa que nao tem no Rio).

    A periferia de Brasilia e um favelao so. Das cidades satelites a unica que se salvou foi Tabatinga. A unica diferenca e que la, em Brasilia, nao tem morro. Assim os faveloes nao podem ser vistos.

    A unica diferenca entre os meninos de rua daqui e os meninos de rua do sul do pais, e que os de la, do sul, sao louros e de olhos azuis. No resto sao todos iguais.

    Como se ve, o que nao falta ao Brasil e cenario para fazer filmes sobre favelas e cidades partidas.

    E totalmente dispensavel vir ao Rio para fazer filmes sobre a Cidade de Deus, que, para quem conhece, nao e mais nem sombra daquilo que aparece no filme, cuja estoria se passada na decada de 60 mais e mostrada como se fosse hoje.

    Helooooo! Brasil!!!! ta na hora de comecar a olhar para o proprio rabo e parar de denegrir a imagem da unica cidade deste pais que o mundo conhece, da unica cidade deste pais que desperta algum interesse por parte do mundo!

    Quem tem telhado de vidro nao deve jogar pedras no telhado dos outros, nao e?

  • Diario do Rio Reply

    24 de julho de 2008 at 10:43

    Edmilson,
    se o filme é ruim, é ruim! É simples assim… o novo filme do Batman é excelente.

  • Dudu Reply

    24 de julho de 2008 at 10:05

    Mas, falando do filme, realmente parece ser bobinho.

  • Dudu Reply

    24 de julho de 2008 at 09:51

    Daniel, tb acho Curitiba fantástica! Mas realmente, violenta. Sabe aquele ônibus de turismo, que passa pelos pontos turísticos, e tal? Eu o peguei num Domingo… subindo aquela ladeira pro Bosque Alemão tinha um homem no chão, e um carro de polícia. Provavelmente morto… bem triste.

    E já li em pesquisas que lá é proporcionalmente mais violento que aqui.

    Perguntei sobre isso porque eu percebi claramente essa divisão, mas como times de futebol e estilos musicais. Tipo, o shopping Curitiba “é” de um determinado time e dos “emos”, o Estação é de outro time e dos roqueiros, ou algo parecido, e Muller, idem…

  • Rafael Reply

    24 de julho de 2008 at 04:27

    Só uma correção: o título do filme do Batman é “The Dark Knight”, ou “Cavaleiro das Trevas”, e não “Night” ou noite.

  • Edmilson Reply

    24 de julho de 2008 at 01:57

    Quintino, fico triste ao ler seu comentário. As produções de filmes no Brasil deveriam sempre ser incentivadas.
    Os Americanos produzem cerca de 150 filmes por ano, dos quais, apenas 10 ou 12 são considerados Bons.
    Já ao cinema do Brasil, falta o nosso patriotismo e apoio aos nossos cineastas. É uma pena que um brasileiro recomende aos seus leitores que assistam um “enlatado” americano à uma produção nacional.

  • Daniel Guimarães Reply

    23 de julho de 2008 at 21:18

    Curitiba tem favelas, inclusive, violentíssimas, além de ter uma taxa de homicídios que está mais para Brasil do que para Europa, ao contrário do que os sulistas gostam de dizer…

    Bastar lembrar de onde surgiram os repórter policiais Ratinho, Alborghetti…

    A diferença é que em Curitiba as favelas ficam longe do Centro e a cidade seria, sim, dividida entre ricos e pobres (estes na periferia).

    Em tempo: Adoro Curitiba, a melhor cidade do Brasil na minha opinião (É que o Rio não conta).

  • Dudu Reply

    23 de julho de 2008 at 17:21

    Pq Curitiba é uma cidade partida, Quintino?
    Estive lá em Abril, e quero ver se vc pensa da mesma forma que eu.

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