Em dezembro fiz um post sobre a eleição do Prédio da Petrobrás como o mais feio do mundo. Na coluna do Ancelmo Gois hoje ele faz uma eleição para escolher o prédio mais feio do Rio de Janeiro. E, óbvio, que a Catedral Metropolitana ficou na frente, que já foi chamado por Elio Gaspari de “monstruoso coador de macarrão”.
A Catedral foi finalizada em 1979, é dedicada a São Sebastião, tem formato cônico com 75 metros de altura externa e 64 metros de altura interna, 106 metros de diâmetro externo e 96 de diâmet ro internoe apesar de feia por fora é bonita por dentro, que nem aquela meninha(o) que sua amiga quer te apresentar, com vitrais de 6464,50 x 17,80 x 9,60 metros.
Entretanto o arquiteto Jairo de Sender escolhe mutíssimo bem como prédio mais feio do Rio um na Barra da Tijuca:
“O prédio mais feio da cidade fica na Barra, no acesso à Ponte Lúcio Costa (à esquerda). É todo feito de pastilhas cor de rosa e cor de vinho. A arquitetura e o revestimento são questionáveis.”
E para vocês qual seria o mais feio?
Foto: Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro por Ana Rodinsky

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Pra mim é o prédio da Biblioteca do Estado do RIO…Se eu não me engano ele fica na Presidente Vargas…Ô prediozinho feio…
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Como um historiador do século XVIII, não posso negar que as nossas igrejas coloniais me parecem infinitamente mais bonitas. Confesso que já impliquei muito com a Catedral Metropolitana e que ela me parece um copo de cabeça para baixo. Apesar disso, não há como negar o efeito grandioso que causa no espectador ao adentrá-la, além de seus fantásticos vitrais.
Hoje em dia já penso diferente, e ela até me parece simpática por quebrar todos os parâmetros de um templo católico. E isso eu acho muito inovador. Não há um altar no final da igreja ou altares laterais. Nem mesmo sei se podemos falar que ela é uma igreja de nave única. Ela tem nave? Toda essa “ousadia” me causa uma certa atração.
Ao contrário, não consigo me acostumar com o formato exterior da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, que tomou a atual feição – eclética – em inícios do século XX. Se como historiador, entendendo as motivações pelas quais aquelas opções de foram tomadas, como apreciador, em meu íntimo, não posso negar que elas me parecem aberrações que desfiguaram o exterior da antiga capela colonial.
Agora, quanto a um prédio feio… Não saberia dizer assim… Mas prédio do Arquivo Público da Cidade do Rio de Janeiro, perto do Centro Administrativo São Sebastião, é bem esquisito…
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Eu acabei não colocando no post mas para escolher um prédio feio deveria ser obrigado a dar uma passada antes na Barra da Tijuca. Tem cada horror lá com aquela mania de alguns arquitetos para imitar Miami que dá medo.
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Daniel Guimarães Reply:
Ah, eu curto o estilão Miami da Barra, apesar de preferir a original… rs
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Daniel Guimarães Reply:
eu prefiro a original, em relação aos prédio, cliquei enter e post foi sozinho… rs
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Todo mundo so fala dos predios feios, e os predios bonitos, não existe nenhuma pesquisa ninguem falando a respeito nada?
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Engraçado, passei pela Catedral essa sexta e estava comentando exatamente isso: como ela é feia! Mas uma amiga disse que por dentro é realmente muito bonito e tals… Vou tirar um dia para conhecer o interior, vamos ver se vale a pena.
Como prédio mais feio, eu votaria no do Teleporto,ali na Cidade Nova. O troço parece um Ray Ban gigantão. Feio de mais!
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Ah, voltei!
Acho que, em termos de prédio feio, podemos falar no arranha-céu da Cândido que fica atrás do antigo e colonial Convento do Carmo. Aliado ao Viaduto da Perimetral, em frente ao Paço, ele ajuda a distruir a vista na Praça XV e de seu complexo arquitetônico.
