Soube do movimento que vem gerando um forte “buzz” pela internet, o movimento “Deus Não é Surdo, Igreja sim! Casa de espetáculo não“. Este grupo alerta e reclama do excesso de barulho de templos das mais diversas religiões, especialmente as evangélicas e afro-brasileiras, na primeira com o discurso de alguns pastores, que berram, por achar que o Senhor está no céu e tem de gritar para eles ouvirem, e as afro-brasileiras com seus tambores.
Não há nada contra orarem, a fé é importante na vida das pessoas e sem a ajuda social das religiões o mundo estaria pior. Mas é necessário o respeito a quem não possui a mesma identidade religiosa. Se o pastor grita, que o templo tenha tratamento acústico, o mesmo com as outras igrejas, terreiros e templos. Há vários exemplos no site de templos que respeitam a vizinhança.
Apesar de discordar um pouco do site do movimento, que sai um pouco do seu motivo, que é o “Deus não é surdo” e parte para discutir as técnicas de pastores evangélicos (que não diferem muitas vezes das de outras religiões), o Diário do Rio apoiará o Deus não é surdo.
Na casa ao lado da casa da minha namorada montou-se uma banda que todo domingo eles botam para “quebrar”. Realmente como estamos ao lado acontece que quase que participamos do show. Eu dei uma olhada no referido site e também concordo que pode ter algum excesso de raiva por parte de quem criou o movimento .. afinal .. eu duvido muito que um pastor faça mais barulho que um motor de avião ..
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Por André Duarte
Continue lendo...No dia 21 de setembro de 1711, uma expedição francesa sob o comando do famoso corsário. Francês René DuGuay-Trouin, “seqüestra” a Cidade do Rio de Janeiro após nove dias de cerco. Você não está lendo errado, ele capturou mesmo toda a cidade, que tinha na época cerca de doze mil habitantes. O grave é que era a nossa. E ainda mais grave a quantia pedida: dois milhões de libras francesas, praticamente o resgate de um Rei.
DuGuay-Trouin não era um pirata, era um corsário. Na …
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