Uma Breve História do Largo dos Leões - Diário do Rio de Janeiro

Uma Breve História do Largo dos Leões

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Antiga vista do Largo

Importante área da Zona Sul do Rio de Janeiro, o Largo dos Leões marcou diversos momentos importantes para nossa cidade. O Largo foi aberto em 1826. O fazendeiro português Joaquim Marques Batista Leão realizou a obra. Embora tenha “Leão” no nome do responsável, o batismo do largo se deu por outro motivo.

Com mais de meio século de tradição no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a Sergio Castro Imóveis sempre contribuiu para a valorização da cultura carioca

“Na chácara de Joaquim, na entrada, havia duas estátuas de leões. Dessa obra arquitetônica não resta mais nada. Da época, sobraram as palmeiras, que ainda estão lá”, conta o historiador Milton Teixeira.

Antigas palmeiras do Largo dos Leões

No limite entre os bairros do Humaitá e Botafogo, a região do Largo dos Leões, hoje uma importante passagem para veículos e pessoas, já foi uma fundamental parada de bondes, quando ainda eram movidos por tração animal.

“A estação de bondes, puxados por burros até então, ficava mais ou menos onde hoje é a Cobal. Lá se fazia a parada e a troca dos animais que trabalhavam para arrastar os veículos”, pontua Milton Texeira.

Em 1908, nesta mesma região, foi criado o primeiro campo de futebol do Botafogo de Futebol e Regatas.

Botafogo em seu primeiro campo

Mais recentemente, o Largo dos Leões se tornou tema de uma música que faz referência ao carnaval carioca. A banda Forfun, em “Largo dos Leões”, cita diversos blocos da folia de rua da Cidade Maravilhosa, tendo como ponto de partida, o histórico Largo.

Felipe Lucena
Felipe Lucena é jornalista, roteirista e escritor. Filho de nordestinos, nasceu e foi criado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Apesar da distância, sempre foi (e pretende continuar sendo) um assíduo frequentador das mais diversas regiões da Cidade Maravilhosa.
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