Independência do Rio de Janeiro?

Mapa do Rio de Janeiro Se há algo que a incompetência de Sergio Cabral, a inabilidade de Lula e a vontade de aparecer de Ibsen Pinheiro causou foi trincar o pacto federativo, ou seja, o Brasil como nação. Nunca antes na história do Rio de Janeiro, ao menos a recente, se ouve nas ruas tanta gente falando de secessão, ou melhor, de independência que salvou você e eu quase ninguém conhece a expressão.

 

Sempre escutei de separatistas gaúchos, até paulistas, mas a idéia de criar uma República da Guanabara? Nunca!!! O Rio de Janeiro é a cola que une o Brasil, foi aqui escolhido para ser a capital do Reino de Portugal durante a ocupação francesa, fomos a capital do Império e da República até meados do século passado. Nunca aconteceu aqui uma Farroupilhas, no máximo uma Revolta da Vacina e o máximo de separatismo foi a República de Ipanema.

Se as questões dos royalties são seríssimas, acho que essa ameaça inteira ao Brasil é muito pior, como disse o ex-vereador Paulo Cerri em seu Twitter:

Fato é que irresponsabilidade de Lula e bravatas de SCF ameaçam unidade federativa. Isso é o mais grave.

A questão fica: o Rio e o Brasil suportariam um ficar sem o outro? O Brasil perderia o petróleo, o estado que é sua porta de entrada, boa parte das Forças Armadas e a cultura audiovisual (cinema, Tv…). E o Rio? Apenas metade vem da Usina de Angra, outra boa parte vem de Itaipu (Paraná) e o Rio não produz urânio. Sem contar outras tantas questões.

 

O difícil é ver que esta questão está sendo discutida… Como disse Miriam Leitão, sobre os royalties:

Está faltando tudo neste debate: racionalidade, respeito a contratos, respeito às leis do país e principalmente liderança. O presidente Lula não tem o direito de se abster de um conflito federativo dessas proporções provocado unicamente por ele mesmo e seu governo.

Deixe seu comentário

Quintino Gomes Freire8878 Posts

Diretor de mídias sociais na Agência B5, palestrante, publicitário, Defensor do Carioca Way of Life e Embaixador do Rio. Começou o Diário do Rio em 2007 e está a frente dele até hoje o levando ser um dos principais portais sobre o Rio de Janeiro.

0 Comentários

  • Gabriel Guttmann Reply

    21 de Fevereiro de 2014 at 20:00

    Sou a favor da independência do Rio, e criar uma república Carioca-Capixaba. Teríamos muito petróleo, e com esse dinheiro, poderíamos construir usinas hidrelétricas no Rio Paraíba, e criar Usinas Solares na Baía de Guanabara. Assim não iríamos ficar a mercê dos deputados e governadores, influenciados por Brasília. Se criássemos um novo regime, Parlamentar, a corrupção reduziria e o Rio/Espírito Santo iriam disparar!

  • Paulo Eduardo Gomes Reply

    8 de Abril de 2013 at 00:38

    rumo a independencia

  • João Carlos Ximenes Reply

    13 de Março de 2013 at 10:03

    Vamos nessa chega de mandar dinheiro para os outros, tratar com safados tem que ser na porrada.

    • Eduardo Pessôa Reply

      11 de Março de 2013 at 17:54

      Precisamos nos mobilizar, mas pensar em separação só em ultimo caso.

    • Eduardo Pessôa Reply

      11 de Março de 2013 at 17:54

      Precisamos nos mobilizar, mas pensar em separação só em ultimo caso.

    • Roberto Ilhéu Reply

      11 de Março de 2013 at 20:46

      Concordo que a separação seria o último recurso. A lista de abaixo-assinado mostra a gravidade deste caso.
      Precisamos de idéias que possamos aplicar em função da mobilização, por exemplo: economia solidária. O que você acha?
      Um abraço.

    • Eduardo Pessôa Reply

      14 de Março de 2013 at 00:53

      Precisamos de pessoas com idéias como a sua!! este caminho que estamos seguindo é muito duro e dificil, pois o povo ainda está muito alienado, qualquer agrado eles cedem, precisamos de pessoas com firmeza de caráter, quanto mais pessoas assim se unirem a esta causa, mais ela se fortalecerá, e aos pouco vamos convencendo as pessoas que não tem conhecimento da situação.

    • Roberto Ilhéu Reply

      15 de Março de 2013 at 03:30

      Economia solidária. Esta idéia começa na gôndola do supermercado: verifique o endereço do fabricante dos produtos que você compra, dê preferência ao que for produzido no Rio de Janeiro.
      É simples assim: um consumidor cria um posto de trabalho, que cria um salário, que cria outro consumidor, que cria outro posto de trabalho. . .

    • Roberto Ilhéu Reply

      15 de Março de 2013 at 04:40

      Economia solidária. Esta idéia começa na gôndola do supermercado: verifique o endereço do fabricante dos produtos que você compra, dê preferência ao que for produzido no Rio de Janeiro.
      É simples assim: um consumidor cria um posto de trabalho, que cria um salário, que cria outro consumidor, que cria outro posto de trabalho. . .

  • Roberto Ilhéu Reply

    9 de Março de 2013 at 05:14

    Boa noite, Marcos:
    Diante dos fatos, a idéia da secessão me é muito simpática também.
    Já viajei muito pelo interior do Brasil, por quase todos os estados e percebí, não só o
    rancor citado por você, como também uma discriminação e até uma agressividade injustificada contra nós.
    Nesta crise dos royalties, estamos lutando por nossos direitos e nosso futuro!
    Há muitos anos atrás, eu ouví uma declaração de que o Rio era "o único emirado pobre do mundo".
    Se perdermos estes royalties, a nossa situação piorará.
    Já é estranho pagarmos uma das gasolinas mais caras do mundo, se o petróleo é extraído de Campos e refinado em Duque de caxias!
    Com a secessão, com governo e moeda próprios, teríamos maior PIB per capta e maior Índice de Desenvolvimento Humano, já de cara.
    O petróleo é o maior produto comercial do mundo. Os produtos que importamos do Brasil,
    seriam importados de outro lugar, a melhores preços do que pagamos no mercado brasileiro.
    Nos veríamos livres do arranjo fiscal do governo federal, que recolhe tudo e nos devolve ( quantos porcento? 2%? ) quase nada.
    Quanto a preocupação com a eletricidade ou com urânio, que o Sr Quintino Gomes demonstra em seu post, seriam dirrimidas com as termoelétricas ( grande visão, a sua ) e podemos importar urânio até da África, onde já temos afinidade cultural, contatos comerciais antigos etc.
    É verdade que o Rio têm dezenas de organizações militares e as forças armadas não seriam problema, mas, ao ver você falar nisso, fico intrigado com uma coisa:

    PORQUE SERÁ QUE NOS ÚLTIMOS TEMPOS, VÁRIAS UNIDADES MILITARES DO RIO DE JANEIRO

    ESTÃO SENDO TRANSFERIDAS PARA OUTROS ESTADOS?
    O que será isto?

  • Roberto Ilhéu Reply

    9 de Março de 2013 at 05:14

    Boa noite, Marcos:
    Diante dos fatos, a idéia da secessão me é muito simpática também.
    Já viajei muito pelo interior do Brasil, por quase todos os estados e percebí, não só o
    rancor citado por você, como também uma discriminação e até uma agressividade injustificada contra nós.
    Nesta crise dos royalties, estamos lutando por nossos direitos e nosso futuro!
    Há muitos anos atrás, eu ouví uma declaração de que o Rio era "o único emirado pobre do mundo".
    Se perdermos estes royalties, a nossa situação piorará.
    Já é estranho pagarmos uma das gasolinas mais caras do mundo, se o petróleo é extraído de Campos e refinado em Duque de caxias!
    Com a secessão, com governo e moeda próprios, teríamos maior PIB per capta e maior Índice de Desenvolvimento Humano, já de cara.
    O petróleo é o maior produto comercial do mundo. Os produtos que importamos do Brasil,
    seriam importados de outro lugar, a melhores preços do que pagamos no mercado brasileiro.
    Nos veríamos livres do arranjo fiscal do governo federal, que recolhe tudo e nos devolve ( quantos porcento? 2%? ) quase nada.
    Quanto a preocupação com a eletricidade ou com urânio, que o Sr Quintino Gomes demonstra em seu post, seriam dirrimidas com as termoelétricas ( grande visão, a sua ) e podemos importar urânio até da África, onde já temos afinidade cultural, contatos comerciais antigos etc.
    É verdade que o Rio têm dezenas de organizações militares e as forças armadas não seriam problema, mas, ao ver você falar nisso, fico intrigado com uma coisa:

    PORQUE SERÁ QUE NOS ÚLTIMOS TEMPOS, VÁRIAS UNIDADES MILITARES DO RIO DE JANEIRO

    ESTÃO SENDO TRANSFERIDAS PARA OUTROS ESTADOS?
    O que será isto?

  • Marcos Paulo Reply

    7 de novembro de 2012 at 19:52

    Não acho que seja má ideia emancipar do Brasil. Hoje lendo a Folha de São Paulo notei o rancor generalizado que demais regiões do Brasil e, principalmente, São Paulo nutrem pelo Rio sem razão.

    A questão fica: o Rio e o Brasil suportariam um ficar sem o outro? Claro que sim.
    Amo o Brasil, mas não dá para ficar sendo sabotado o tempo por causa de bairrismos.
    Forças Armadas não seria um problema, afinal o país já não tem contingente e munição para 1h de guerra há muito tempo. Aliás o Rio tem presença militar marcante, quem mais perde são os outros.
    Cultura audiovisual, isso não é essencial em tempos de crise, é o preço da liberdade, mas já temos a maior emissora do país e o coração cinematográfico está aqui.
    Usina Nuclear de Angra pode importar urânio como já fazem dezenas de nações, mas qual a dificuldade em se utilizar termeelétricas com a enorme produção de Gás Natural do estado?

    O que não pode é Rio ficar sendo sabotado pelo resto do Brasil, levando fama pejorativa, como se a culpa dos males do Brasil fosse do carioca.
    O Rio está cansado de produzir e ver o ICMS ir para São Paulo. Estamos cansados dessa guerra fiscal que só nos prejudica.

  • Diogo Dioguinho Reply

    24 de Março de 2012 at 01:49

    OLA

  • Marcelo Reply

    2 de novembro de 2011 at 22:31

    O que vemos atualmente é muita conversa e nada de ação. O que as pessoas que concordam com a independência do Rio de Janeiro deveriam fazer é começar é uma campanha maciça em nossos meios de comunicação explicando a toda população do estado o roubo que nós, cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, teremos. Que RS, SP ou qualquer outro estado pleiteie também sua independência é problemas deles, pois o que eles querem é a falência do RJ, então que fiquem por lá, na deles. Que se esclareça a população e façamos um plebiscito referendado por todos os Fluminenses. A hora é agora, não vamos esperar ou depender de presidente ao políticos para ditar os rumos do nosso futuro.
    Rio de Janeiro, independência Já !!!! 

  • territorio40 Reply

    19 de outubro de 2011 at 21:25

    Independência do Rio, difícil seria mais fácil a independência de São Paulo que apesar de nunca ter sido capital do Brasil e nem ser a “porta de entrada” do país para com o exterior , representa o estado mais rico do país responsável por sediar a maioria das multinacionais estabelecidas no brasil , ter o maior porto da América Latina e ser responsável isoladamente por cerca de 35% do total do PIB do Brasil

  • Bahamondeadriano Reply

    17 de julho de 2011 at 16:17

    Independencia do Rio do Janeiro , JÁ JÁ JÁ:

  • cláudio Reply

    1 de Abril de 2010 at 13:07

    Eu já venho escrevendo nesse blog a um bom tempo e finalmente as pessoas estão caindo em si, já falei e repito tudo o quê está acontecendo no Rio é consequência da transferência da capital para Brasília. Essa possível perda dos royaltes que as pessoas estão se abalando tanto, não chega aos pés do que o rio perdeu com a construção de Brasília, inclusive o fato de se querer tirar os royaltes do Rio é consequência direta daqui não mais ser o D.F. O problema é que o Senhor JK resolveu ver na constituição um artigo moribundo do século XIX que falava da capital no interior do Brasil, em uma época que não existia misseis intercontinentais, aviação de guerra, entre outras coisas, e aí, por vaidade e comodismo, e para fugir das pressões populares, simplesmente não deu nada em troca para a cidade. Agora, é óbvio que ele queria destruir a cidade, pois se a cidade fosse compensada havia o receio de Brasília não decolar, pois você precisa que o inimigo fique fraco para você crescer, só que o efeito colateral disso foi que são Paulo, que rivalizava com oRio é que foi beneficiado, pois o Rioéra o único que fazia frente aquele estado, que ficou livre para dominar a mídia , mercado financeiro, pólítica do pais.

  • João Carlos Reply

    23 de Março de 2010 at 12:35

    O Ibsen Pinheiro deve pertencer a este movimento também:
    http://www.riograndelivre.org/

    Pois façamos como os gauchos…

  • Wilson Reply

    23 de Março de 2010 at 10:04

    Também apóio o novo partido!

  • João Carlos Reply

    23 de Março de 2010 at 08:25

    Ainda, para adiantar um pouco a discussão, poderíamos propor uma ação popular para tirar TODOS os nomes de ruas de origem gaucha no Estado do Rio: Por exemplo, Presidente Vargas (ditador do Estado Novo), General Canabarro (militar farrapo), Borges de Medeiros, etc… E apóio também a fundação de uma partido genuinamente fluminense, cuja principal proposta seja DEFENDER o Estado do Rio!

  • Gianluigi Reply

    23 de Março de 2010 at 02:57

    INDEPÊNDENCIA JÁ!!!

