Mais livros sobre a chegada da Família Real ao Rio de Janeiro | Diário do Rio

Mais livros sobre a chegada da Família Real ao Rio de Janeiro

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Carlota Joaquina, Cartas Inéditas De acordo com a assessoria de Imprensa da Prefeitura do Rio de Janeiro, dentro das comemorações do bicentenário da chegada da Família Real ao Rio de Janeiro, a Prefeitura, por intermédio da Comissão D. João VI, lançará, dia 26, os livros A Vinda da Família Real para o Brasil, de Thomas O’Neil, e Carlota Joaquina: Cartas Inéditas, de Francisca L. Nogueira de Azevedo. O lançamento será na Livraria Travessa do Leblon (Shopping Leblon, loja 205a), às 19h.

Estamos no momento certo para rediscutir este grande momento de nossa cidade e de nosso país, o qual foi muito mal retratado até hoje como na minissérie "Quinto dos Infernos" ou no filme "Carlota Joaquina". Que o Bicentenário sirva para mostrar figuras como Dom João VI como o herói que é.

Quintino Gomes
Defensor do Carioca Way of Life, morou em Jacarepaguá a vida toda, trabalhou na Zona Oeste, na Zona Norte, Centro e Zona Sul. O pai é português e a mãe carioca da Gema, do Bairro de Fátima
Quintino Gomes

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11 Comentários

  1. Na Bienal do Livro teve um debate com vários autores de história justamente sobre esse tema de vinda da família real. Um deles era o autor de 1808, que você até já divulgou aqui, outra era a Francisca Nogueira, autora do livro desmistificando a imagem da Carlota Joaquina como mulher devassa etc. Aliás este último, pela pesquisa feita por ela, parece ser muito interessante. Ainda não li.

  2. Diario do Rio, acredito que meu livro sobre a Familia Real e a importância das mudanças trazidas por esta ao Rio, estaja pronto no inicio de dezembro.

  3. Depois voou ler com calma.
    São muitos os fatos históricos e importantes para o Brasil com a chegada da família Real no Rio de Janeiro.

  4. A vinda da Família Real para o Brasil não significou mudanças mas sim o nascimento do Brasil,pois os acontecimentos anteriores apenas deixou o país apto para fecundar. Hoje o Brasil chegou a sua maturidade podemos portanto com esses livros entender melhor este período do nascimento e seus verdadeiros significados.

  5. Acredito, como historiador, que para entender as mudanças ou o “nascimento” do Brasil, temos que estudar o contexto mundial que levou a corte portuguesa a se mudar para cá. Não gosto da linguagem que a televisão utilizou para fazê-lo. Deveria existir um meio-termo para ilustrar este fato tão importante para nossa história enquanto nação. Tampouco, considero justo dizer que Dom João VI foi um herói no processo de transladação da capital do Império para o Brasil. Temos que atenuar os extremos, ou seja, não ouve a devassa e a corrupção inconseqüente elucidada pela televisão em minisséries de outrora (“O Quinto dos Infernos”), todavia, também não ouve um herói ou uma heroína nesse processo, que nos leva a anacrônica história do culto dos personagens e contextos factuais, como ocorreu nos planos pedagógicos da Ditadura Militar implementada nas décadas de 1960, 1970 e até meados de 1980. O que houve foi uma corte que na iminência de sofrer com a retaliação francesa de Napoleão, resolvera fazer uso de sua aliança com a inglaterra e partir para sua colônia, para escapar da guerra e preservar sua linhagem real. Como diria o velho poeta anônimo português: “Portugal não foi à guerra, mas também não se acovardou”.

  6. concordo plenamente com o parecer de Diego e dos outros que escreveram sobre o assunto

    estou longe mas tento acompanhar atraves de jornais, livros, etc. o que vai indo ai p/ comemorar os 200 anos da chegada da nossa familia real

  7. concordo plenamente com o parecer de Diego e dos outros que escreveram sobre o assunto

    estou longe mas tento acompanhar atraves de jornais, livros, etc. o que vai indo ai p/ comemorar os 200 anos da chegada da nossa familia real
    Acredito, como historiador, que para entender as mudanças ou o “nascimento” do Brasil, temos que estudar o contexto mundial que levou a corte portuguesa a se mudar para cá. Não gosto da linguagem que a televisão utilizou para fazê-lo. Deveria existir um meio-termo para ilustrar este fato tão importante para nossa história enquanto nação. Tampouco, considero justo dizer que Dom João VI foi um herói no processo de transladação da capital do Império para o Brasil. Temos que atenuar os extremos, ou seja, não ouve a devassa e a corrupção inconseqüente elucidada pela televisão em minisséries de outrora (”O Quinto dos Infernos”), todavia, também não ouve um herói ou uma heroína nesse processo, que nos leva a anacrônica história do culto dos personagens e contextos factuais, como ocorreu nos planos pedagógicos da Ditadura Militar implementada nas décadas de 1960, 1970 e até meados de 1980. O que houve foi uma corte que na iminência de sofrer com a retaliação francesa de Napoleão, resolvera fazer uso de sua aliança com a inglaterra e partir para sua colônia, para escapar da guerra e preservar sua linhagem real. Como diria o velho poeta anônimo português: “Portugal não foi à guerra, mas também não se acovardou”.
    No site a Zit Editora tem um livro infantil que vem com uma carruagem pra montar. Muito legal!
    http://www.zit.com.br/editora
    A vinda da Família Real para o Brasil não significou mudanças mas sim o nascimento do Brasil,pois os acontecimentos anteriores apenas deixou o país apto para fecundar. Hoje o Brasil chegou a sua maturidade podemos portanto com esses livros entender melhor este período do nascimento e seus verdadeiros significados.
    De acordo com a assessoria de Imprensa da Prefeitura do Rio de Janeiro, dentro das comemorações do bicentenário da chegada da Família Real ao Rio de Janeiro, a Prefeitura, por intermédio da Comissão D. João VI, lançará, dia 26, os livros A Vinda da Família Real para o Brasil, de Thomas O’Neil, e Carlota Joaquina: Cartas Inéditas, de Francisca L. Nogueira de Azevedo. O lançamento será na Livraria Travessa do Leblon (Shopping Leblon, loja 205a), às 19h.

    Estamos no momento certo para rediscutir este grande momento de nossa cidade e de nosso país, o qual foi muito mal retratado até hoje como na minissérie “Quinto dos Infernos” ou no filme “Carlota Joaquina”. Que o Bicentenário sirva para mostrar figuras como Dom João VI como o herói que é.

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