Não tenho empatia pelo filho de Tati Quebra Barraco - Diário do Rio de Janeiro

Não tenho empatia pelo filho de Tati Quebra Barraco

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Como você já deve saber o filho da funkeira Tati Quebra Barraco morreu em um confronto com a polícia do Rio e as redes sociais entraram em polvorosa. Uma boa parte pedindo que as pessoas tivessem empatia com a dor de uma mãe que perdeu seu filho, o que é claro, precisamos ter. Mas como li, até empatia deve ter limite.

A verdade é que quem morreu foi um criminoso, um bandido, um traficante. Ele não foi assassinado, morreu em confronto, a PM estava cumprindo o seu dever, “Servir e Proteger”. De acordo com relatos ele ameaçava moradores da Rua Quintanilha, na Freguesia, onde passou a ter uma boca de fumo“, e em que ele seria um dos “soldados”, não era inocente e certamente se participou de outros confrontos, também atirou para matar.

Ele não era uma vítima do sistema, é de imaginar que os shows da cantora rendessem o suficiente para que o filho tivesse uma boa educação. Também não era um inocente que estava passando pela rua, sabia muito bem o que estava fazendo.

Peço desculpas, mas sinto empatia quando morre um PM em confronto, por mais um traficante apenas sensação de um a menos para aterrorizar a cidade.

Quintino Gomes Freire
Diretor de mídias sociais na Agência B5, palestrante, publicitário, Defensor do Carioca Way of Life e Embaixador do Rio. Começou o Diário do Rio em 2007 e está a frente dele até hoje o levando ser um dos principais portais sobre o Rio de Janeiro.
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