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Quintino Gomes (Editor) Reply:
Estudei lá e dei o apelido de Bloco Negro, acaba com toda a beleza do redor.
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Leandro Reply:
Agora você imagina: eu estudo as relações dos carmelitas que habitavam aquele convento com – dentre outras autoridades – os Vice-Reis que habitavam a então Casa dos Vice-Reis (atual Paço Imperial).
É inevitável que, ao passar por lá, minha imaginação acabe por se voltar a uma “reconstituição” daquele cenário que foi um dos palcos concretos de meu objeto de estudo.
Dá para entender a dor de olhar para o Convento e ver o prédio da Cândido por trás, não? É um freio à imaginação!
PS: Oops… Acabei de ver que no comentário acima escrevi “distruir” em vez de “destruir”. Erro de digitação. =P
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A arquitetura carioca anda meio fraca ultimamente. Na votação pára eleger os melhores projetos do Sudeste do Brasil em 2009, o Rio não elegeu em nenhuma categoria, vejam:
http://www.constructionfamily.com/viewtopic.php?f=1339&t=2534
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Joao Reply:
Lidiel, desculpa cara, mas acho o nosso residencial mais bonito que os descritos, e sim, o rio tem edificios lindos e de valor cultural inigualaveis, se voces so querem ver vidros verdes, tv de tela plana e tal, o rio nao ta muito bem nisso até pq nossa área nobre nao muda tanto assim e a de se convir que construir no centro ou na zona sul é muito dificil, acaba sobrando pra barra que alem de receber alguns predios lindos de design, recebem outros desenhados por arquitetos de fins de semana, afinal, o que importam é quem pode pagar, quem paga diz como vai ser e assim sao as coisas.
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Para mim o prédio mais feio do Rio é aquele em cima do túnel da Auto Estrada Lagoa-Barra… Ele pode até não causar o espanto da Catedral Metropolitana, mas ele ganha pelo conjunto da obra: feiúra, posicionamento, revestimento…
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[...] This post was mentioned on Twitter by Diário do Rio and Helbert Rocha, Luiz Felipe Robadey. Luiz Felipe Robadey said: Concordo! RT @DiarioDoRio: Prédio Mais Feio do Rio de Janeiro: http://clicky.me/C8G Uma massa cinzenta horrorosa no meio do centro do Rio.. [...]
Para mim, o predio mais feio do Rio já foi demolido: O Palácio Monroe que ficava no final da Rio Branco. Agradeço ao Presidente Geisel, Lucio Costa e Roberto Marinho, responsáveis pela demolição daquela feiura em 1976. Será que estou certo ?
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Elisa Reply:
Nossa! Palácio Monroe… Fazia tempo que eu não escutava ninguém citá-lo.
Ficava onde existe a Praça Mahatma Gandhi, não é isso?
Pena que existem tão poucos registros dele.
Belissima obra da Arquitetuta Brasileira!!
Para quem não conhece: http://www.vivercidades.org.br/publique_222/web/media/sobreFormacaoRJ_24.jpg
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Aliás, a única imagem existente do Palácio Monroe que eu conheço pode ser vista na cena do filme “Em ritmo de aventura” de 1967, em que Roberto Carlos sobrevoava o Rio de Janeiro. Choro quando lembro que aquele Palácio que agora só existe na memória foi demolido. Obrigado Geisel, Marinho e Lucio Costa.
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Se há algo que a incompetência de Sergio Cabral, a inabilidade de Lula e a vontade de aparecer de Ibsen Pinheiro causou foi trincar o pacto federativo, ou seja, o Brasil como nação. Nunca antes na história do Rio de Janeiro, ao menos a recente, se ouve nas ruas tanta gente falando de secessão, ou melhor, de independência que salvou você e eu quase ninguém conhece a expressão.
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