    O Rio de Janeiro foi capital do império e da república. Durante todo esse tempo a nossa população se acostumou a pensar o país, e não, problemas locais.
    Isso é apontado pelas classes dominantes como o motivo da decadência econômica do nosso Estado, o qual perdeu 30% na participação do pib desde a transferência da capital para Brasília. Dizem eles, que o Rio elegeu políticos que não se preocupavam com problemas locais, mas sim, com problemas nacionais. Trata-se de uma meia verdade que nos leva a uma compreensão errônea dos fatos.
    O Rio tinha a 2ª maior indústria naval de todo o mundo. Construía os navios com 80% de peças nacionalizadas e empregava 40 mil pessoas, mas, por falta de apoio financeiro sobre tudo da União (classes dominantes), quase deixou de existir.
    O principal Estado produtor de petróleo (Rio) tem 1 refinaria, enquanto São Paulo tem 4, sem falar em duas que ficam no Paraná (grande Paraná!Rss) divisa com São Paulo.
    Em 1988, o poder constituinte tirou dos Estados produtores de petróleo o icms, que hoje nos daria algo em torno de 17 bilhões por ano.
    Em 1989 ou 90, os paulistas deram um golpe na bolsa do Rio (então maior do país) e passaram a ter a Bovespa como principal bolsa do país.
    Até isso: no Rio acontece o festival de cinema Festival do Rio BR, patrocinado pela Petrobrás, que vinha ganhando corpo de grande festival e buscando a internacionalização, mas, há uns 3 ou 4 anos os paulistas fizeram com que o festival fosse espalhado por vários Estados e o enfraqueceram.
    Logo após a transferência da capital para Brasília, o economista Roberto Campos idealizou a transformação do Rio de Janeiro em uma zona franca de livre exportação, idéia que encontrou resistência dos paulistas e nordestinos oligarcas (classes dominantes). Acabaram fazendo um monstrengo que gerou a zona franca de livre IMPORTAÇÃO de Manaus. Nessa mesma época alguns países do oriente adotaram a idéia do Roberto Campos (que integrava o corpo de economistas do FMI) e acho que vocês já ouviram falar desses países, são os chamados “Tigres Asiáticos”.
    Já estão atuando fortemente contra o porto de Sepetiba, o qual, segundo projeções, pode se tornar o maior porto do hemisfério sul em 15 anos. Escoando toda a produção agrícola do Mato Grasso do Sul, Goias, Minas Gerais, boa parte de São Paulo mesmo. Além de entrar no comércio de transporte de contêineres. Um grupo de engenheiros paulistas já vieram ao Rio e sairam espalhando junto a possíveis investidores que o porto de Sepetiba é razo e tem problemas de açoriamento. Obs.: o porto de Santos tem um canal de 12 metros. Já o porto de Sepetiba tem o canal com 20 metros de profundidade.

  • gleivissom Reply

    23 de Março de 2010 at 00:57

    estao de olho grande no rio d janeiro logo agora com adescoberta do pre sal ,esses politicos olhos grandes ibsen pinheiro so pode ser doente ,maluco em entrevista a um canal de tv no rio grande do sul ele disse (O BRASIL DERROOTOU O RIO) isso nos leva a crer que existe um complo para afundar o rio de janeiro
    eu apoio a republica do rio de janeiro

  • I. Moreira Reply

    22 de Março de 2010 at 19:32

    Lendo os posts e verificando a insatisfação com os políticos fluminenses de um modo geral, eu só vejo um jeito de sair dessa situação, é fundar o “Partido Radical Fluminense”, partido que lutaria pelo Rio de Janeiro e não como fazem os demais partidos políticos que ficam só na politicagem.
    Os representantes teriam que ser fluminenses natos nada de estrangeiros.

  • rj riode janeiro Reply

    22 de Março de 2010 at 18:49

    República do Rio de Janeiro nota 10

  • Luday Reply

    22 de Março de 2010 at 17:08

    Eu, sinceramente, não entendo a razão de tanta discussão. Se o sr. Ibsen Pinheiro e seus pares determinaram que o petróleo não é do Rio de Janeiro – “mas do Brasil”; se o Rio de Janeiro não pode, por lei, cobrar ICMS, porque este imposto – quando referente a Petróleo – só pode ser cobrado no destino e não na origem; e se os royalties, que seriam a compensação, não podem ser recebidos pelo Rio de Janeiro, qual deve ser a nossa posição? Penso que, primeiramente, urge parar – imediatamente – a exploração e a produção, porque é até ilegal está a explorar e a produzir com matéria-prima que pertence a outra entidade. Cumpre, então, ao sr. Ibsen Pinheiro e seus pares, indicar quem será a nova entidade produtora. Eu sugiro que, sob essas mesmas novas regras impostas pelo dep. Ibsen, seja indicado o estado do Rio Grande do Sul. Ele seria o novo produtor de petróleo para todo o Brasil, sem cobrar ICMS e sem receber royalties, pois estes devem ser divididos de modo igualitário com todos os outros estados. É muito fácil ser fraterno e solidário com o produto do trabalho dos outros. Mas, a verdadeira prova de seu patriotismo e altruísmo seria dada assumindo esse papel de produtor que nada ou muito pouco recebe por sua produção – em benefício de – todas – as “criancinhas pobres” danação.

  • Rafael Oliveira Reply

    22 de Março de 2010 at 15:39

    Viva a República do Rio de Janeiro

  • Alexander M. Cordeiro Reply

    22 de Março de 2010 at 13:58

    Separação sim !!! Não aguento mais tanta roubalheira de Brasília.
    Viva a República do Rio de janeiro !!!

  • jcj Reply

    22 de Março de 2010 at 13:45

    leiam isso por favor,principalmente pessoas de outros estados.

    Investimentos 2010 – Rio de Janeiro

    Sistema FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro

    Investimentos em série

    O Rio de Janeiro vive um excelente momento de sua história. Nos próximos três anos, receberá investimentos públicos e privados superiores a R$ 107 bilhões, o que o coloca como o estado de maior destaque no atual cenário econômico brasileiro.

    Vivemos uma transformação econômica e social. O petróleo, sem dúvida, é uma alavanca da economia fluminense, com uma cadeia enorme de empresas e fornecedores. Mas outros setores da economia apostam na transformação do Rio de Janeiro. É o caso da siderurgia. A gigante CSA ThysenKrupp, por exemplo, em breve estará inaugurando sua planta industrial.

    Outros projetos de grande vulto, como o Porto do Açu, o Comperj, o Arco Metropolitano e Angra 3, apenas para citar alguns, irão dinamizar ainda mais as atividades industriais e trazer os benefícios do desenvolvimento sustentável.

    Este estudo, Decisão Rio, é mais uma contribuição do Sistema FIRJAN para o setor produtivo e para nosso desenvolvimento. Um mapeamento dos investimentos que poderá servir como instrumento eficaz para indústrias fluminenses que queiram ampliar seus negócios, pequenas e grandes empresas do país e do exterior que aqui pretendem se instalar, auxiliar no planejamento de ações do poder público e fornecer informações à sociedade como um todo.

    O Decisão Rio ganhou também uma versão no Google Earth. O Sistema FIRJAN é a primeira instituição a usar este serviço de mapeamento dos investimentos no nosso Rio de Janeiro, por meio desta poderosa ferramenta. Ela ajudará a identificar, de forma visual e imediata, os investimentos em cada região, relacionando-os com as demandas futuras de mão-de-obra e da cadeia produtiva.

    Espero que tirem o máximo proveito deste trabalho e que ele os ajude na decisão de investir cada vez mais em nosso estado.

    Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira

    Presidente do Sistema FIRJAN

    Apresentação

    A Gerência de Infra-Estrutura e Novos investimentos do Sistema FIRJAN realiza anualmente uma pesquisa das intenções de investimentos no Estado do Rio de Janeiro, intitulada Decisão Rio, junto aos próprios investidores privados e estatais, para um período prospectivo de três anos. O seu objetivo é mostrar as tendências de investimentos e apresentar oportunidades de negócios aos tomadores de decisão do setor público e da iniciativa privada.

    A presente edição, que compila um valor recorde de investimentos – mais de R$ 107 bilhões anunciados até o mês de julho de 2007 para o período 2008-2010 – traz, além da tradicional análise do perfil e evolução da economia fluminense e da apresentação dos números dos investimentos, diversas novidades, configurando-se como um instrumento valioso para os empresários – nacionais ou internacionais – que desejam investir no Rio de Janeiro: primeiro, dedica uma seção inteira ao detalhamento dos principais projetos de investimento, com informações referentes ao valor, mercado potencial, oportunidades de negócios, cronograma de implantação e estágio atual do empreendimento. Segundo, traz uma abordagem totalmente inovadora ao mapear no software Google Earth todos os investimentos listados.

    Com essa ação, o Sistema FIRJAN orgulha-se de colocar o Rio de Janeiro na fronteira tecnológica como o primeiro estado do mundo a ter os investimentos anunciados para os próximos anos georreferenciados e disponibilizados aos investidores. Essa ferramenta permite, ainda, estudar novas possibilidades de investimentos e sinergias, evidenciando ainda mais as vantagens de se empreender no Rio de Janeiro. Por fim, o Decisão Rio 2008-2010 foi editado tanto em português quanto em inglês, dada a parceria entre a Gerência e o Centro internacional de Negócios (CIN) do Sistema FIRJAN e a intenção de torná-lo um verdadeiro mapa das oportunidades para os investidores estrangeiros.

    Ao realizar esse mapeamento e oferecê-lo ao público e aos investidores, o Sistema FIRJAN tem a certeza de estar contribuindo para o desenvolvimento econômico fluminense e para atração de novos investimentos para o Estado. Com ele, o Rio de Janeiro certamente deixará de ser uma opção para se tornar, definitivamente, uma Decisão.

    Total dos investimentos previstos

    Os investimentos anunciados no Rio de Janeiro no período entre 2008 e 2010 somam R$ 107,3 bilhões, o que resultará na criação de mais de 310 mil novos empregos diretos e indiretos.

    A indústria de transformação

    O grande destaque é o setor siderúrgico, cujo volume de investimento, da ordem de R$ 17,4 bilhões, atingirá 60% do total de R$ 29,2 bilhões a ser realizado na indústria de transformação. Considerando-se apenas os investimentos da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), o montante é de quase R$ 15 bilhões. No setor petroquímico, destaca-se a implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), maior investimento atualmente em andamento no país, que está sendo realizado pela Petrobras e que entrará em operação em 2015. Os investimentos são da ordem de R$ 17,7, bilhões, dos quais R$ 6,3 bilhões previstos até 2010.

    Outros investimentos da Petrobras

    A Petrobras tem peso significativo nos investimentos previstos, e os investimentos divulgados de forma agregada pela companhia somam R$ 39,7 bilhões no período, ou seja, 37% do total. 1

    Infra-Estrutura

    O Rio de Janeiro receberá uma grande soma de investimentos em infra-estrutura: são R$ 28,4 bilhões, ou seja, 27% do total.

    A logística do estado será a grande beneficiada, uma vez que quase metade dos recursos será canalizada para esta área. A construção do Arco Metropolitano, a implantação do Complexo Logístico do Açu e a modernização do Aeroporto internacional Tom Jobim são alguns destaques da área, uma vez que reforçam a competitividade do Rio de Janeiro.

    Na área de energia, o estado será beneficiado pela implantação de Angra 3, pela construção da Usina Hidrelétrica de Simplício e da Termelétrica do Porto do Açu, aumentando a sua capacidade de geração de energia. Os investimentos totais em energia superam R$ 12 bilhões, ou seja, 43% do total previsto na área de infra-estrutura.

    Turismo

    Estão previstos investimentos da ordem de R$ 9 bilhões, concentrados, sobretudo, na Região da Costa do Sol, no Leste Fluminense. Búzios, Maricá e Cabo Frio receberão grandes empreendimentos turísticos.

    Distribuição regional

    Ao município do Rio de Janeiro será destinado o valor de R$ 13,7 bilhões. Além da grande soma advinda do setor siderúrgico, cabe mencionar os investimentos da indústria naval, tanto no que diz respeito às encomendas quanto à expansão/modernização dos estaleiros.

    Cabe destacar os investimentos no Leste Fluminense, em especial o Comperj e a Fazenda São Bento da Lagoa. Na Baixada, os empreendimentos na área de influência do Porto de Itaguaí, como por exemplo, a instalação da nova unidade da CSN e da Coquepar. No Norte, sobressaem a revitalização do plantio da cana-de-açúcar e a implantação de novas usinas de álcool visando o mercado mundial de etanol.

    Competitividade da Economia Fluminense

    O Estado do Rio de Janeiro vive um ciclo de desenvolvimento sustentado, e sua economia altamente diversificada corresponde à segunda unidade da federação em termos de Produto interno Bruto (PIB). Em 2006, o PIB fluminense superou a marca recorde de R$ 300 bilhões, representando 13% da produção nacional – há 10 anos este percentual era inferior a 11%. Comparando-se aos demais países da América Latina, o PIB fluminense é superior ao do Chile, Colômbia e Peru, e em termos per capita é imbatível tanto dentre os estados brasileiros como em toda a América do Sul.

    Sua extensão territorial corresponde a 43.910 km2 de bela topografia banhada pelo mar e clima agradável com excelente infra-estrutura (incluindo aeroportos, portos e extensa malha rodoviária), além de privilegiada localização no epicentro da produção nacional – cerca de 65% da produção nacional situa-se em um raio de 500 km da capital estadual. Ademais, com o maior índice de urbanização (96,8%) e uma das menores taxas de desemprego do país (8%), sua população de 15,6 milhões de habitantes exibe bons indicadores sociais, de escolaridade e de saúde.

    A atual marcha de desenvolvimento fluminense tende a aumentar ainda mais o ritmo, tendo em vista o programa de volumosos investimentos públicos e privados para os próximos anos – mais de R$ 107 bilhões entre 2008 e 2010. Este cenário otimista alicerça-se no bom quadro econômico do Estado e maior alinhamento entre os governos estadual e federal.

    Indício de pujança econômica fluminense aparece em seu setor externo, que cresce a passos largos. Ao final de 2006, as exportações fluminenses superaram US$ 11 bilhões, aumentando mais de 500% desde 2000, passando da 9a para a 4a posição entre os maiores estados exportadores no período. Uma análise mais detalhada evidencia que a indústria extrativa do petróleo liderou em 2006, com 58% do total exportado, seguida pelas indústrias química (12%) e metalúrgica (11%). Outro ponto positivo consiste na crescente pulverização de mercados compradores e produtos exportados pelas indústrias fluminenses.

    Em termos fiscais, o Estado do Rio de Janeiro também mostra envergadura ao contabilizar receitas correntes de R$ 34 bilhões em 2006 – superior às receitas totais, incluindo todas as esferas de governo, de Uruguai, Bolívia e Paraguai juntas. Entre as maiores fontes de financiamento, sobressai-se o imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (iCMS), cuja arrecadação, totalizada em R$ 14,5 bilhões, correspondeu a 74,3% de toda a receita tributária do Rio de Janeiro em 2006. Os royalties sobre a exploração de petróleo, classificados como receitas patrimoniais não-tributárias, constituem a segunda maior fonte de receita estadual, tendo atingido R$ 5,1 bilhões em 2006.

