Opinião carioca - 24/01/2008 - Publique no Facebook

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Eu Amo o Rio Estava assistindo agora o RJ Tv e passou uma matéria sobre a Rua do Matoso e mostrando irregularidades como, por exemplo, carros estacionados em local proibido e pessoas atravessando embaixo da passarela. E mostra um transeunte reclamando que falta fiscalização no local, não me levem a mal, mas falta é consciência social destas pessoas.

Muitos cariocas, como podemos ver no trânsito, acreditam que há no mundo apenas eles, desta forma fecham cruzamento, jogam lixo pelas janelas, compram no camelô, dão esmolas e estas coisas… Não pode é vivermos a espera que um pai (seja o governo ou um cidadão consciente e sem medo) nos chame atenção para a irregularidade!

Vejam como pequenos atos ajudam a cidade:

  • Lixo no lixo – a Comlurb é uma grande empresa e faz um ótimo trabalho, mas enquanto houver quem acha que rua é o mesmo que lixeira, não vai haver como a cidade ficar limpa por mais de duas horas (que o diga os garis do Centro da Cidade que mal acabam de varrer e algum IDIOTA já sujou novamente)
  • Não dê esmolas! Pense no mendigo como um profissional, se não houver mercado, ou seja, quem lhe dê esmolas, ele vai ter de procurar outra freguesia. O mesmo para aqueles dos sinais! E por que? Porque não estão cometendo crime nenhum, simplesmente não tem medida legal para retirá-los do lugar que estão!
  • Trânsito o sinal está vermelho? Pare! Tem cruzamento, espere o carro da frente dar espaço para que você não o feche. Não existe um guarda de trânsito para cada cruzamento ou semáforo da cidade.
  • Limite da velocidade é LIMITE, não é o mínimo a andar como muitos acham! Economiza combustível e evita acidentes.
  • Carro não é na calçada, especialmente em lugares movimentados! Já vi gente levando multa em frente a um estacionamento e reclamando porque tinha "ido rapidinho", não importa, prejudicou da mesma forma. Em eventos no RioCentro, como Micareta, tem gente que prefere pagar R$ 10,00 em flanelinha do que R$ 15,00 no estacionamento regular…
  • Não compre em camelô ou ambulantes, como no tópico sobre mendigo, ou seja, se não tem mercado, tem que fechar!
  • Não dar um "cala a boca" para PM, fiscais ou seja lá o que seja… é ser tão corrupto como um dos deputados do mensalão, ou mensalinho ou qualquer outro…

Se cada um fizer sua parte e parar de achar que tudo é responsabilidade do governo e saber que nosso dever como cidadão vai muito além de pagar impostos, nossa cidade e país melhorarão, pode contar com isso.

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17 comentários

  • Caio Maloni disse:

    Educação é tudo.

    [Reply]

  • Vitor disse:

    Eu vi essa materia, 90% dos problemas ali são de falta de educação da população mesmo.

    Estacionamento irregular, bicicletas impedindo o acesso a orelhão, carinhos de supermercado na rua, etc. Depois a população reclama e não para para pensar o que faz contra ela mesma. Vide o caso do lixo na praia, a população se encarrega de emporcalhar a praia.

    Ah você viu também a população de classe alta também jogando esgoto na Joatinga?

    Kennedy tem uma frase otima “Nunca perguntem o que seu país pode fazer por você, mas sim o que vocês podem fazer por se país”

    [Reply]

  • Diario do Rio disse:

    Victor,
    na passeata do IPTU, o pessoal comprando no ambulante e jogando lixo na rua… é o povo acostumado com o estado paternalista.

    [Reply]

  • Aline disse:

    Certa vez vi uma entrevista com um gari dizendo que ele tinha sido ameaçado por bandidos quando desentupia as galerias de águas pluviais na Praça da Bandeira. Pra início de convresa, quem já ficou preso em enchente ali tem vontade de esfaquear o infeliz que joga lixo naquelas ruas. E quem não teve o desprazer de atravessar a Avenida Maracanã com água na cintura – e sem enxergar onde termina a rua e onde começa o rio Maracanã – devia ao menos ter a consciência de que a bandidagem conta com a colaboração dos porcos e mal-educados.

    [Reply]

  • Cadu disse:

    Isso é o MÍNIMO q podemos fazer!!!

    Só faltou falar do hábito d mijar nas ruas…

    [Reply]

  • Vitor disse:

    O pessoal nos blocos mija as ruas todas…

    [Reply]

  • Daniel Beltran disse:

    Pergunte ao cidadão:

    Você só pratica ações que possam ser generalizadas?

    Se todos, na sociedade, seguirem o seu exemplo, o Rio de Janeiro será um bom lugar para viver?

    Já passou da hora do cidadão assumir sua responsabilidade.

    [Reply]

  • André disse:

    Agora a pouco vi no jornal o povo aplaudindo a prissão de politicos, isso é bom sim.

