Os Estados Unidos deram uma demonstração esta semana de que são a maior democracia do mundo – queiram ou não, os analistas de plantão – pois elegeram o primeiro presidente negro: Barack Obama. Que terá como tarefa governar a maior economia – mesmo que sob crise – e potência militar do mundo.
O Diário do Rio e a Editora Thomas Nelson Brasil, mais uma vez fazem uma parceria e trazem para os leitores, uma nova promoção cultural.
Dessa vez trazendo o livro “O Deus de Barack Obama – Porque não existe liderança sem fé”. Escrito por Stephen Mansfield, mesmo autor de “The Faith of George W. Bush” – A Fé de George W. Bush -.
O livro conta a história religiosa do candidato democrata eleito à Casa Branca e lembra que Obama é primeiro presidente dos Estados Unidos não criado em um lar cristão. Ao contrário, ele passou seus primeiros anos de vida sob a influência do ateísmo, do islamismo popular e de um entendimento humanista que vê a religião como um produto do homem.
Episódios curiosos a respeito da biografia de Obama também estão no livro. Desde 1985, Obama freqüenta uma igreja evangélica, mesmo assim, Mansfield chama a atenção para os questionamentos do democrata a respeito da fé cristã. Para ele, a religião de Obama é uma fé que admite dúvida, incerteza e mistério.
O livro relembra ainda a curiosa entrevista que Obama concedeu ao apresentador Jay Leno na qual foi perguntado se havia tragado quando fumou maconha. Barack respondeu “Essa é a idéia”.
Para concorrer, basta enviar um email para rio@diariodorio.com com a resposta da pergunta abaixo, até o dia 25 de novembro:
Qual deverá ser a principal virtude do futuro governo de Obama?
Serão sorteados 10 livros. Sendo que os dois primeiros ganhadores além de ganharem um livro cada, também ganharão uma camiseta. O envio dos livros ficará a cargo da Editora Thomas Nelson Brasil.
Obs.: Em conformidade com as regras estabelecidas entre o Diário do Rio e a Editora Thomas Nelson. Os ganhadores desta promoção deverão enviar o endereço junto com a resposta.

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Eu realmente dei preferência a Barack Obama, mas muitas vezes ele demonstrou ideias fúteis e infantis. Como querer que a Floresta Amazônica fosse para eles e as brigas dele com aquele pastor.
Mas apesar de tudo, eu penso que o fato dele ter ganhado não demonstra que os EUA é uma grande democracia. Porque a democracia seria feita até mesmo se o McCain tivesse ganhado.
Além que para mim um país onde certos ‘delegados’, onde cada estado tem uma pontuação de acordo com teu poder, escolhem o represetante e não o povo não pode ser considerada a maior democracia do mundo.
Mas o que me contenta em ver que lá mesmo o voto não sendo obrigatório e ainda sendo em um dia útil, as pessoas fizeram o possível para exercer a cidadania.
[Reply]
[...] Mais uma vez, o Diário do Rio e a Editora Thomas Nelson Brasil trouxeram um livro de sucesso para os leitores, através de uma promoção cultural. [...]
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Se há algo que a incompetência de Sergio Cabral, a inabilidade de Lula e a vontade de aparecer de Ibsen Pinheiro causou foi trincar o pacto federativo, ou seja, o Brasil como nação. Nunca antes na história do Rio de Janeiro, ao menos a recente, se ouve nas ruas tanta gente falando de secessão, ou melhor, de independência que salvou você e eu quase ninguém conhece a expressão.
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