    A robustez do crescimento da economia fluminense fundamenta-se, sobretudo, na força de sua indústria. O parque industrial fluminense é muito dinâmico e evoluiu de forma positiva nos últimos dez anos, com ganhos de produtividade em toda a cadeia produtiva. A participação da indústria no PIB fluminense saltou de 32%, em 1997, para níveis superiores a 47%, a partir de 2004. Em números, há aproximadamente 550 mil trabalhadores industriais formais alocados em mais de 21 mil empresas em todo o Estado. Além disso, as cinco maiores empresas brasileiras têm sua sede no Rio de Janeiro: Petrobras, Petrobras Distribuidora, ipiranga, Companhia Vale do Rio Doce e Shell.

    A indústria extrativa do norte fluminense foi a que mais cresceu nos últimos dez anos, desempenhando participação fundamental no sucesso industrial do Estado. Sua participação no PIB fluminense saltou de 3%, em 1997, para aproximadamente 20% atualmente. O Estado do Rio de Janeiro tornou-se o maior produtor de petróleo e gás natural do país, respondendo por 85% e 45% da produção nacional, respectivamente. De produção praticamente inexistente em 1996, o crescimento médio anual da extração de petróleo em águas profundas foi de 19,6%, atingindo a marca de 1,7 milhão de barris por dia. Este volume qualifica o Rio de Janeiro como um dos maiores produtores mundiais de petróleo, superando até mesmo a produção de países pertencentes à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), como Argélia e Nigéria.

    As cifras bilionárias do setor petrolífero têm grande poder multiplicador em outras indústrias do Estado. Apenas os royalties e a participação especial referentes à exploração extrativa já renderam montantes superiores a R$ 10 bilhões às prefeituras da região norte fluminense nos últimos dez anos, quase o dobro da arrecadação própria de tributos municipais de todo o Estado. Com efeito, o Produto interno Bruto do conjunto de cidades fluminenses produtoras de petróleo mais que triplicou em termos reais no período entre 1999 e 2004, ao passar de R$ 19,4 bilhões para R$ 66,1 bilhões, segundo cálculos do instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (iBGE). O grande desafio destes municípios está em canalizar os recursos para viabilizar o nascimento de outras indústrias e atividades econômicas não ligadas apenas ao petróleo, dado que as reservas de petróleo tendem a se reduzir no longo prazo. Assim, grandes investimentos em infra-estrutura estão sendo feitos, com muitas oportunidades geradas na medida em que as prefeituras buscam atrair empresas. Desde modo, vários distritos industriais, gozando de incentivos fiscais e generosos financiamentos, diversificam a economia da região.

    As externalidades da indústria extrativa também geram dividendos para as indústrias petroquímica e de refino de petróleo. Um dos mais importantes investimentos em execução refere-se ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Estima-se que a produção de plásticos do Estado aumentará 300% quando o Comperj começar a produzir, em 2015, com impacto positivo de até 7% sobre o PIB fluminense.

    Outra indústria beneficiada indiretamente pelo setor petrolífero é a naval, cuja representação fluminense corresponde a 75% do total nacional. Na esteira da demanda por navios e plataformas de produção de petróleo e gás, os estaleiros fluminenses já planejam criar 55 mil novos postos de trabalho. Neste sentido, pelo menos 20 estaleiros já foram reabertos ou revitalizados com apoio do governo estadual. Este setor também se encontra favorecido pelo atual aquecimento do comércio internacional, cuja demanda por fretes marítimos aumentou bastante nos últimos dois anos – o que remete a outro pólo de desenvolvimento: os portos fluminenses.

    Os investimentos previstos em portos fluminenses estão revolucionando o cenário logístico estadual, notadamente os portos de Açu, Itaguaí e Barra do Furado. O primeiro deles, um empreendimento privado de quase R$ 5 bilhões, será destinado prioritariamente ao escoamento de minério de ferro. Localizado ao norte do Estado, em São João da Barra, este grande terminal logístico irá se constituir como um dos portos mais profundos do Brasil, com perspectivas de se tornar a grande âncora econômica da região. Por sua vez, o Porto de Itaguaí, também conhecido como Porto de Sepetiba, por estar localizado na baía de mesmo nome, ocupa uma área de 10 milhões de m2 ao sul do Estado, e tem potencial para se firmar como hub da América do Sul, após a finalização das obras de dragagem e construção de novo terminal. Sua importância econômica será potencializada com a construção do Arco Metropolitano, obra que está prevista para iniciar em 2008 e que integrará os cinco grandes eixos rodoviários do país.

    Ao mesmo tempo, o setor siderúrgico do sul fluminense está em pleno processo de expansão, com capacidade de se tornar o maior pólo da siderurgia nacional, internalizando atividades de pesquisa e outros ramos produtivos associados à produção de aço. Com grande soma de investimentos, acompanhada do apoio do Sistema FIRJAN na capacitação de trabalhadores, mesmo sem produzir o minério bruto, o Estado consolidará seu poder de influência sobre operações que envolvem tanto as matérias-primas como os produtos no mercado doméstico e internacional.

    O avanço da indústria automobilística é outro exemplo do potencial e dinamismo da economia fluminense. Em uma década, o Rio de Janeiro viu a região do Médio Paraíba (em especial, os municípios de Resende e Porto Real) transformar-se em importante pólo da indústria automobilística brasileira.

    Por fim, a indústria fluminense do turismo vive um momento de expansão e revitalização, com mais de 25 mil quartos e uma taxa média anual de ocupação de 70%, sendo a cidade do Rio de Janeiro a mais visitada do Brasil. Em 2007, obteve duas importantes vitórias que se constituíram como verdadeiros marcos para o setor – a eleição do Cristo Redentor entre as sete novas maravilhas do mundo e a realização, com sucesso, dos Jogos Pan-Americanos – ambos apoiados pelo Sistema FIRJAN. A nova fronteira comercial do setor, porém, consiste no incremento do turismo de negócios e na maior interiorização das visitas turísticas, e será favorecida pela construção de resorts em diversos pontos do litoral fluminense. Neste sentido, novos investimentos na melhoria da infra-estrutura de organização de congressos, feiras e eventos, além da capacitação da população do interior, estão a caminho.

    O Estado do Rio de Janeiro é, enfim, uma terra de oportunidades para os empresários – nacionais ou internacionais – dos mais diversos setores. Esta nova edição do Decisão Rio constitui-se em um mapa para o investidor, permitindo uma visão mais profunda do processo pelo qual passa o Estado hoje, cuja força motriz alicerça-se não somente no dinamismo passado mas também na extensão e diversidade de investimentos públicos e privados futuros. Dar visibilidade a esse processo faz parte da missão do Sistema FIRJAN de potencializar o desenvolvimento fluminense com a expansão do espírito empresarial, como evidenciado pelos projetos a seguir.

    Investimentos anunciados para o período 2008-2010 no Rio de Janeiro

    Investimentos no Rio de Janeiro

    No período de 2008 a 2010 serão investidos no Estado do Rio de Janeiro um total de R$ 107,3 bilhões, com estimativa de geração de mais de 310 mil postos de trabalho diretos e indiretos. São investimentos públicos e privados, de capital nacional e estrangeiro, com objetivos de implantação de novas plantas ou de modernização e expansão das já existentes. Os destinados à implantação respondem por 51% do total e os 49% restantes se dividem em expansão e modernização e construção de embarcações.

    Os investimentos serão realizados em diversos setores da economia, seja naqueles em que o Estado já possui uma vocação natural seja em novos segmentos, criando assim inúmeras oportunidades de negócios no Rio de Janeiro.

    Por setor

    Os investimentos industriais respondem por 64% do total previsto, ou seja, R$ 68,9 bilhões, englobando os investimentos da indústria de transformação, que somam R$ 29,2 bilhões, e os da Petrobras, da ordem de R$ 39,7 bilhões no período em análise.

    A indústria de transformação

    Os investimentos no setor siderúrgico respondem por 60% do total a ser realizado na indústria de transformação do Rio de Janeiro: serão R$ 17,4 bilhões até 2010. Desse total, 96% dos recursos serão destinados à implantação de quatro novas usinas, que somam R$ 16,7 bilhões.

    Entre os projetos de maior destaque encontram-se o da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), um investimento de R$ 7,2 bilhões, e o da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da ordem de R$ 7,6 bilhões. A esses projetos, soma-se ainda a construção da nova usina do Grupo Votorantim, que demandará recursos de R$ 1 bilhão, e a implantação de uma nova planta da Gerdau, com investimento previsto de R$ 930 milhões.3

    Além dos projetos de implantação, cabe mencionar a expansão da Siderúrgica Barra Mansa, do Grupo Votorantim, localizada na região sul do Rio de Janeiro, e da Cosigua, siderúrgica do Grupo Gerdau localizada na capital fluminense.

    Outro grande destaque é a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). É o maior investimento da história da Petrobras: serão R$ 17,7 bilhões até 2015 (dos quais R$ 6,3 bilhões previstos até 2010), a ser realizado no município de Itaboraí, que deverá gerar uma grande transformação na dinâmica econômica desse município e dos municípios vizinhos. O objetivo é a implantação de uma refinaria petroquímica, uma Unidade de Petroquímicos Básicos (UPB) e um conjunto de Unidades Petroquímicas Associadas (UPA’s). O município vizinho, São Gonçalo, receberá, por sua vez, a Central de Escoamento de Produtos Líquidos e o Centro de integração. A Petrobras estima que o empreendimento vai gerar cerca de 212 mil empregos diretos e indiretos.

    Além dos investimentos no setor siderúrgico, cabe destacar as inversões da indústria naval. Os investimentos a serem realizados na expansão e modernização dos estaleiros, somados às encomendas dos armadores, totalizam R$ 2,6 bilhões, incluindo-se neste montante as encomendas da Transpetro (subsidiária da Petrobras).

    Investimentos da Petrobras

    Os investimentos da Petrobras previstos para o Estado do Rio de Janeiro somam R$ 39,7 bilhões no período de 2008 a 2010. Esses investimentos dizem respeito ao desenvolvimento da produção de petróleo e gás natural na Bacia de Campos, à construção de gasodutos e terminais de gás natural liquefeito, à construção de um novo Centro integrado de Processamento de Dados, bem como ampliação e modernização do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), à ampliação da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), dentre outros. Embora o valor individual desses investimentos não possa ter sido identificado, o valor global e o prazo foram divulgados pela Petrobras em seu plano de investimentos.

    Infra-Estrutura

    O Estado do Rio de Janeiro receberá um grande volume de investimentos em infra-estrutura nos próximos anos: serão R$ 28,4 bilhões, o que representa 27% do total previsto até 2010.

    Verifica-se que 41% dos recursos, cerca de R$ 12 bilhões, serão destinados à área de logística. Vale destacar nesta categoria os investimentos no Arco Metropolitano, um montante de R$ 802 milhões. O Arco, que contornará a região metropolitana do Rio de Janeiro, ligará grandes eixos rodoviários nacionais ao Porto de Itaguaí. Além disso, interligará os dois maiores investimentos em andamento no Estado, a CSA e o Comperj, passando ainda pela Baixada Fluminense, região que receberá um grande volume de investimentos no período em análise, e onde está localizado o pólo gás químico do Estado. 5

    Ao lado do Arco Metropolitano, os investimentos a serem realizados no Aeroporto internacional Tom Jobim, na cidade do Rio de Janeiro, e a implantação e a construção do Complexo Logístico do Açu, em São João da Barra, reforçam as vantagens logísticas do Rio de Janeiro. Além disso, cabe ressaltar os investimentos superiores a R$ 12 bilhões a serem destinados à geração e transmissão de energia no período em questão. A construção de Angra 3, um investimento total de R$ 7,2 bilhões, da Usina Hidrelétrica de Simplício (R$ 1,2 bilhão) e da Termelétrica do Porto do Açu (R$ 5,2 bilhões) são destaques na área de geração. 6

    Turismo

    No setor de turismo, os investimentos para o período 2008-2010 somam R$ 9 bilhões, ou seja, 8% do total previsto para o Estado.

    Os destaques estão nos grandes empreendimentos turísticos na região da Costa do Sol, em especial nos municípios de Búzios, Maricá e Cabo Frio.

    O maior investimento, a Fazenda São Bento da Lagoa, no município de Maricá, ainda em análise, deverá injetar R$ 8 bilhões na economia da região. O projeto prevê a instalação de um resort em uma área de 8 km2 e será executado por um grupo de investidores luso-espanhol. Em função do terreno já adquirido pelo grupo investidor estar situado em uma Área de Proteção Ambiental (APA) do Município, sua realização ainda depende do licenciamento ambiental.

    Outros resorts também são planejados na região. No Superclubs Breezes, em Búzios, serão investidos R$ 120 milhões, e na Reserva do Peró, em Cabo Frio, R$ 600 milhões.7

    Por regiões do Estado

    O Leste Fluminense receberá o maior volume de investimentos previsto para o período 2008-2010, seguido pelo município do Rio de Janeiro, como mostra o Gráfico 3 a seguir.

    Leste Fluminense

    O Leste Fluminense receberá 15% do total, ou seja, R$ 16,1 bilhões. Grande parte desse valor diz respeito à implantação do Comperj, que tenderá a atrair empresas da terceira geração petroquímica (plásticos) para o entorno da região. A região também receberá diversos projetos turísticos nos municípios de Búzios, Cabo Frio e Maricá, conforme mencionado anteriormente, com grande potencial de atração de empresas de comércio e serviço que integram a cadeia produtiva do turismo.

    Município do Rio de Janeiro

    Ao município do Rio de Janeiro está destinada parte significativa dos investimentos mapeados do setor naval. De um total de 13 navios a serem licitados pela Transpetro, nove serão construídos pelo consórcio Rio Naval, do Rio de Janeiro – constituído pela MPE Participações e Administração S.A., que tem 90% do capital social, e pela Sermetal Estaleiros Ltda., com os 10% restantes. O valor total dessas encomendas é de R$ 1,96 bilhão.

    Além disso, o Estaleiro ilha S.A. (Eisa) recebeu encomendas de cinco navios porta-containeres da Log-in, braço logístico da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e de dois graneleiros da Laurin do Brasil. Juntos, esses contratos somam cerca de R$ 528 milhões até 2010.

    Considerando as encomendas de construção de um navio graneleiro, as encomendas do Eisa totalizam R$ 779,5 milhões.