    Mas enquanto o povo não perder e/ou deixar de lado esse JEITINHO BRASILEIRO, O SER ESPERTO, ETC. A corrupção e a desordem vai continuar no nosso país.

    Você vê que a grande maioria da população gosta de ser esperta e não está nem ai para o proximo, não respeita os limites dos outros.

    Por isso jopam lixo na rua e não se preocupam com ambiente (restante da população, ecossistema, etc).

    [Reply]

  • Claudio Leandro disse:

    Eu assisti a essa reportagem e concordo que falta conscientização e educação a muitos cariocas. Porém, há uma parcela de culpa de nossas autoridades nesse problema, pois a inexistência de repressão acaba piorando o problema.

    [Reply]

  • André disse:

    Deveriam ter multas pesadas e não ter pena não.

    O problema é que vai cair na mesma parada dos pardais, eles são para coibir as infrações dos motoristas que andam em alta velocidade, e os aparelhos estão certos em multar mesmo. Mas tem gente que reclama, se tem multa reclamam, se não tem também reclamam.

    É meio complicado.

    Se eu fosse gestor não ia ter pena de colocar multas pesadas para quem joga lixo na rua, estacionamento em local irregular, quem é pego destruindo o patrimonio publico, etc.

    Um dia a população vai entender que ter educação não é frescura e sim um ato importante para si e para os demais.

    [Reply]

  • Eduardo Júnior disse:

    Sou carioca e amo esta cidade como nenhuma outra e hoje por questões profissionais moro em São Paulo. Infelizmente tenho que concordar com o que li no post acima. Ao mesmo tempo que o carioca precisa ter mais educação, o poder público não pode ficar esperando o carioca ser civilizado. Infelizmente as pessoas só se educam, quando sentem no bolso. Aqui em São Paulo por exemplo, os paulistanos não obedecem as leis de trânsito por serem mais educados que os cariocas, eles obedecem pelo motivo de ter um “amarelinho” (como os agentes de trânsito são chamados aqui) em praticamente toda a esquina. Com medo de pagar multas caras e perder pontos na habilitação, ninguém para carro em cima de calçada, fecha cruzamentos, avança sinal de trânsito e etc…O Rio precisa de um choque de ordem, como Rudolf Giuliani fez em New York. César Maia é um excelente administrador e gosto bastante dele, mas ultimamente não sei se pela grande atenção dada ao PAN a prefeitura relaxou nesta questão. Vamos torcer para que o prefeito contorne a situação e dê ao Rio o que ele tanto precisa: ORDEM!

    [Reply]

  • Thiago Rachid disse:

    O brasileiro acredito no Estado como um santo milagreiro capaz de resolver qualquer coisa.

    Mal sabem que quanto menos Estado, melhor.

    O nosso problema não é falta de Estado, é excesso de brasileiro.

    [Reply]

  • Elesbão disse:

    “O nosso problema não é falta de Estado, é excesso de brasileiro.”

    Amei.

    [Reply]

  • Claudio Leandro disse:

    “Aqui em São Paulo por exemplo, os paulistanos não obedecem as leis de trânsito por serem mais educados que os cariocas, eles obedecem pelo motivo de ter um “amarelinho” (como os agentes de trânsito são chamados aqui) em praticamente toda a esquina. Com medo de pagar multas caras e perder pontos na habilitação, ninguém para carro em cima de calçada, fecha cruzamentos, avança sinal de trânsito e etc…O Rio precisa de um choque de ordem, como Rudolf Giuliani fez em New York.”

    Exatamente, Eduardo Júnior! Estado e Município precisam agir e punir os infratores. Bem que eu gostaria de ter poderes para multar carros estacionados irregularmente, camelôs que ocupam espaços públicos sem autorização, pessoas que jogam lixo nas ruas etc., mas não tenho. Faço minha parte, cumprindo as regras e denunciando quem não as cumpre. Agora cabe às autoridades públicas agir. Se ninguém quer cumprir as regras por livre e espontânea vontade, que cumpram por “livre e espontânea” pressão.

    [Reply]

  • André disse:

    Depois que acabou o regime militar, o brasileiro confunde liberdade com libertinagem, por isso acha normal não cumprir as regras.

    Eu defendo multas severas, só assim vamos educar a população, quando doi no bolso as pessoas passam a respeitar as leis e o proximo.

    [Reply]

  • Meu Google Reader (17/01 - 29/01) | 30 & Alguns disse:

    [...] & Afins: Não é fiscalização, é educação – Diário do Rio de Janeiro Paciente e injustiçado! – Adão Braga – Corpo, Alma e [...]

  • bruna cristina disse:

    eu quero saber mas coisas sobre isoo!!!!!!
    por favor mande isso para o meu msn !!!
    muito obrigado pois eu estou fazendo uns trabalhos sobre isso e eu quero saber mas!!!
    ass:bruna

    [Reply]

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