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Tudo bem, é jornal popular, usa uma linguagem mais baixa, é curto, etc… Mas será que eles ainda fazem jornalismo ou viraram pornografia, veja duas capas de hoje, do Extra e do Meia-Hora:
Agora, não seria correto que passassem a vendê-los para maiores de 18 anos? E não é só isso, podia ter na capa a manchete sobre o Carnaval Fora de Época, uma grande notícia de interesse popular. Mas botar duas mulheres semi-nuas foi a escolha deles…
É, sexo vende… e pelo jeito a imprensa carioca gosta de vender e dane-se as notícias.
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Depois da criminosa série de reportagens contra o Fluminense FC que o EXTRA andou publicando, definitivamente esse pasquim zerou sua credibilidade.
Ainda que sejam inegáveis os fatos relatados, o que está por trás da “Denuncia” é ainda mais sujo. Além do que não é o Fluminense o detentor do monopólio do caixa-dois que, segundo Lula, todo mundo faz.
Em 1998, recem criado o jornal EXTRA, li o mesmo fato noticiado por esse jornal e pelo Jornal do Brasil no mesmo dia. No primeiro, um homem tentara se suicidar por ser corno. No JB, o homem tentou se jogar na linha férrea pq seus filhos estavam passando fome e ele nao conseguia arrumar trabalho.
Em quem vcs acreditam?
Esses jornais são piores que os tabloides ingleses.
E o pior que as garotas que saem no ensaio, dizem que são secretarias, estudantes, etc. Deve ser piada.
Jornal que põe trocadilho na manchete só para vender não merece credibilidade não. Não é porque é popular que se deve baixar o nível.
Fiquei alguns anos morando fora do Rio e quando voltei me deparei com esses jornais , fiquei muito triste em ver no que se tornou o jornalismo impresso no Rio uma decadência e apelação total, até mesmo o JB que era melhor do país caiu muito…é uma pena.
Em relação as mulheres do nipe de mulher melãncia num país onde a percussora delas é considerada a rainha das crianças pode se esperar de tudo, não é atoa que nosso país é famoso por ser considerado desfrute de mulheres vagabundas, aqui podem verificar todas para fazer sucesso se vendem , se submetem a tal.
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Por André Duarte
Continue lendo...No dia 21 de setembro de 1711, uma expedição francesa sob o comando do famoso corsário. Francês René DuGuay-Trouin, “seqüestra” a Cidade do Rio de Janeiro após nove dias de cerco. Você não está lendo errado, ele capturou mesmo toda a cidade, que tinha na época cerca de doze mil habitantes. O grave é que era a nossa. E ainda mais grave a quantia pedida: dois milhões de libras francesas, praticamente o resgate de um Rei.
DuGuay-Trouin não era um pirata, era um corsário. Na …
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