    O destaque no município fica por conta dos empreendimentos do setor siderúrgico, no entorno do Porto de Itaguaí. Em Santa Cruz será implantada a nova usina da ThyssenKrupp e da CVRD, a CSA, um investimento de R$ 7,2 bilhões, além da construção da nova usina do Grupo Gerdau (R$ 930 milhões). Na mesma região, está prevista a ampliação da Cosigua (R$ 480 milhões).

    Também na Zona Oeste do Rio, nas proximidades do Porto de Itaguaí, estão previstos dois projetos da Michelin, que totalizam cerca de R$ 630 milhões. Um deles é a implantação de uma nova fábrica voltada à produção de pneus de mineração e terraplanagem junto à unidade já existente. O outro é a expansão da unidade já existente, também voltada para o segmento de pneus de carga.

    Ao lado desses investimentos, as obras públicas a serem licitadas representam uma grande oportunidade para o setor da construção civil. Serão investidos R$ 409,7 milhões em obras de urbanização nas favelas do Alemão, Rocinha e Manguinhos. Além disso, a Prefeitura do Rio de Janeiro tem projeto para ampliação da rede de transportes de massa com a construção de uma ligação entre a Barra da Tijuca e a Penha, baseada na integração Ônibus-Metrô. O projeto está orçado em R$ 577 milhões e ainda será aberto o processo de licitação. Merecem destaque, ainda, os investimentos destinados à: Modernização do Aeroporto internacional Tom Jobim, que também está inserido no PAC e consumirá R$ 170 milhões; revitalização do Porto do Rio com Parceria Público-Privada para a qual, até 2010, serão necessários perto de R$ 245 milhões; e ampliação da Linha do Metrô Rio até a Praça General Osório, em ipanema, que consumirá R$ 308 milhões.

    Baixada Fluminense – Área 1

    Na Região da Baixada Fluminense, ainda na área de influência do Porto de Itaguaí, também estão previstas

    inversões que totalizam R$ 8,9 bilhões. Destaca-se a construção da nova usina da CSN, de R$ 7,6 bilhões, que complementa os empreendimentos previstos do setor siderúrgico na região. Juntos, tornarão o Estado um importante pólo nacional de siderurgia.

    Além disso, está prevista para a região, no município de Seropédica, a implantação da Companhia de Coque Calcinado de Petróleo S.A. (Coquepar), um investimento de R$ 338 milhões a ser realizado a partir de uma parceria entre as empresas Petroquisa, Unimetal e Brazil Energy. A empresa, cujo objetivo é a calcinação de coque verde de petróleo, terá capacidade de produção de 250 mil toneladas por ano.

    No Porto de Itaguaí serão investidos R$ 529 milhões. São recursos destinados à dragagem (R$ 200 milhões) e à construção de um novo terminal de granéis sólidos (R$ 329 milhões), em especial para a movimentação de minério de ferro.

    Norte e Noroeste Fluminense

    Na Região Norte Fluminense, cabe ressaltar a implantação do Complexo do Açu, projeto da LLX na ordem de R$ 4,9 bilhões. Trata-se da construção de um terminal portuário no município de São João da Barra, de uma usina de pelotização, de piers off-shore com capacidade de receber navios de grande porte e de uma termelétrica. A Termelétrica do Porto do Açu terá uma potência instalada de 1,4 mil MW, sendo duas unidades geradoras a carvão de 700 MW. A usina, que começará a operar no segundo semestre de 2012, demandará investimentos de R$ 5, 2 bilhões, dos quais R$ 4,1 bilhões até 2010.

    Além disso, cabe destacar novos projetos de investimentos no setor sucroalcooleiro a serem realizados no Norte Fluminense impulsionados, sobretudo, pela expectativa de crescimento de mercado mundial de etanol. Esses projetos são de grande importância para o setor na região, que no passado foi uma grande produtora de cana-de-açúcar. Entre os investimentos previstos, cabe ressaltar o projeto da Alcana Agroenergética, voltado à implantação de uma usina no município de Campos, que produzirá 45 milhões de litros de álcool por ano. As inversões da Alcana somam R$ 300 milhões.

    Também, merecem destaque os investimentos da Elcana, de R$ 180 milhões, a ser implantada igualmente no município de Campos, além do projeto da Dequisa, de R$ 40 milhões, em Quissamã.

    Na Região Noroeste Fluminense destaca-se o projeto de implantação da Agroindústria Bom Jesus do Itabapoana – em município de mesmo nome –, uma usina de álcool que entrará em operação em 2009 e será responsável pela geração de 7 mil empregos diretos e indiretos a partir de inversões de R$ 250 milhões.

    Sul Fluminense

    No Sul Fluminense destacam-se os investimentos em energia, em especial a implantação da usina nuclear de Angra 3, a ser construída no município de Angra dos Reis, na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), onde já se encontram as usinas nucleares Angra 1 (600 MW) e Angra 2 (1350 MW). O aumento da oferta de energia melhorará ainda mais a infra-estrutura do Estado.10

    Cabe destacar também os investimentos em siderurgia a serem realizados pelo Grupo Votorantim na região. O primeiro diz respeito à construção de uma nova usina em Volta Redonda no valor de R$ 1 bilhão e o outro refere-se à modernização da Siderúrgica Barra Mansa, visando ao aumento da capacidade instalada em Barra Mansa.

    Outro investimento de destaque em Volta Redonda, da ordem de R$ 238 milhões, é a implantação de uma fábrica de cimento da CSN, com produção inicial de 1,5 milhão de toneladas e geração de 70 empregos diretos e 180 indiretos.

    Descrição dos investimentos e oportunidades

    Nas páginas seguintes encontram-se informações resumidas sobre os principais investimentos compilados pelo estudo. Elas trazem os seguintes dados:

    Segmento industrial.

    Localização física.

    Empreendedores.

    Descrição do projeto e valor do investimento.

    Mercado potencial.

    Cronograma e estágio atual (referente ao 4º trimestre de 2007). Cabe ressaltar que no Brasil os investimentos requerem licença ambiental. Esse processo começa com a elaboração de um Estudo de impacto Ambiental (EiA) e com a apresentação de um Relatório de impacto Ambiental (RiMA), a partir do qual o investidor obtém a licença prévia. Após realizar audiências públicas nas localidades afetadas, os investidores precisam fazer ajustes no projeto para obter a licença de instalação, que permite o início das obras. Após a construção terminada, é expedida a licença de operação, que possibilita o início do funcionamento.

    Oportunidades de negócios.

    informações ainda mais detalhadas sobre os investimentos descritos ou oportunidades de negócios podem ser obtidas no Sistema FIRJAN. Tanto a Gerência de infra-Estrutura e Novos investimentos quanto o Centro internacional de Negócios (CIN) estão aptos a fornecer o apoio necessário para potenciais investidores nacionais ou internacionais que desejem se instalar ou realizar negócios com indústrias fluminenses. Cabe lembrar, ainda, que o mapeamento desses investimentos está disponível para ser utilizado no softare Google Earth.

    Descrição dos Investimentos e Oportunidades – Investimentos Siderúrgicos

    No período 2008-2010, o Rio de Janeiro receberá um grande volume de investimentos no setor siderúrgico, que tornará o estado fluminense o grande pólo de produção de aço no Brasil. Esses investimentos são importantes tanto pela sua magnitude quanto pelo impacto econômico que gerarão no Estado, em especial pela característica do setor de possuir uma extensa cadeia produtiva a jusante e a montante, como demonstra a figura abaixo, que deixa claro o leque de indústrias que podem ser beneficiadas com esse tipo de empreendimento.

    Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA)

    Segmento: Siderurgia.

    Localização: Rio de Janeiro – RJ.

    Empreendedores: 1) ThyssenKrupp Steel (90%); 2) Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) (10%).

    Descrição do projeto: implantação de um complexo siderúrgico que engloba além de uma usina, uma termelétrica, uma coqueria e um terminal portuário. A capacidade de produção prevista da siderúrgica é de 5 milhões de ton/ano de placas de aço destinadas ao mercado externo e a coqueria terá capacidade de produzir 1,4 milhão de ton/ano de coque.

    A implantação da CSA é o principal investimento da alemã ThyssenKrupp Steel no Brasil. A perspectiva é que a etapa de construção chegue a gerar 18 mil empregos e a fase de operação 3,5 mil empregos diretos e cerca de 15 mil indiretos.

    Mercado potencial: a produção da CSA será totalmente destinada ao mercado externo. A estimativa da empresa é que 2 milhões de toneladas sejam exportadas para as suas instalações na Alemanha e para outros países europeus. Já os outros 3 milhões devem abastecer o mercado norte-americano, em especial, os Estados Unidos.

    Valor do investimento: R$ 7,1 bilhões.

    Cronograma de implantação: as obras do porto serão concluídas entre agosto e setembro de 2008 e as obras da siderúrgica deverão ser concluídas até dezembro do mesmo ano. O início das operações está previsto para março de 2009.

    Descrição das oportunidades: fornecimento de produtos e serviços durante a fase de construção, considerando que a maior parte das obras de engenharia já está contratada; instalação de indústrias do ramo metal-mecânico no entorno do empreendimento para fornecer produtos e serviços após o início da operação; instalação de comércio e serviços, além de construção residencial para atender à demanda por novas moradias que surgirá no distrito de Santa Cruz e nos municípios de seu entorno.

    Estágio atual: as obras foram iniciadas em junho de 2007.

    Embora estejam mapeados investimentos de montantes ainda maiores, a construção da CSA é o maior investimento privado atualmente em andamento no país, e gerará uma grande modificação na dinâmica econômica local. O Sistema FIRJAN, através do SENAI-RJ, tem atuado em parceria com a CSA fornecendo treinamento para capacitar a mão-de-obra da localidade, mitigando assim os problemas que uma eventual migração desordenada de trabalhadores de outras localidades poderia causar ao desenvolvimento da região.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)

    Segmento: Siderurgia.

    Localização: Itaguaí.

    Empreendedores: Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

    Descrição do projeto: construção de uma usina com três altofornos na área do Porto de Itaguaí, com capacidade de produção anual de 4,5 milhões de toneladas de placas de aço destinadas ao mercado externo. Estima-se que sejam gerados 2,5 mil empregos diretos na fase de operação. O investimento da CSN será, quando iniciado, o maior a ser realizado no setor siderúrgico no Brasil nos próximos três anos, superando o da CSA.

    Valor do Investimento: R$ 7,6 bilhões.

    Mercado potencial: o mercado externo será o principal destino da produção da nova usina, em especial para suprir a demanda de suas próprias laminadoras localizadas em Portugal, a Lusosider, e nos Estados Unidos, a CSN LLC.

    Cronograma de implantação: a usina tem previsão de iniciar as operações em 2009, mas acredita-se que essa data deva ser postergada devido ao estágio atual de implementação e pela decisão da Baosteel de desistir da parceria que estava sendo estudada para o projeto.

    Descrição das oportunidades: potencial interesse da CSN em obter novo parceiro, em substituição à Baosteel; demanda por contratação de empresas de engenharia e construção civil; instalação de indústrias do ramo metal-mecânico no entorno do empreendimento para fornecer produtos e serviços após o início da operação; instalação de comércio e serviços, além de construção residencial para atender à demanda por novas moradias, que surgirá no município de Itaguaí e redondezas.

    Estágio atual: a empresa já obteve a licença prévia e está aguardando a licença de instalação e a definição da estratégia da companhia para dar início às obras.

    Os investimenos totais da CSN no Brasil irão triplicar a capacidade de produção

    da empresa nos próximos anos. O Rio de Janeiro terá importância significativa nesse processo, uma vez que 40% desse total será investido no estado.

    Votorantim

    Segmento: Siderurgia.

    Localização: Resende – Região Sul Fluminense.

    Empreendedores: Grupo Votorantim.

    Descrição do projeto: construção de uma nova usina com capacidade de produção de 1 milhão de toneladas de fio-máquina e vergalhão. Estima-se que sejam gerados 4,3 mil empregos diretos e indiretos quando a unidade entrar em operação. A usina será construída em um terreno de 4,3 milhões de metros quadrados, a 50 quilômetros da outra usina do Grupo, a Siderúrgica Barra Mansa.

    Valor do investimento: R$ 1 bilhão.

    Mercado potencial: a produção será destinada ao mercado nacional de aços para a construção civil.

    Cronograma de implantação: o projeto será desenvolvido em duas fases: na primeira serão investidos R$ 860 milhões, garantindo uma produção anual de 500 mil toneladas de laminados a partir de 2009. Na segunda etapa, que dependerá do comportamento da demanda, serão aportados recursos na ordem de R$ 152 milhões, adicionando 500 mil toneladas por ano à capacidade produtiva da empresa.

    Descrição das oportunidades: instalação de indústrias do ramo metal-mecânico no entorno do empreendimento para fornecer produtos e serviços após o início da operação; instalação de comércio e serviços para atender à expansão da renda da população local; instalação de indústrias que utilizem o material como insumo em sua produção, próxima ao empreendimento, de forma a reduzir custos logísticos; fornecimento para as empresas de engenharia executantes da obra.

    Estágio atual: lançada a pedra fundamental, obras iniciadas.

    O Grupo Votorantim é um dos maiores grupos privados nacionais com operação em diversos setores como cimento, papel e celulose, energia, dentre outros. A atuação do Grupo na produção de aços longos, empregados na construção civil, se dá na Siderúrgica Barra Mansa, localizada no sul do Estado do Rio de Janeiro. Sua capacidade atual de produção é de 600 mil toneladas/ano. Os novos investimentos previstos pelo Grupo, que juntos somam R$ 1,3 bilhão, não só garantem que a capacidade de produção do Grupo Votorantim atinja 2 milhões de toneladas/ano, mas também que se destaque nacionalmente na produção de aços longos.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Siderúrgica Barra Mansa

    Segmento: Siderurgia.

    Localização: Barra Mansa – Região Sul Fluminense.

    Empreendedores: Grupo Votorantim.

    Descrição do projeto: a atuação da Votorantim no segmento de aços longos data de 1937, com a fundação da Siderúrgica Barra Mansa, no Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, a usina tem capacidade de produção de 580 mil toneladas anuais de aços longos, tendo como principal destino o mercado interno da construção civil. O investimento projetado pela companhia prevê a ampliação e modernização da usina, que passará então a produzir 655 mil toneladas/ano.

    Valor do investimento: R$ 253,2 milhões.

    Mercado potencial: regiões Sul e Sudeste do país.

    Cronograma de implantação: a usina começará a operar em 2009.

    Descrição das oportunidades: demanda por contratação de empresas de engenharia e construção civil; instalação de indústrias do ramo metal-mecânico no entorno do empreendimento para fornecer produtos e serviços após o início da operação.

