Não vou entrar aqui no mérito da questão, mas sim no grande problema de quem está acostumado a campanhar proporcionais (Legislativo, exceto Senado) e entra em uma campanha para o majoritário (Executivo e Senado). Enquanto na primeira pela enorme número de candidatos e uma menor taxa de concorrência, os candidatos acabam não se importando muito com os outros que querem a mesma vaga. Entretanto, quando um destes tenta ir para o majoritário tem de se acostumar com o fato que os outros candidatos vão procurar sua vida com uma lupa.
E é o que está acontecendo com Alessandro Molon (PT) que, como o Gabeira (PV), tende a fazer uma campanha em que mostraria como maior qualidade o fato de ser honesto (o que para mim é obrigação do homem público e não uma qualidade, fazer isso só serviria para encobrir imperfeições administrativas). Pois bem, hoje o ex-blog do Cesar Maia, trouxe a notícia de que Molon, apesar de declarar um patrimônio de Zero Reais, teria doado, em 2006, 16 mil e 400 Reais para sua própria campanha.
Bem, a eleição está esquentando… e muito!
Onde está Cesar Maia, hein? AH! Está na Bahia, rezando para que Nosso Senhor do Bonfim leve o mosquito da dengue para o oceano…
Eleição esquentando e muito, Quintino! A disputa promete! Forte Abraço!
Lucas,
as eleições vão ser divertidas para a gente!!
Quem conhece Alessandro Molon não vota nele nem pra síndico.
Isso é um crápula.
O Molon já tá incomodando…
Se o Molon tiver mais que 10% dos votos eu ando pelado no calçadão de Ipanema.
Deu agora no Jornal Nacional, palavras de cientista da FioCruz
“O mosquito da dengue é domestico, e cabe a população combate-lo dia-a-dia”
Se a população não cooperar, não haverá ação de qualquer que seja o governo que dê certo.
“O Molon já tá incomodando…”
Pois é, C. Henrique. Você está coberto de razão!
Molon me lembra a Collor - homem moralidade e tal, etc -. Todo arrumadinho feito Collor, e vocês sabem no que deu não é?
Leonardo,
seus comentários foram e continuarão sendo apagados porque simplesmente vc saiu de fora do assunto do post, o que não é tolerável na maioria dos blogs. Também apago os comentários que criticam o Diário do Rio, especialmente as críticas loucas e de manias de perseguição.
Aqui é um espaço democrático, mas não é uma zona!
Pedro, comece a treinar…
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Por André Duarte
Continue lendo...No dia 21 de setembro de 1711, uma expedição francesa sob o comando do famoso corsário. Francês René DuGuay-Trouin, “seqüestra” a Cidade do Rio de Janeiro após nove dias de cerco. Você não está lendo errado, ele capturou mesmo toda a cidade, que tinha na época cerca de doze mil habitantes. O grave é que era a nossa. E ainda mais grave a quantia pedida: dois milhões de libras francesas, praticamente o resgate de um Rei.
DuGuay-Trouin não era um pirata, era um corsário. Na …
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