Gerou um certo burburinho um artigo de uma revista que faz o roteiro para turistas que procuram “festejar”, e na edição chama “Rio for Partiers” (“Rio Para Festeiros”), eles dividem as mulheres cariocas em 4 tipos:
- Britneys - são as filhinhas de papai, elas se vestem como Britney Spears, elas são lindas mas não deixam ninguém paquera-las. Por que? Elas tem uma lista de pretendentes da antiga escola de 2 o grau, da faculdade, os filhos dos amigos de seus pais etc etc. Normalmente elas são metidas. Esqueça elas, a não ser que você seja apresentado a uma
- Popozudas - grande bunda, e são maquinas se sexo. Elas malham, vestem calças apertadas que entra no bumbum, pintam o cabelo de louro e fazem de tudo para ficarem lindas. Bom investimento, já que o motel é sempre uma possibilidade com estas gatas… se você também é sarado
- Hippies/Ravers - as mais divertidas, fáceis de se chegar, boas de papo, difícil de beijar, fácil de beber e se divertir com elas
- Balzacs - gosta de se divertir, dançar, beber e beijar. Trate ela com uma dama e elas o tratarão com um rei, talvez não esta noite, mas amanhã com certeza.
Devido a classificação “Popozudas”, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação para tirar publicação de circulação e obrigá-la a pagar multa diária. Quem pediu o ajuizamento da ação foi a Embratur, que alegou que a publicação incentiva práticas sexuais.
Bem… não sei se a publicação realmente incentiva o turismo sexual, não mais do que a gente fala de Cancun e muito menos do que um desfile de Grupo Especial mostra. A divisão, inclusive, poderia ser feita em qualquer lugar do mundo…
Se na matéria diz das popozudas, também fala de mulheres difícies e daquelas que só querem dançar… E pelo que vi não há nenhuma dica de local para prostituição ou coisa parecida. Só dicas de como “chegar”, nada demais… E, vá lá, tem mais Britneys do que Popozudas no Rio de Janeiro.
Então, estimula o turismo sexual ou não? Responda nossa enquete.
Ele só falou a verdade de uma forma engraçada.
Lógico que não podemos generalizar essa situação, mas a grande maioria realmente se divide nessas 4 opções na “night”.
E gringo geralmente não precisa fazer NENHUM esforço pra ficar com as garotas que se esfregam neles …
Não é a toa que acabam mal faladas …
Bruno,
o pior que em alguns lugares, como o Shenannigan’s de Ipanema, era exatamente isso que acontece.
Mas o pior que o Bruno está certo mesmo!
Esqueceram de uma categoria, algumas mulheres politicas cariocas que mudam de opinião da noite para o dia.
Sabe o que é engraçado.
Hoje de manhã, tava vendo Jornal da Manhã do SBT.
( não acordo cedo, vou durmir essa hora, rss )
E nesse jornal disse que o autor desse livro é um brasileiro.
“E, vá lá, tem mais Britneys do que Popozudas no Rio de Janeiro.”
COMO ASSIM????????????????
A ignorancia e uma merda, nao e?
Eu to lendo um monte de comentarios absurdos sobre este guia, que dizem que chama as cariocas de vacas e maquinas do sexo. Que incentiva a prostituicao e etc e tal. Coisa bem pejorativa mesmo. E o pior e que aqueles que detestam o Rio logo se aproveitam para botar mais lenha na fogueira, dizendo que e isto mesmo. Que o Rio e podre.
A ignorancia e realmente uma merda!
Eu nao me dei ao trabalho de verificar se era verdade ou nao. Mas… ja que o Diario do Rio colocou a parte que importa em evidencia, pude conferir que o livreco nao fala nada de mais. E exatamente isto! Mais um guia sobre a unica cidade que importa no Brasil inteiro. A unica cidade brasileira que desperta algum interesse por parte do planeta terra.
Viva o Rio de Janeiro!!!
Rafa,
tem mais mulheres difíceis do que fáceis. Pelo menos nos lugares que ele indicou.
Marco,
exatamente… achei meio palhaçada a forma que quiseram pintar o guia, não tem nada demais… Não é como se dissessem: “Venham ao Rio, aqui as mulheres são fáceis”. Só dão dicas aos solteiros quais são os melhores lugares para “festejar”.
Também não achei nada de mais, ele só esqueceu de várias outras diversidades como as pagodeiras, as funkeiras etc.
Qualquer tipo de rótulo é algo meio rídiculo. Provavelmente não incentiva o turismo sexual, mas incentiva aos esntrangeiros acharem que no Rio só existe isso, sendo que não se pode classificar uma pessoa só pelo jeito que ela anda ou pela música que ela escuta. Seja mulher ou homem. É bem idiota.
infelizmente o Rio está infestado de mulheres arrogantes, burras , interesseiras e vazias, basta andar pelas ruas do centro e verão com seus próprios olhos, porém isso não se resume a todas , mas sim a quase todas, pois aida que raras ainda existem mulheres maravilhosas por aqui.
Primeiramente, quem é vista como maquinas de sexo não são as cariocas e sim as brasileiras. Principalmente na Bahia e São Paulo. Só ir a outro país que você saberá disso.
Mas o que tem que ser feito é mudar esta visão.
Que é apoiada claramente pelo funk brasileiro.
Ao estudar história, percebemos que antigamente os brasileiros riam de outros países por serem considerados maquinas de sexo, hoje a visão foi espelhada.
Mesmo o livro dando uma aliviada, mas o que deve ser feito é ser abolido tais pensamentos…
Este “hand book” teve o lançamento não oficial em 2004 ou 2005 se não me ingano e foi distribuido gratuitamente em varias lan houses de copacabana.
Lebro-me de ve-lo a venda por 20 reais em um cyber café na Julio de castilho.
o livro esta´ em ingles e nao fala em maquina do sexo. “Sex machine” significa “mulher gostosa” em bom portugues. A Embratur errou feio na traducao.
O termo ‘popozuda’ é cultura e não utilizá-lo é preconceito.
Ou só é cultura cantar funk? Escrever a letra do funk em forma de texto é incentivar turismo sexual?
Falou e disse Mamendes.
Eu sou mulher e tenho o bumbum grande por resultado de minha herança genética, mas não me enquadro na descrição que fizeram, que não tem nada a ver com o tamanho do bumbum, mas com o mau gosto ou baixo nível de certas mulheres. Eu acho que nunca é demais respeitar a mulher e ter um mínimo de ética. Se vai falar das mulheres de um outro país, para fins de turismo, então, fale “bem” delas, dentro do que é considerado “bom” pelos bons costumes. O Brasil deveria ser mais esperto e sempre passar uma imagem boa de nosso país. Deve existir uma reciprocidade. Se os outros países falarem de seus podres, aí então a gente pode falar de nossos podres. Senão, não!
[...] é que a atual Riotur ou a Embratur venha fazer uma nota de desagrado, assim como no caso da “Mulher Carioca: Máquina de Sexo”, por divulgar o turismo sexual no Rio de Janeiro. É claro que a matéria da W não tem o [...]
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