    Estágio atual: licença prévia já obtida. A empresa aguarda agora a licença de instalação para iniciar as obras.

    O Estado do Rio de Janeiro é o maior produtor de petróleo no Brasil. De fato, 85% da produção vem da Bacia de Campos, o que faz com que haja uma grande atividade da indústria petrolífera e de suas adjacentes no Estado. Já estão instalados no Rio de Janeiro a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras, com grande importância nacional na produção de derivados de petróleo; e o pólo gás-químico de Duque de Caxias, que reúne empresas de primeira, segunda e terceira geração da cadeia petroquímica, com destaque para a Riopolímeros. Os investimentos projetados para o período 2008-2010 – em especial a construção do Comperj, em Itaboraí – tenderão a aprofundar ainda mais a vocação natural fluminense, atraindo um número significativo de empresas de terceira geração, que buscarão ter, na facilidade de acesso às suas matérias-primas, um diferencial competitivo. Com isso, espera-se que esse setor seja um grande propulsor da economia do Rio de Janeiro nos próximos anos, gerando emprego, renda e oportunidades para a população e para as indústrias fluminenses.

    A seguir, a descrição dos principais investimentos da indústria petroquímica para os próximos anos.

    Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)

    Segmento: Petroquímica.

    Localização: Itaboraí e São Gonçalo – Região Leste Fluminense.

    Empreendedores: Petrobras, Grupo Ultra e Banco Nacional de Desenvolvimento

    Econômico e Social (BNDES).

    Descrição do projeto: instalação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) em uma área de 20 milhões de m2, que irá abrigar, em uma mesma planta industrial, a Unidade de Refino e primeira geração ou Unidade de Petroquímicos Básicos (UPB); o conjunto de unidades de segunda geração ou Unidades Petroquímicas Associadas (UPA’s); e uma Central de Utilidades (UTiL), responsável pelo fornecimento de água, vapor e energia elétrica necessários para a operação de todo o Complexo. A UPB deverá consumir pelo menos 50% do total do investimento e será responsável pela produção dos petroquímicos básicos, que para esta unidade serão: a) Eteno – 1,3 milhão de toneladas/ano, b) Propeno – 880 mil toneladas/ano, c) Benzeno – 600 mil toneladas/ano e d) Paraxileno – 700 mil toneladas/ano. As UPA’S vão transformar estes produtos básicos em produtos petroquímicos como: Estireno – 500 mil toneladas/ano, Etilenoglicol – 600 mil toneladas/ano, Polietilenos – 800 mil toneladas/ ano, Polipropileno – 850 mil toneladas/ano e PTA/PET – 500 mil/600 mil toneladas/ano.

    O Comperj introduz uma nova tecnologia, desenvolvida pelo Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes), baseada em um diferencial que garante sua vantagem em relação a outras refinarias: a matéria-prima para a operação é o óleo pesado, um produto que o país exporta.

    Essa tecnologia pioneira poderá gerar uma economia para o país de mais de US$ 2 bilhões/ano em divisas, já que haverá aumento da capacidade nacional de refino de petróleo pesado, com conseqüente redução da importação de derivados, como a nafta, e de produtos petroquímicos.

    No projeto ainda está prevista a instalação da Central de Escoamentos de Produtos Líquidos e o Centro de integração, ambos em São Gonçalo. A Central de Escoamentos terá como objetivo otimizar a distribuição entre Itaboraí e os terminais de carregamento na Baía de Guanabara. A construção da Central está orçada em R$ 422 milhões. Já o Centro de integração de São Gonçalo tem como objetivo a capacitação da mão-de-obra para o Comperj.

    O investimento será responsável pela geração de 212 mil empregos diretos e indiretos, além do efeito renda, de acordo com dados preliminares da Petrobras.

    Valor do investimento: R$ 17,7 bilhões, dos quais R$ 6,3 bilhões estão previstos para o período 2008-2010.

    O Comperj, como maior investimento em andamento atualmente no país, tem potencial de gerar impactos positivos mas também negativos na região onde se instalará, caso não sejam pensadas políticas públicas de desenvolvimento humano, urbano e industrial de seu entorno.

    Ciente disso, o Sistema FIRJAN, através do SENAi-RJ, irá qualificar parte da população da região para que as oportunidades de trabalho possam ser aproveitadas localmente. Por fim, o Sistema FIRJAN contratou estudo para estimar os impactos econômicos do investimento. A partir do cruzamento de matrizes de demanda e oferta de infra-estrutura dos municípios, o estudo identifica as potencialidades regionais, evitando assim uma concorrência predatória por parte das prefeituras na atração de novos investidores.

    Mercado potencial: a produção do Comperj será destinada ao mercado interno.

    Cronograma de implantação: Engenharia Básica – conclusão prevista para meados de 2008.

    Construção e montagem – a ser iniciada em meados de 2008 e concluída até 2014.

    Plena operação: 2015.

    Descrição das oportunidades: o Comperj é o maior investimento da história da Petrobras e o maior investimento industrial a ser realizado no país nos próximos anos. O empreendimento deverá causar fortes impactos às Regiões Leste e Centro-Norte Fluminenses, em especial aos municípios de Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Magé, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá, influenciando, desta forma, positivamente a economia do Rio de Janeiro.

    Durante as obras, as oportunidades encontram-se nas obras de engenharia, grande parte em fase de contratação, e no fornecimento de produtos e serviços variados. Ainda durante a obra haverá grande demanda por moradia, comércio e serviço, devido ao grande contingente de mão-de-obra alocado no projeto.

    O Comperj será responsável pela atração de indústrias de terceira geração de plástico – tais como sacolas, filmes para empacotamento de alimentos, embalagens, sacolas de supermercados, pára-choques e outros – para o seu entorno, dada a grande produção de matéria-prima que irá gerar. A Petrobras estima que o empreendimento pode atrair cerca de 200 empresas com investimentos que totalizam cerca de US$ 200 milhões. Juntas, estas deverão faturar em torno de US$ 600 milhões por ano e gerar 4 mil empregos. Além das oportunidades para a instalação de indústrias de terceira geração do setor plástico, as oportunidades encontram-se também na cadeia produtiva da petroquímica, ou seja, no fornecimento de máquinas, equipamentos e serviços para a construção e operação do empreendimento. Por se tratar de um investimento com fortes impactos sobre a economia da região, cujas condições infra-estruturais, de serviços e produtivas estão muito aquém da necessária para atender à demanda derivada do empreendimento, as oportunidades estarão presentes em diversos ramos industriais e de serviços.

    Estágio atual: engenharia básica em desenvolvimento, EiA-RiMA entregue, aguardando obtenção da licença ambiental.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Companhia de Coque Calcinado de Petróleo S.A. (Coquepar)

    Segmento: Petroquímica.

    Localização: Seropédica – Região da Baixada Fluminense, Área 1 – próxima ao Porto de Itaguaí.

    Empreendedores: Petroquisa, Unimetal e Brazil Energy.

    Descrição do projeto: o projeto Coquepar tem como objetivo a construção de duas unidades com escala de 250 mil ton/ano cada uma, para a calcinação de coque verde de petróleo grau anodo (CVP). Os produtos comercializados pelas novas unidades serão o coque calcinado de petróleo (CCP) e energia elétrica, gerada a partir do vapor do processo de calcinação.

    Nas duas unidades a serem instaladas no Rio de Janeiro serão gerados 500 empregos diretos e 1,8 mil indiretos durante o processo de implantação do projeto (construção/montagem da planta – três anos).

    Valor do investimento: R$ 337,6 milhões.

    Mercado potencial: a maior parte da produção (85%) será destinada ao mercado externo, em que a demanda por CCP está em expansão.

    Cronograma de implantação: a previsão para o início das obras da primeira unidade é o segundo trimestre de 2008, finalizando no quarto trimestre de 2009. Já para as obras da segunda unidade da planta do Rio de Janeiro, a previsão é que tenham início em 2009 e que sejam concluídas no final de 2010.

    Descrição da oportunidade: construção civil, fornecimento de tecnologia, máquinas, equipamentos e insumos necessários ao funcionamento das unidades. Além disso, a construção das duas unidades aumentará a oferta da matéria-prima, o CCP, para o mercado de alumínio.

    Estágio atual: a empresa está finalizando a elaboração do RiMA.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Decisão Rio: Construção Naval

    A partir do ano 2000, a indústria naval brasileira – praticamente desativada em meados da década de 1990 – iniciou um movimento de crescente reativação de suas unidades fabris, impulsionadas de um lado, pelas reformas e construção de plataformas da Petrobras, e de outro, pelas encomendas de apoio às atividades de exploração e produção de petróleo em alto mar. Esse movimento vem beneficiando particularmente o Rio de Janeiro, que historicamente possui um grande contingente de trabalhadores nessa indústria e um número significativo de estaleiros. De fato, nos últimos anos, cerca de 20 estaleiros foram reabertos no Estado, o que significou a criação de milhares de empregos no setor e a geração de oportunidades na cadeia de fornecedores da indústria da construção naval.

    As perspectivas de continuidade do crescimento dessa atividade, seja pelo aumento do comércio internacional – que demanda o aumento do número de grandes embarcações – seja pelo aumento da cabotagem e da expansão da indústria petrolífera, trazem perspectivas especialmente positivas para esse setor fluminense .

    A seguir, os principais investimentos referentes à construção de embarcações.

    Consórcio Rio Naval

    Segmento: indústria de Construção Naval.

    Descrição do projeto: serão construídos nove petroleiros pelo Consórcio Rio Naval.

    Empreendedores: Consórcio Rio Naval, formado pelas empresas MPE Participações e Administrações, Sermetal Estaleiros e Petrobras Transportes S.A. (Transpetro).

    Valor do investimento: R$ 1,96 bilhão, dos quais R$ 785 milhões até 2010.

    Localização: Rio de Janeiro.

    Cronograma de implantação: a construção dos navios está no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro, que tem prazo de execução até 2015 e seu período de construção é de 16 a 20 meses. Os navios a serem construídos no Rio de Janeiro serão entregues à Transpetro entre 2009 e 2012.

    Descrição da oportunidade: fornecimento de máquinas e equipamentos para os estaleiros; oportunidades para o setor de navipeças. Exige-se um índice de 65% de conteúdo nacional nos navios.

    Estágio atual: já foram divulgados os resultados da licitação dos grupos que construirão os navios (Consórcio Rio Naval). Contratos já assinados.

    Consórcio Mauá-Jurong

    Segmento: indústria de Construção Naval.

    Descrição do projeto: serão construídos quatro navios-tanque para transporte de produtos derivados de petróleo .

    Empreendedores: Estaleiro Mauá-Jurong S.A. e Transpetro.

    Valor do investimento: R$ 627,2 milhões, dos quais R$ 235 milhões até 2010.

    Localização: Niterói.

    Cronograma de implantação: a construção dos navios está no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro, que tem prazo de execução até 2015 e seu período de construção é de 16 a 20 meses. Os navios a serem construídos no Rio de Janeiro serão entregues à Transpetro entre 2009 e 2012.

    Descrição da oportunidade: fornecimento de máquinas e equipamentos para os estaleiros; oportunidades para o setor de navipeças. Exige-se um índice de 65% de conteúdo nacional nos navios.

    Estágio atual: já foram divulgados os resultados da licitação dos grupos que construirão os navios (Consórcio Mauá-Jurong S.A.). Contratos já assinados.

    Aker Promar

    Segmento: indústria de Construção Naval.

    Localização: Niterói.

    Empreendedores: Aker Promar, Dofcon Navegação e GEO Navegação e Pesquisa.

    Descrição do projeto: construção de uma embarcação do tipo Offshore Support and Construction Vessel (OCSV) e de outra do tipo Remotely Operated Vehicle Vessel (ROV), no estaleiro Aker Promar, para a armadora norueguesa Dofcon Navegação e GEO Navegação e Pesquisa.

    Valor do investimento: R$ 354,5 milhões.

    Cronograma: em maio de 2008 será entregue a embarcação do tipo ROV e a do tipo OSCV será entregue am outubro de 2008.

    Descrição da oportunidade: fornecimento de máquinas e equipamentos pela indústria de navipeças.

    Estágio atual: em construção.

    Aliança

    Segmento: indústria de Construção Naval.

    Localização: Rio de Janeiro.

    Empreendedores: Estaleiro Aliança.

    Descrição do projeto: construção de quatro novas embarcações de apoio a plataformas para a Companhia Brasileira de Offshore (CBO).

    Valor do investimento: R$ 211 milhões.

    Cronograma: as embarcações serão entregues até dezembro de 2009.

    Descrição da oportunidade: fornecimento de máquinas e equipamentos pela indústria de navipeças.

    Estágio atual: em construção.

    RENAVE

    Segmento: indústria de Construção Naval.

    Localização: Niterói.

    Empreendedores: Renave e De Lima Comércio e Navegação.

    Descrição do projeto: construção de uma balsa com capacidade de 4.000 m3 para granel líquido e de uma embarcação do tipo LH (Line Handler), usado nas operações de transporte ou ancoragem das plataformas.

    Valor do investimento: R$ 40 milhões.

    Cronograma: entrega prevista para o primeiro trimestre de 2008.

    Descrição da oportunidade: fornecimento de máquinas e equipamentos pela indústria de navipeças.

    Estágio atual: em construção.

    EISA

    Segmento: indústria de Construção Naval.

    Localização: Rio de Janeiro.

    Empreendedores: EiSA, Log-in e Laurin do Brasil.

    Descrição do projeto: construção de cinco navios porta-contêineres pelo Estaleiro ilha (EiSA) para a Log-in, braço logístico da CVRD, até 2013, e construção de dois graneleiros pelo EiSA para a Laurin do Brasil. O EiSA também tem um contrato com a Gybsum Transportation LTD. para construir um navio graneleiro transportador de gesso. Soma-se aos investimentos do EiSA a modernização do estaleiro para atender às encomendas.

    Valor do investimento: R$ 664 milhões e R$ 316,5 milhões referentes aos contratos da Log-in e da Laurin do Brasil, respectivamente. O contrato com a Gybsum Transportation LTD. totaliza R$ 252 milhões, e na modernização do estaleiro serão investidos R$ 8,8 milhões.

    Cronograma: a construção das embarcações da Log-in e da Laurin do Brasil será iniciada logo após a liberação dos recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) pelo BNDES.

    Descrição da oportunidade: fornecimento de máquinas e equipamentos pela indústria de navipeças.

