Há exatos 200 anos a Famíla Real portuguesa embarcava para o Rio de Janeiro, mudando a história do Rio de Janeiro, do Brasil e do Mundo. Apesar do que muitos professores de hisória nos ensinaram, não foi uma fuga desesperada e sim planejada para evitar o fim de uma Casa Real inteira e que Napoleão dominasse os importantes entrepostos portugueses além de sua frota de navios.
Talvez, se Dom João VI não tivesse deixado a Europa juntamente com seus herdeiros, a Inglaterra não tivesseo conseguido derrotar Napoleão e a história do mundo fosse outra. Mesmo que Napoleão houvesse sido derrotado, não teríamos um Brasil, já que a França nos dominaria e as principais províncias de interesse francês seriam dominadas por estes e os portugueses fiéis aos Braganças acabariam por resistir em alguns locais havendo assim o fracionamento do país.
E, ainda que houvesse mantida a união do país, a cultura brasileira ficaria completamente diferente. Foi com a vinda de Dom João VI que foram aberto os Portos, criada a a Biblioteca Real (Biblioteca Nacional) e a Real Academia de Belas Artes (Museu Nacional de Belas Artes). Não haveria, é claro, o belíssimo sotaque carioca que é cantado como o dos portugueses.
O Diário do Rio, como não poderia deixar de fazer, terá vários posts sobre a Família Real aqui em nossa cidade. Os cariocas começam a ver Dom João VI como ele merece e não como a Rede Globo (com a mini-série Quinto dos Infernos) e Carla Camurati com o longametragem "Carlota Joaquina - Princesa do Brasil", tentaram mostrar. Viu, não é só o Rio de Janeiro que eles só mostram a face negativa…
Se vocês repararem, houve uma pequena mudança em nossa logo em homenagem aos 200 anos da viagem da Família Real para o Rio de Janeiro.
Antes do Rio ser capital de Portugal, a capital da Colônia era uma Cidade atrasada mesmo pros padrões da época.
Realmente existe um Rio Antes de D. João e um Rio Pós-D. João.
O problema é que sempre aparece os urubulinos pra desmerecer qualquer coisa que seja do Rio.
Só o simples fato do Brasil ter sido a única nação das Américas que foi sede do Império, já bastaria pra mostrar a importância. Eram 19 nações nas Américas, mas só o Brasil conquistou esse status.
O resto nem preciso comentar. Foi aquele banho de cultura no Brasil e que se fixou muito bem ao Rio. Antes o Brasil nem poderia produzir um livro. Com a chegada da família Real recebemos até a Biblioteca real, abertura das primeiras faculdades a licença para o início da era industrial e o comércio com outras nações.
As colônias tudo praticamente era proibido. Até produzir livros. Era um absurdo total.
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Por André Duarte
Continue lendo...No dia 21 de setembro de 1711, uma expedição francesa sob o comando do famoso corsário. Francês René DuGuay-Trouin, “seqüestra” a Cidade do Rio de Janeiro após nove dias de cerco. Você não está lendo errado, ele capturou mesmo toda a cidade, que tinha na época cerca de doze mil habitantes. O grave é que era a nossa. E ainda mais grave a quantia pedida: dois milhões de libras francesas, praticamente o resgate de um Rei.
DuGuay-Trouin não era um pirata, era um corsário. Na …
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