Um levantamento feito pela Secretaria de Fazenda do Estado, cujo secretário é Joaquim Levy, mostra o tamanho do rombo aberto nas contas públicas pelo crescimento dos dispêndios no quadriênio em que o Estado foi governado por Rosinha Garotinho (PMDB), ou seja, 2002-2006. Juntos, TJ, MPE, Alerj e TCE gastaram, em 2006, R$ 4,370 bilhões, contra R$ 3,934 bilhões em 2003 (todos os números do período foram corrigidos pelo IPCA). O Judiciário consumiu 61 85% do dinheiro gasto pelas quatro instituições juntas, no ano passado: R$ 2,703 bilhões. Deles, R$ 670 milhões foram para custeio e investimento. O estudo mostra que os quatro órgãos juntos, de 2003 a 2006, destinaram para custeio e investimento R$ 865 milhões.

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O judiciário gasta muito mas recolhe muito também. É a segunda maior receita do Estado. Só perde para p ICMS, sem contar que tem muito mais funcionários do que o Ministério Público, ALERJ, Tribunal de Contas e Defensoria Pública porque está presente com Foruns em todos os Municípios do Estado, o que não acontece com os outros órgãos. Se as pessoas que escrevem esses absurdos que lemos a toda a hora raciocinassem, não escreveriam tamanhas sandices, levando as pessoas a acreditarem em absurdos como se um Tribunal representado em todos os Munícípios do Estado devesse gastar tanto como uma ALERJ, que só existe na capital. Com as devidas proporções, não é o Tribunal que gasta muito, quem gasta muito são os outros órgãos, se formos observar a proporcionalidade.
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