    Estágio atual: a primeira etapa para a obtenção de recursos do FMM já foi realizada, iniciando negociação de contratos.

    Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado

    Segmento: indústria Naval.

    Localização: Campos e Quissamã – Região Norte Fluminense.

    Empreendedores: Grupo Aker Yards, Chouest Alfanave, Prefeitura de Quissamã e Prefeitura de Campos.

    Descrição do projeto: construção de um estaleiro para fabricar navios de até 150 metros, no Distrito de Barra do Furado (município de Quissamã) e no município de Campos, e uma base logística portuária de apoio à produção de petróleo e gás da Bacia de Campos. O estaleiro deverá gerar 1,2 mil empregos diretos e cerca de 2,4 mil indiretos.

    Valor do investimento: R$ 110 milhões, sendo R$ 100 milhões no estaleiro e R$ 10 milhões na base off-shore.

    Mercado potencial: o estaleiro atenderá à demanda de navios- contêineres e graneleiros de médio porte da Marinha Mercante Brasileira. Já a base off-shore atenderá à demanda da Petrobras e das empresas que atuam na exploração de petróleo na Bacia de Campos.

    Cronograma de implantação: a previsão é que o complexo entre em funcionamento no início de 2008.

    Descrição da oportunidade: a conclusão do complexo deverá atrair diversos fornecedores de serviços da indústria naval, além de segmentos do setor metal-mecânico. O investimento também deverá gerar um forte incremento de renda na economia de Quissamã, tendo como conseqüência direta um aumento da demanda por comércio, serviços e moradia na região.

    Estágio atual: em processo de licenciamento ambiental.

    Decisão Rio: Investimentos públicos

    No período 2008-2010, o Rio de Janeiro receberá um grande volume de nvestimentos públicos nas áreas de infra-estrutura e logística.

    Esses investimentos, essenciais para o desenvolvimento do Estado, têm origem tanto em recursos federais quanto em estaduais e municipais. Tais inversões têm como características gerar oportunidades de participação em licitações, de apresentação de projetos e de fornecimento de produtos e serviços às empresas de engenharia vencedoras da licitação. Ademais, os investimentos que se seguem têm a característica comum de gerar um grande impacto nas regiões onde ocorrerão, o que abrirá oportunidade para instalação de empresas ligadas ao comércio e ao serviço.

    A seguir, o detalhamento dos principais investimentos dessa categoria.

    Localizado no litoral, entre dois municípios, o novo empreendimento industrial prevê a instalação de um estaleiro de construção e reparos navais, em Barra do Furado (Quissamã), e de uma base de apoio às operações de exploração e produção de petróleo off-shore na Bacia de Campos.

    Além do projeto de dragagem, que já está pronto, também está previsto o by-pass que vai reduzir o assoreamento em Quissamã e erosão em Campos, deslocando 3 milhões de metros cúbicos de areia de Quissamã para Campos. O projeto de transporte da areia será feito por brasileiros e australianos, com tecnologia australiana.

    Arco Metropolitano

    Segmento: Infra-Estrutura Logística (Rodovias).

    Localização: os municípios pelos quais passará o Arco serão Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçú, Japeri, Seropédica e Itaguaí.

    Empreendedores: Governo Federal/Governo do Estado do Rio de Janeiro.

    Descrição do projeto: o Arco Metropolitano do Estado do Rio de Janeiro é um anel viário que contornará a região metropolitana, permitindo o acesso adequado de cargas ao Porto de Itaguaí por toda a malha rodoviária do país, através de cinco grandes eixos rodoviários que serão conectados pelo projeto e que convergem para o Rio de Janeiro.

    O Arco terá aproximadamente 145 km de extensão, estando subdividido em quatro trechos, sendo três já existentes – que passarão por reformas – e um trecho de 72 quilômetros a ser construído. Este empreendimento prevê a construção de nove pontes, cinco viadutos, três passagens inferiores e três passarelas, além de pistas duplas. Será uma estrada de longa distância, com velocidade média de 100 km/h. Ele ligará também os dois maiores empreendimentos do Estado, CSA e Comperj, passando ainda pelo pólo gás-químico de Duque de Caxias.

    No início de 2007, o Arco Metropolitano foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal, o PAC, que engloba diversas áreas, como energia, educação e infra-estrutura, sendo considerado de extrema relevância para o desenvolvimento do país. O PAC prevê que os recursos para esta obra não serão contingenciados, representando uma oportunidade real de realização.

    Valor do investimento: o valor estimado da construção do trecho virgem é de R$ 802 milhões.

    Cronograma de implantação: o início das obras, que terão duração de dois anos, deverá ocorrer no primeiro trimestre de 2008.

    Descrição das oportunidades: participação da licitação. As obras deverão gerar inúmeras oportunidades para o setor de construção civil. Além disso, o Arco passará por importantes empreendimentos do Estado, a exemplo da CSA, CSN, Comperj, pelo pólo gás-químico de Duque de Caxias, o que, aliado à proximidade com o porto, vai gerar grandes oportunidades para a instalação de indústrias, comércio e de centros logísticos ao longo de seu trecho virgem.

    Estágio atual: foram realizadas audiências públicas. O Governo do Estado, que está à frente do projeto, já obteve a licença ambiental. Foi assinado o convênio que prevê o repasse de recursos do Governo Federal para o Governo Estadual.

    O Sistema FIRJAN vem defendendo a construção do Arco Metropolitano há mais de 10 anos, pela sua importância para o desenvolvimento do Porto de Itaguaí e do Rio de Janeiro. Esse pleito consta no Mapa do Desenvolvimento do Rio de Janeiro, lançado em agosto de 2006 pelo Sistema FIRJAN, que reúne as ações que os empresários fluminenses consideram necessárias para que o Estado do Rio de Janeiro possa se desenvolver adequadamente de forma a alcançar padrões de renda e desenvolvimento humano significativamente mais elevados em 2015.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Trem de Alta Velocidade

    Segmento: Infra-Estrutura (transporte de passageiro).

    Empreendedores: iniciativa privada, modalidade de concessão organizada pela Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. (VALEC) – sociedade anônima, fechada, controlada pelo Governo Federal e supervisionada pelo Ministério dos Transportes.

    Descrição do projeto: ligação ferroviária entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, através de um trem rápido. O projeto atual prevê que a distância percorrida pelo trem será de 403 km, a uma velocidade comercial de 285 km/h, e o tempo de viagem deve ficar em torno de 85 minutos, sem paradas. Os trens sairiam com intervalos de 15 minutos e projeta-se uma tarifa equivalente a US$ 60.

    Valor do investimento: de acordo com a italplan Engineering Environment & Transports S.p.A, empresa que elaborou a proposta de plano executivo do empreendimento, o valor total do investimento é de cerca de R$ 19 bilhões, sendo R$ 18 bilhões em infra-estrutura e R$ 1 bilhão em outras despesas, como custo do projeto, seguros e gastos extraordinários.

    Mercado potencial: a italplan projeta uma demanda potencial de 32 milhões de passageiros/ano para 2013, o que equivale a 89.300 passageiros/dia.

    Cronograma de implantação: no cronograma da VALEC, a licitação do empreendimento (que só pode ocorrer após concretizados os estudos de viabilidade e obtida a licença prévia ambiental) deveria ocorrer em outubro de 2007, e as obras começariam no final de 2008. Entretanto, os questionamentos sobre a validade das projeções realizadas pela italplan levaram à necessidade de reavaliação, por parte do Governo, de todo o estudo, e a postergação de prazos.

    Descrição da oportunidade: apresentação de novos projetos, participação na futura licitação.

    Estágio atual: projeto em análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    A região metropolitana do Rio de Janeiro possui hoje cerca de 11,4 milhões de habitantes. Se fosse um país, ocuparia a 73ª posição no ranking de 194 países, à frente de vários países europeus como Bélgica, Portugal e Grécia. A interligação entre as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo, as maiores do país, assumirá, no futuro, importância ainda maior do que já tem hoje. O desafio é gigantesco: os dois estados juntos deverão ter, em 2015, mais de 63 milhões de pessoas, uma população superior à da França. O desenvolvimento de transporte de massa é condição essencial não só para o correto desenvolvimento de ambas as regiões, mas também para o desenvolvimento do país.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Urbanização de Favelas

    Segmento: Infra-Estrutura (Desenvolvimento Urbano).

    Empreendedores: Governo Federal, Estado e Município do Rio de Janeiro.

    Descrição do projeto: urbanização de favelas do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e de municípios da Baixada Fluminense; remoção de barracos em beiras de córregos e áreas de risco, melhoria do abastecimento de água na Baixada Fluminense e na Região de São Gonçalo, Niterói e Itaboraí; implantação de redes coletoras de esgoto, incluindo programas de despoluição das Baías de Guanabara e Sepetiba; construção de unidades habitacionais no Rio e na Baixada Fluminense; obras de contenção de encostas e contra enchentes, na Baixada Fluminense.

    Localização: Região Metropolitana do Rio de Janeiro e municípios da Região Sul Fluminense.

    Valor do investimento: R$ 3,8 bilhões.

    Cronograma de implantação: início da operação previsto para novembro de 2008.

    Descrição da oportunidade: licitação.

    Estágio atual: processo licitatório em preparação.

    Para mais detalhes sobre esta oportunidade: riodejaneiro@multifocoassessoria.com.br

    Angra 3

    Segmento: Infra-Estrutura (geração de energia elétrica).

    Localização: no município de Angra dos Reis, na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), onde já se encontram as usinas nucleares Angra 1 (600 MW) e Angra 2 (1350 MW).

    Empreendedores: Eletronuclear.

    Descrição do projeto: implantação da usina nuclear Angra 3, que terá uma potência bruta de 1.350 MW, capaz de gerar 10,9 milhões de MWh por ano, o que equivale a um terço do consumo do Estado do Rio de Janeiro. A usina, que terá 40 anos de vida útil, aumentará a confiabilidade do sistema da Região Sudeste, pois junto às usinas Angra 1 e Angra 2, já existentes

    • I. Moreira Reply

      22 de Março de 2010 at 20:30

      Fala baixo que os abutres estão de olho grande no Rio de Janeiro.
      Além do mais se começar a espalhar isso, a migração para o Rio de Janeiro vai continuar e os benefício que isso trará para o Rio e nós fluminenses será anulado pela degradação que essas pessoas causarão.
      Temos que fazer como os outros estado em especial os sulistas tudo dissimulado.

    • Wilson Reply

      23 de Março de 2010 at 00:10

      Só faltam investimentos grandes na agropecuária fluminense para não dependermos tanto das indústrias alimentícias dos outros Estados! Isso é extremamente estratégico! E nossa demanda interna é muito grande, o que exprime o potencial de crescimento dessa área aqui em nosso Estado (ou quem sabe País), além de gerar milhares de empregos e ajudar na estabilidade de nossa economia!

  • amado reis Reply

    22 de Março de 2010 at 13:39

    Se o Estado do Rio declarasse independencia, seria o 7° maior produtor de petróleo do mundo!!!! Como temos uma população CONSIDERAVELMENTE pequena (cerca de 14 milhões de habitantes) teríamos, da noite para o dia, uma das maiores rendas per capitas do mundo. Todos nós nos tornaríamos milionários instantaneamente! O que nos falta de indústria poderia ser facilmente adquirído com os bilhões de “petro-dólares”. SOU A FAVOR!!!

    • carlo Reply

      25 de dezembro de 2010 at 06:37

      AUHuhahuauhahua qta bobagem sendo escrita meu Deus do céu.

      sim com o estalar dos dedos e com o anuncio de uma independência seremos todos milionários da noite para o dia…

      uhauhahuahu

  • Júnior Reply

    22 de Março de 2010 at 12:53

    Bom, sou completamente a favor da criação de um novo pais.
    Claro q perderiamos muito com a produção de gado, feijão, soja … etc ..
    mas veja por outro lado, nada nos impede de firmar acordo com outros paises. Qm investiria num brasil falido de gado, soja e feijão ?! O mundo iria procurar investir e firmar acordos com o novo e potente pais da America do Sul !! O Rio de Janeiro … junto ou n com alguns outros estados ,, O fato é q a população do suldeste inteira é a favor de parar de levar o resto do Brasil nas costas !! E com certeza, n só os cariocas, mas outros Estados estariam unidos ao RJ. Ja sofremos muitas perdas com esses politicos q odeiam o RJ. Tiraram td daki. Nos teriamos nossa economia mais uma vez. Dizem q é injusto o Rio deixar o pais pra tras sem td q o Rio pode fornecer ao Brasil; mas injustiça maior eles fazem com os cariocas. Eu sou completamente a favor. Claro q a União vai fazer de td pra impedir, pois são Bilhões a menos no bolso deles !! Mas temos q lutar e seguir em frente !! A hora é agora !!

  • Wilson Reply

    22 de Março de 2010 at 11:04

    O primeiro, único, e último Rijaneiro! E com muito orgulho!

    Ontem ao assistir em um programa de tv dois deputados federais do Estado do Rio de Janeiro ridicularizando a possibilidade de nosso Estado se separar do Brasil (o que competiria a nós fluminenses decidirmos e não ao Brasil), percebi o quanto nosso futuro como nação estaria comprometido se essa mesma classe política omissa e sem caráter continuasse nos representando! Inclusive um deles esta preparando um projeto para separar o Rio do Brasil, como forma de ridicularizar a proposta da redistribuição incostitucional dos royalties e participações especiais! Dá pra acreditar nisso?
    Agora vejo que esse movimento só teria sucesso se partisse do povo, de visionários dispostos a implantar uma nova filosofia política, social e econômica! Se é pra continuar como esta, não vale apena lutar pela independência do Rio de Janeiro! Vamos continuar em nossa “Matríx” chamada Brasil!

    • Wilson Reply

      22 de Março de 2010 at 20:45

      Correção: “Acho que vamos continuar em nossa “Matríx” chamada Brasil!”
      .
      A independência do Estado do Rio de Janeiro é viavel economicamente sim! Só não podemos esquecer que políticos não tem pátria ou cidadania! Eles tem partido! E não podemos mais ficar nas mãos deles, uma nova nação exige uma nova filosofia de vida!

  • Giancarlo Rapkiewcz Reply

    22 de Março de 2010 at 10:57

    Eu acho uma bobagem tudo isso, gente que não tem o que fazer, sou sulista e posso dizer que no sul tem sim meia dúzia de ignorante que querem fazer o sul um outro país…

    O Brasil é potência de hoje graça a todos os estados que posssuímos… No Paraná temo a hidro eletríca de itaipu… São Paulo a economia, Rio de Janeiro a petrobrás e o turismo, Santa Catarina a agricultura, o Amazonas a beleza das florestas e as indutrias… e assim vai!!! Cada estado com sua participação.

    Não temos que separar nada e sim, buscar melhoria aonde vivemos pra termos uma sociedade melhor e mais digna.

    • Diana Reply

      26 de setembro de 2011 at 20:25

      que homem inteligente vc gian
      lindo e maravilhoso
      volta para sala de informatica
      bjussssssssss

  • João Carlos Reply

    22 de Março de 2010 at 10:48

    Dizer que o Rio de Janeiro não teria condições de se sustentar é a maior ignorância que já li… recolhemos mais de 100 bilhôes de Reais por ano, só de impostos federais, e retornam somente 2% deste total (veja a edição de O DIA, 21/03/2010). Além do mais temos indústria automotiva, siderúrgica, petroquímica, serviços, portos, turismo, somos 12 milhôes de pessoas, com a segunda renda per capita do País, somente para ficar por aí. Devemos sim, iniciar o debate da secessão, esta confusão em torno da emenda Ibsen (RS) e Humberto Souto (MG) só serviu para mostrar à grande parte dos cariocas e fluminenses aquilo que quem já morou fora do Estado bem sabe: O RIO DE JANEIRO É INVEJADO/ODIADO pelo restante do Brasil, principalmente por paulistas, mineiros, paranaenses e gaúchos. REPÚBLICA DO RIO DE JANEIRO, Eu apóio !

  • Ricardo Penido Reply

    21 de Março de 2010 at 18:55

    O Estado do Rio de Janeiro não precisa da porcaria do Brasil pra nada. Vamos fundar uma nova república independente. Os políticos de Brasília que fiquem com o Brasil. As leis de Brasília que fiquem com o Brasil. Não precisamos da distante corte que leva nossos impostos pra políticos ladrões do Oiapoque ao Chuí. O Brasil pode ficar com Maluf, Sarney e Lula. Viva a República do Rio de Janeiro !!!

  • Rafael Oliveira Reply

    21 de Março de 2010 at 17:56

    Só a economia do Rio de Janeiro é maior que a do Chile.
    Sò no Rio de Janeiro tem um dos 10 homens mais ricos do mundo.
    Mais da metade das empresas 100% brasileiras que prestam são do Rio de Janeiro.
    Se Rio se separar, aki tb terá todas as sedes de multinacionais que tem em SP como a Microsoft, Wallmart, Carrefour e por aí vai.
    Só com o dinheiro que o Rio envia pra Brasília e nao volta pra cá o Rio cresceria ainda mais.
    Só com um porto do Rio de Janeiro sem taxações do governo federal, ganhariamos milhões.
    Só com as tarifas que o Rio ganharia com o lucro de ministérios e estatáis o Rio aumentaria bem mais.
    E sem contar a valorização do Rio no mercado internacional. Já que somos uma das 30 cidades mais ricas do mundo.

    Isso tudo com uma Bolsa de Valores nossa.

    Fala sério! Até os recursos que o Brasil precisa estão no Rio. O Rio se sustentaria mt bem sem o resto do Brasil. Ao contrário, sustentaria-se até melhor do que com o Brasil.

  • Rafael Oliveira Reply

    21 de Março de 2010 at 17:52

    Só a economia do Rio de Janeiro é maior que a do Chile.
    Sò no Rio de Janeiro tem um dos 10 homens mais ricos do mundo.
    Mais da metade das empresas 100% brasileiras que prestam são brasileiras.
    Se Rio se separar, aki tb terá todas as sedes de multinacionais que tem em SP como a Microsoft, Wallmart, Carrefour e por aí vai.
    Só com o dinheiro que o Rio envia pra Brasília e nao volta pra cá o Rio cresceria ainda mais.
    E

    Isso tudo com uma Bolsa de Valores nossa.

    Fala sério! Até os recursos que o Brasil precisa estão no Rio. O Rio se sustentaria mt bem sem o resto do Brasil. Ao contrário, sustentaria-se até melhor do que com o Brasil.

  • anderson Reply

    21 de Março de 2010 at 01:17

    Algumas pessoas acham absurdas a idéia da separação do Rio do restante do Brasil, mas já se perguntaram o porque de tal reação do Carioca? Pois bem e só fazermos uma analise sobre tudo que sempre fizeram com o Rio que entenderemos esse fenômeno.
    O Rio sempre foi esculhambado nacionalmente, a violência sempre foi o carro chefe do Rio, ate hoje nos noticiários, enquanto a noticia de São Paulo e economia, no Rio e assalto, porem sabemos que hoje violência há em todos os lugares, porem só o Rio merece tal destaque. Na economia, sempre tentaram sugar o Rio de todas as formas, industrias foram tiradas do Rio após receberem ofertas na tal guerra do ICMS( sem bem que boa parte disso se deve aos bananas que governaram esse Estado), recentemente algumas grifes que desfilavam no Fashion Rio se mudaram para o evento de moda de São Paulo, não foi a toa, uma dessas grifes desfila Gisele Bundchen e isso estava ofuscando a São Paulo Fashion Week, por isso não perderam tempo em puxar o tapete mais uma vez do Rio. O engraçado e que quando chega o carnaval quer que Cariocas vão a São Paulo ajudar a fazer desfile de escola de samba.
    Tambem fecharam a nossa bolsa de valores com desculpa esfarrapadas de que passaria a vendar papeis do governo, porem hoje e praticamente mais um imóvel histórico sem atividade no centro. Logicamente isso foi feito na era FHC, que nasceu no Rio por acidente de percurso.
    Enfim, a cada ano vemos uma tentativa de ferrar o Rio de varias partes, e isso a tempos tem gerado grande insatisfação pelo povo do Rio que trabalha tanto e não merece ser tão ridicularizado. O roubo do petróleo, projeto de Insen Pinheiro, só fez aumentar essa magoa do carioca em relação ao Pais. Em uma entrevista Ibsen disse:” O Brasil derrotou o Rio”, ou seja ficou bem claro que e o Brasil contra o Rio de Janeiro, tanto que só falam em democratizar o petróleo, mas não falam em democratizar as jazidas de mineiro de ferro, manganês, bauxita, não falam em democratizar o ICMS, enfim a idéia e sim mais uma vez destruir o Rio, talvez por vingança porque o Rio ganhou a olimpíada. O Rio que tanto olhou pelo Pais, grandes movimentos sociais que beneficiaram o Brasil surgiram do Rio, campanhas como Ação contra fome e a miséria de Betinho, partiram daqui com toneladas de alimentos, de cariocas e fluminenses para varias partes desse Pais, não há povo que tenha uma capacidade de mobilização em prol ao Pais como o povo do Rio. E hoje desse mesmo Pais vemos deboches, sentimentos de felicidades em nossas desgraças. Por isso mais do que nunca brota no coração do carioca um sentimento de magoa e com ele vontade de se separar. O Rio não e só turismo, bunda, pessoas dançado funk, o Rio e trabalho, temos um grande parque industrial, somos o maior produtor de aço do Pais, e com a Companhia do Atlantico( CSA) seremos o maior da America Latina. Enfim, o Rio se quiser pode sim sobreviver sozinho, o Brasil não irar quebrar, tem São Paulo, a maior economia da America do Sul, porem o Pais ficara mais pobre sim de cultura, pois o Rio sempre foi o coração cultural, os maiores artistas desse Pais, ou nasceram aqui, ou vieram de outros Estados anônimos e se fizeram aqui. Se o Brasil nos odeia, então será melhor para todo mundo. SEPARAÇÃO DO RIO JÁ!!

    • I. Moreira Reply

      22 de Março de 2010 at 19:27

      Eu assino em baixo do que você escreveu, só discordo do fato de você dissociar cariocas e fluminenses, pois como disse Machado de Assis escritor carioca, “Somos todos fluminenses”.

  • O 1° Rijaneiro Reply

    20 de Março de 2010 at 14:55

    Nossa agropecuaria é subexplorada!
    Fora hortaliças, onde o vale do cinturão verde concentra a produção de 70% do que consumimos no Estado do Rio de Janeiro!

    A indústris alimenticia do Rio é subexplorada!

    Nosso indústria pesqueira é subexplorada!
    O Estado poderia criar linhas de crédito para compra de barcos novos para esta indútria.
    O Estado poderia criar leis de incentivo para criação de milhares de fazendas marinhas ao longo de nossa costa, produzindo lagostas, mariscos, peixes etc…
    Também do mar, poderiamos explorar a energia marémotriz concedendo licenças de explorarção dessa energia na plataforma continental, pois tecnologia não falta para isso, e não polue visual e ambientalmente.
    A indústria naval do Rio já foi a segunda do mundo e podemos voltar a ser, com uma politicas de parceiria com outros países já grandes produtores, nossa posição geografica é estratégica e nos favorece.

    Nossa indústria textil e de vestiário é subexplorada!

    Nossa indústria eletrônica é subexplorada!

    Nossa indústria automotiva é subexplorada!
    O Rio poderia se tornar (no inicio) uma plataforma de montagem de produtos para exportação (tipo zona franca), ou seja, indústrias de todo o mundo poderiam montar aqui vários tipos de produtos, se considerarem economicamente viável comparado com seus países de origem, o Rio tem posição geografica estratégica, que facilita a exportação destes produtos para qualquer parte da América atlântica, Africa, Europa, Austrália, Asia Maior.

    E porai vai….

    Lembrando, de nada adianta se gabar de ser potência economica (fraca) como o Brasil, se justiça, educação, saúde, segurança pública etc… não forem no mínimo bons, coso o contrário seriamos apenas mais uma republiqueta de bananas!

    Só quem não conhece o Estado do Rio e a força do Rijaneiro o subjulga!

  • João Carlos Falkenmeyer Reply

    20 de Março de 2010 at 13:50

    O problema da internet é que você escreve um blog e pessoas sem o menor conhecimento do mundo vêm dar palpites saídas lá de suas cavernas… “O Rio vai viver de quê?”. Bem, não vou falar de países como o Japão, absolutamente desprovido de recursos naturais e que nem por isso deixou de ser riquíssimo. Vamos falar de países jovens que têm território mais ou menos do tamanho do estado do Rio de Janeiro; Cingapura, por exemplo, quando se tornou independente não tinha sequer água para beber; importava água não tratada da Malásia, tornava potável essa água e revendia essa mesma água para regiões da Malásia. Taiwan não tinha nada a não ser taiwaneses e ainda por cima vivia sob constante ameaça dos chineses; a pobreza de recursos não foi entrave para transformar esses dois países em dois ricos “Tigres Asiáticos”. Israel é do tamanho se Sergipe e quase não tem recursos naturais – só o dinheiro dos judeus americanos e a criatividade e tenacidade dos judeus de todo o mundo que construíram o país. É preciso entender que recursos naturais só têm valor no momento em que podem ser processados economicamente. Há trinta anos se sabe que existe muito petróleo na camada chamada “pré-sal”, mas só agora, quando se começa a desenvolver uma tecnologia para baraterar sua extração, é que se vislumbra a possibilidade de virar riqueza efetiva. Na água do mar há toneladas de ouro dissolvido – só não há tecnologia para extraí-lo a custo competitivo. O que eu quero dizer é que não adianta só ser abençoado com recursos se não se sabe o que fazer com eles – muita gente que ganhou sozinho na loteria esportiva e na mega-sena perdeu tudo pouco tempo depois da premiação… E quem cria riqueza é o capital humano; são as pessoas que geram riqueza. Criatividade não falta ao povo do estado do Rio de Janeiro, onde temos boa parte dos mais importantes centros de pesquisa do Brasil; não por acaso, o maior escritor, o maior compositor, o maior cantor, o maior arquiteto brasileiros, entre outros criadores, nasceram aqui; não é à toa que o trabalhador que trabalha a maior quantidade de horas por semana no Brasil (pesquisa IBGE disponível na internet) é o fluminense; por quê? Não que ele seja melhor do que nenhum outro no Brasil (mesmo porque nossa população tem enorme percentual de migrantes nativos de outros estados), mas porque o trabalhador fluminense dispõe de opções de lazer grátis ou baratas em volume maior, o que lhe permite aumentar sua produtividade média. Temos enorme potencial turístico: apesar de nosso aeroporto internacional estar largado às traças há uns 20 anos pela Infraero, a cidade do Rio de Janeiro é a cidade que mais recebe visitantes estrangeiros em todo o hemisfério sul do planeta (pesquisa disponível facilmente na internet para quem se interessar). Para não me alongar ainda mais, gostaria de lembrar ao leitor que o RJ recolhe em impostos ao governo federal, proporcionalmente à nossa população e nosso PIB, bem mais do que SP, que é um estado muito mais rico que o RJ (pesquisa do IPEA citada por O Dia On Line e ainda disponível aos interessados). Vamos aproveitar que o ex-prefeito de Barcelona, Pasqual Maragall, está no Rio e vamos iniciar contatos com a Catalunha, a Escócia, o País Basco, Santa Cruz de la Sierra, Cabinda, Québec e outros povos que lutam pelo estabelecimento de sua soberania e autodeterminação.

    • André Delacerda Reply

      20 de Março de 2010 at 16:12

      Realmente, o caso dos Tigres é um bom exemplo. O primeiro bom exemplo é o Japão, que saiu de uma guerra destruido, mas fez o que países mais ricos numnca fizeram prepararam sua população para dominar o mundo com tecnologia, algo que agrega extremo valor a um PIB.
      Eles foram inteligente e investiram muito em educação, capacitação para se tornar o que são. Coisa que nem o Brasil e o Rio fazem. Tecnologia abri um divisor de águas enormes e dá independência. Mas infelizmente aqui, investimento em educação é deixado de lado.

      • João Carlos Falkenmeyer Reply

        20 de Março de 2010 at 20:01

        André,
        me desculpe discordar um pouco de você: o Brasil (Rio também)investe muito em educação, mas investe mal; o problema das escolas é que os alunos não são preparados para a vida pós-escolar; são “treinados” apenas para enxergar o mundo sob as lentes de uma certa ideologia.

  • Daniel Guimarães Reply

    20 de Março de 2010 at 13:00

    A única coisa que ainda segura esse país é o gigantismo dele e a união de regiões tão diferentes que podem proporcionar uma gama de indústrias…
    Qualquer região separar do Brasil é um tiro no pé para ambos.

    Sou contra a separação de qualquer unidade da federação. Seria uma estupidez tremenda.
    Temos que ganhar deles na regra do jogo. Vamos derrubar essa emenda dentro da lei, com pressão popular.

    • André Delacerda Reply

      20 de Março de 2010 at 13:14

      Concordo plenamente com você Daniel.

    • André Reply

      21 de Março de 2010 at 09:59

      Concordo Daniel, mas espero que vc veja o risco que a emenda Ibsen representa para a federação, veja meu comentário acima…muita gente aqui no Rio fala em indepedência…

  • O 1° Rijaneiro Reply

    20 de Março de 2010 at 12:11

    A nação Rijaneira tem que ter como objetivo o que chamo de quatro pilares de igualdade, que são:
    1° Justiça
    2° Segurança Pública
    3° Educação
    4° Saúde
    Para todos!
    Se este quatro pilares funcionarem próximo do perfeito, a boa economia será uma consequência.
    Se querem fundar uma nova nação pensando apenas em se tornar uma potência econômica já estão no mau caminho. E correm o mesmo risco de ter que pedir envergonhadamente ao Brasil para ser refundido como ocorreu com o Ex-Estado da Guanabara que teve que se refundir ao Estado do Rio de Janeiro para não ser extinto!
    O Rio independênte que vejo, seria uma potência social, onde nos gabariamos de ter ótima justiça, saúde, educação, segurança etc… e não apenas econômica!

  • André Delacerda Reply

    20 de Março de 2010 at 08:31

    *vamos ser mais lúcidos

  • André Delacerda Reply

    20 de Março de 2010 at 08:30

    Pessoal aqui e nos comentários e nos jornais online a fora, falando vamos fazer a independência do Rio. Sem pensar.
    Já ouvi comentário: vamos fazer o Estado da Guanabara. Mas alguém esqueceu de dizer que o Rio capital só recebe se não me engano 30 milhões dos royalties.
    Quem recebe boa parte dos royalties são as cidades produtoras de petróleo que ficam na Bacia de Campos…
    Criar a Guanabara para ficar com os royalties, soa como jeitinho brasileiro…ou melhor vamos nacionalizar esse jeitinho…
    Seria a mesma coisa que o Brasil quer fazer tirando os 7 bi do Estado Rio, ai farimas isso em versão carioca, refundando o Estado da Guanabará e usurpar a grana que é do pessoal do interior.
    Senhores mais ser mais lúcidos.

  • Ändre Bressan Reply

    20 de Março de 2010 at 03:37

    Só falta chamarem bush pai e bush filho para ajudarem na intermediação do conflito de petróleo no Brasil…

  • O 1° Rijaneiro Reply

    20 de Março de 2010 at 03:17

    Resumo resumido, primeiro o Rio de Janeiro foi capitania hereditária 1502, depois da fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1565 criouse também a província do Rio de Janeiro que era muito maior do que é hoje a atual área do Estado do Rio de Janeiro, a Cidade do Rio de Janeiro só foi separada da província em 1763 para se tornar sede do império. O Estado e a Cidade nasceram juntos e não podem viver separados, é como um corpo (ERJ) sem cabeça (CRJ)!
    O Estado da Guanabara foi a maior imbecilidade da história deste país, de pois é claro, de Brasília, tanto que não durou 15 anos complestos, e teve que ser re-fundido ao Estado, e não fundido como os mal informados dizem, pois como explicado acima Estado e Cidade nasceram juntos e a Cidade só foi separada do Estado quase cem anos depois! Sem falar que as riquesas geradas pela cultura de cana no Estado do Rio de Janeiro beneficiaram muito a Cidade do Rio de Janeiro ná época.
    Como percebo que muito ignorantes confunde a cidadania fluminense com um idividuo que torce pelo time de futebol chamado fluminense, resolvi criar um novo gentílico para uma nova nação, que tal Rijaneiro? *** NAÇÃO RIJANEIRA ***
    Viagem? Quem sabe? O futuro não parece tão nítido hoje, como antes.
    Já me sinto um Cidadão Carioca Rijaneiro!

  • almanaque do roberto Reply

    19 de Março de 2010 at 21:24

    A ÚLTIMA : vai que o ANÃO DO ORÇAMENTO obrigue por lei as indústrias a colarem a bandeira dos Estados de origem de cada produto ? Você vai comprar um produto aparece a bandeira do RS e de SP,na carne,na geladeira,no computador… Eu como moro no sul,vou comprar produtos com bandeiras de SC,PR,RS. ABAIXE A BOLA PAULISTADA.

  • almanaque do roberto Reply

    19 de Março de 2010 at 21:16

    O paulista tem a mania de dizer que carrega o Brasil nas costas. Vai que o ANÃO DO CONGRESSO faça com que a paulistada seja a nova vítima de suas vinganças ? Incitar os brasileiros a não comprarem mais nenhum produto que saía de SP. É só ler os rótulos das embalagens. Eu por exemplo leio todos os rótulos. Estou comprando produtos de todos os Estados. Não compro nada que venha de SP. EXEMPLOS : drops MELLS da prodapys,com indústria em Araranguá-SC ; leite de soja purity da Cocamar de Maringá-PR ; tecidos de Brusque-SC ; Matte Leão,Guaraviton e leite de cabra do Rio de Janeiro; etc… E se o paulista encher o saco,só comprarei eletrodomésticos do Paraguai e da Zona Franca de Manaus.TOMA LÁ DA CÁ !!!

  • André Reply

    19 de Março de 2010 at 20:56

    Existe um conceito entre os tributaristas denominado “curva de Lafer” que diz que até certo ponto o aumento de um imposto significa o aumento de arrecadação, a partir de um determinado ponto, por ser a carga insuportável o aumento do imposto começa a fazer surgir a informalidade e a sonegação, a arrecadação cai, portanto.
    Numa federação ocorre o mesmo, cada ente federal abre mão de sua soberania em prol de um ganho maior oriundo do conjunto de membros federais, se um dos membros da federação começa a sofrer espoliação acima de determinado limite ocorre o risco de secessão.
    Imaginemos um futuro onde o Rio não recebe royalties e é impedido de cobrar ICMS sobre petróleo, ao contrário de todos os outros estados que ganham royalties sobre suas riquezas minerais (ferro, ouro, urãnio etc) e que além disto podem cobrar ICMS sobre estes produtos, um Rio que arrecada 18,5% dos impostos federais e recebe de volta 5% (mesmo com olímpiadas e copa!), apopulação vê a riqueza do petróleo brotar de seu território mas vê o governo estadual oferecendo cada vez menos saúde e educação…qual será a consequência disto? Acertou em cheio que disse o crescimento exponenecial do separatismo, hoje mesmo já se fala em separar o Rio de Brasil em bares, restaurantes, escolas, locais de trabalho, antes o que era chacota, hoje é considerado muito seriamente…parabéns Ibsen Pinheiro!

  • viva rio Reply

    19 de Março de 2010 at 19:42

    Desculpe, sem querer entrar nessa discussão, só quero reparar um dado errado que as pessoas vivem falando como um mantra que na realidade não traduz a verdade: o Estado de São Paulo representa mais ou menos 32,5% do PIB brasileiro, com certeza eles podem dizer que são a locomotiva do País, contudo, essa história de que eles sustentam o Brasil é uma tremenda balela, principalmente porque eles têm a maior população. Quanto a informação de que os funcionários da Petrobrás em grande parte haveriam saído do ITA é pura viagem, gostaria que essa pessoa revelasse que fonte de pesquisa foi essa. O quadro de funcionários da Petrobrás é formado por gente de todo o país, contudo, uma grande parte são realmente de cariocas.

  • Thiago Aveiro Reply

    19 de Março de 2010 at 18:38

    hahahahaha bela piada!! E o Rio se sustentaria do que? De turismo e petroleo apenas? Lembremos que a grande maioria dos funcionarios da petrobras vem de todos os cantos do pais e muitos da melhor faculdade de engenharia e tecnologia que é o ITA de SJC. O Rio nao vai se separar, melhor ficar sem royalties ( o que eu sou contra, por sinal) do que possuir uma economia pequena. Aceitem O Rio não se sustenta sem São PAulo que não se sustenta sem Minas que não se sustenta sem o RS e assim por diante.

    • amado reis Reply

      22 de Março de 2010 at 19:02

      Caro Thiago,
      O Rio se sustentaria de que? Ora meu caro, temos a 7ª maior reserva de petróleo do mundo!!! Você sabe o que é isso? É muito dinheiro!!! Quem tem dinheiro não tem dificuldades!!!
      Quantos aos funcionários da Petrobrás, que segundo você (não sei se o dado é correto) vêm do ITA, provavelmente iriam preferir trabalhar na “PETRORIO”, em troca dos melhores salários que a economia fluminense poderia lhes pagar do que ficar na atual “Petrobrás”, que sem o petróleo do Rio (85% da produção nacional) seria reduzida a quase nada!!!
      Ao contrário do que você imagina o Rio é provavelmente o único estado do Brasil que pode viver melhor sem o resto do Brasil: São Paulo, no caso de independência, por exemplo, sem o mercado brasileiro teria sérias dificuldades, já que seria obrigado a exportar seus produtos, pagando impostos de importação e concorrendo com industrias muito mais competitivas, como a americana, chinesa, alemã, japosesa…
      Já o Rio, tem petróleo, que é vendido a qualquer momento, em qualquer lugar do mundo, e melhor, com cotação internacional!!!
      Para desespero de muitos que não suportam os cariocas, essa é a pura verdade: O Brasil precisa mais do Rio do que o Rio do Brasil!! E esse sentimento está crescendo entre os cariocas!

  • almanaque do roberto Reply

    19 de Março de 2010 at 17:53

    http://www.assinepelorio.com.br

    Ladrão de milhão não merece perdão : Não deixe que um ladrão vire herói da Nação.

  • Fernando Reply

    19 de Março de 2010 at 17:12

    Uma das várias questões que chama atenção nessa aprovação da Câmera é que não houve tanto alarde prévio, antes da votação. É tanto absurdo nessa emenda, que os meios de comunicação poderiam ter exposto melhor a questão (e sua gravidade) para gerar mais pressão popular antes da votação.

  • Luiz Reply

    19 de Março de 2010 at 16:09

    Sou a favor da criação de um novo Estado (Pais) chamado Comunidade Independente da America do Sul.
    Fariam parte desta nova nação: Rio, SP ,MG e ES,SC,PR e Rs. ( mais ninguem).
    O Brasil ficaria com o resto e se viraria nos 30.
    Seriamos, em curtissimo espaço de tempo..uma poderosa nação.
    Chega de carregarmos o resto do pais nos ombros.
    O Peroleo é o estopim que pode detonar essa Independencia e Secessão.
    A Hora é Essa!
    Marchemos!

    • Murilo Nunes Reply

      19 de Março de 2010 at 18:04

      Ia comprar urânio de onde para Angra? da única mina do Brasil que fica em Caetite na Bahia? E a soja? Ah lembrei do Centro Oeste. E o feijão de Estados produtores do Nordeste. ia comprar os petroquimicos da Bahia? Já que lá está o segundo polo petroquimico das américas? E o gado do Centro Oeste? No Brasil um depende do outro essas bobagens de separatismo só nos cega.
      Deviamos combater a corrupção que levam bilhoes todos os dias, das nossas cidades, estados e do país. Inclua ai dos nossos bolsos!
      O Rio é altamente dependente do petróleo. Na verdade, seriam sustentados por SP já que mais de 40% do que é produzido no Brasil vem de lá ne?
      Vamos deixar de separatismo bobo. E na verdade cobrar como estes royalties serão utilizados. Em 10 anos o Rio recebeu 34 bilhoes, e o que mudou? quase nada. So no Gov cabral o Estado e Municipios receberam 16 bi. E ai temos boas escolas, hospitais de primeiro mundo, boas estradas? E o transporte de massa?
      Antes de pensarmos em nos separar do Brasil temos que nos livrar dos pessimos governantes que temos administrando o Estado do Rio

      • GIan Reply

        23 de Março de 2010 at 02:30

        Se a Bahia fosse o único lugar que de todo o mundo onde se pudesse adquirir urânio, eu concordaria com você. Sem falar que o urânio para ser usado em usinas nucleares deve ser enriquecido entre 10 e 15%, o que os bahianos não são capazes de fazer. Aliás, o combustível para as usinas de Angra é comprado junto a Alemanha.

  • Daniel Guimarães Reply

    19 de Março de 2010 at 15:38

    Eu sou radicalmente contra a separação do Rio de Janeiro do resto do Brasl. Isso é papo de gaúcho e de paulista. Se eles querem separar, eles que criem uma República de Piratininga ou dos Pampas…
    Ainda que eu veja mais vantagens em estar separado do resto do país, isso é um absurdo.

    Também sou a favor da volta da cidade-estado, mas com o nome de Rio de Janeiro, o resto do estado que invente um nome criativo para si: Paraíba do Sul, São Paulo do Leste, Alto Litoral, sei lá…

  • Rafael Oliveira Reply

    19 de Março de 2010 at 14:54

    EU sou a favor da separação do Rio. O Rio sairia ganhando em todos os sentidos, principalmente economicamente, só com o fato do Rio voltar a contar com uma bolsa de valores, com os royalties, estatáis e empresas internacionais que colocariam sedes de suas empresas aqui na República da GUanabara seria o suficiente para colocar o Rio como um país de um primeiro mundo. Isso sem contar que aqui não haveria tanto desvio de dinheiro

    • Ändre Bressan Reply

      20 de Março de 2010 at 03:36

      Não se esqueça que a petrobrás é brasileira… sem ela o pré-sal não existe…

      • O 1° Rijaneiro Reply

        20 de Março de 2010 at 17:07

        Não se esqueça que a maioria esmagadora das tecnologias empregadas pela petrobrás na extração de petróleo foi desenvolvida no campus do fundão onde se contra o maior centro de pesquisas dessa empresa nessa área, e que cresceu explorando principalmente a bacia de campos, de onde tira 85% de sua produção nacional e onde se encontram suas maiores reservas reais que são responsaveis por manter o interesse dos investidores internacionais!
        Se o Rio sequer ameaçar um movimento de independência, o que acontecerá com as ações da “poderosa” petrobrás?

  • André Delacerda Reply

    19 de Março de 2010 at 14:51

    Esqueceu de por ai no seu texto a Republica da Barra…só mencionou Ipanema

  • Felipe Machado Reply

    19 de Março de 2010 at 14:07

    Não sou a favor da separação do rio do brasil,mas da volta do Estado da Guanabara.
    acho que seria bastante interessante para nós

Deixar um comentário

Login

Welcome! Login in to your account

Remember me Lost your password?

Lost Password