O PSDB está certíssimo em pedir a expulsão dos três vereadores e do deputado estadual que pensaram em deixar o partido após a ida de Eduardo Paes para o PMDB. Os vereadores são Luiz Guaraná, Patrícia Amorim e Luiz Carlos Ramos, e o deputado estadual é Pedro Paulo. Quem vai entrar com o pedido no Conselho de Ética do PSDB, pedindo a expulsão, é o presidente do diretório regional, deputado Luiz Paulo.
Eles só desistiram da saída do PSDB, e posterior ida ao PMDB, devido a decisão do STF de que o mandato pertence ao partido e não aos políticos. Deixando de ser, nas palavras de Luiz Paulo, confiáveis.
A expulsão prejudica especialmente os vereadores, já que ficariam sem poder se candidatar nas próximas eleições, além de haver a chance deles e do deputado Pedro Paulo poderem perder o mandato. Seria uma decisão interessante se isso acontecesse, já que faria com que os políticos realmente respeitassem as decisões de seus partidos.
E como fica Paes? No PMDB por enquanto….
São figuras como Eduardo Paes que me desanimam na política.
O Q UE TE ANIMA NA POLÍTICA, MEU RAPÁZ?
PROCURE SABER O QUE ACONTECIA DENTRO DO PSDB-RJ PARA OCOSIONAR A SAÍDA DE PAES…
PESSOAS DESAVISADAS SEMPRE FALAM DEMAIS.
Julio,
então diz aí, o que acontecia?
OK
Sou militante do PSDB há quase 8 anos, e membro da executiva Municipal da JPSDB-RJ. Conheço muito bem aquela casa e o perfil dos nossos Parlamentares.
O ex. Governador e Presidente de Honrra do Partido Dr.Marcelo Alencar, não tem a mínima condição física de participar das reuniões partidárias, o que não o impede de articular todos os passos da executiva através dos Deputados Luiz Paulo e Otávio Leite. Ambos são exelentes Parlamentares, mas péssimos partidários que inssistem em achar que são grandes nomes para o executivo, com o incentivo do nosso ex.Governador.
A verdade é que o PSDB-RJ, não reflete a potência partidária que é, de fato, o PSDB no país. Como uma política cheia de demagogia e vaidade, nossos parlamentares estão acabando pouco-a-pouco com todas as chances de crescimento do partido. Vejamos como:
Nas eleições Municipais de 1996, tivemos o principal candidato à Prefeitura, o atual Governador Sergio Cabral. Na ocasião era um nome muito promissor - promessa comprovada atualmente - que encontrava as mesmas complicações em se ascender, assim como Eduardo Paes encontrou ao longo de sua militância no partido. Sérgio Cabral Filho, deixou o partido.
Depois, nas articulações das eleições Municipais de 2004, o PSDB-RJ termiou, depois de Muito custo, tendo o obséquio de lançar o seu melhor nome para uma campanha majoritária própria, coisa que não ocorria desde Sergio Cabral em 1996. Diante do descomprometimento em fazer o PSDB crescer no Rio, dos mesmos de sempre, foi decidido que o partido apoiaria à campanha do Prefeito César Maia, indicando a Juíza como vice na chapa. A mesma, que assim como Cabral e Paes, possui brilho próprio, é idealista e tem potencial de votos, indgnou-se com alquela política medíocre e resolveu, também, sair do partido.
Contei esta história para fezer os senhores entenderem a decisão de Eduardo Paes, e, a apartir daí, tirarem comclusões cientes dos fatos.
Agora vamos ao Paes:
Consideralmente a única estrela com brilho próprio e o único político em condições de distutar as eleições Municipais na capital, Paes passou a ser perseguido no partido, pois começara a fezer trabalho partidário e muitas filiações, ameaçando a soberania de Otávio Leite e Luiz Paulo, que acostumaran-se a manipaularem o partido vaidosamente, levando-o ao declínio total pela sua falta de representatividade.
Paes encontrava dificuldades de encontrar o consenso com relação à composição das zonais, uma vez que o Secretário e sua equipe passariam a possuírem a maioria dos delegados, levando âmpla vantadem em caso de eleições prévias na escolha do candidato à Prefeitura. Se eleito internamente, Paes não poderia contar com o apoio integral do partido em sua campanha, como não houve em sua campanha para o Governo do Estado, no ano passado.
Os Deputados Otávio Leite e Luiz Paulo, mesmo sabendo que jamais teria chance de serem eleitos, caso um deles fosse o candidato, declararam total empenho em não deixar que Paes fosse seu representante nas eleições Municipais do ano que vem.
Quando dizem que Paes foi recebido no partido com tapete vermelho, e que em pouco tempo de filiação foi nomeado secretário-Geral da Excutica Nacional e candidato ao Governo do Estado, tudo se deve ao seu potencial como o político em ascenção que é, despertando nos parlamentares vaidosos do Rio, muita inveja.
Com o assédio do Governador, Paes, que já não estava satisfeito com o PSDB Fluminense, sentiu-se tentado em poder trabalhar com pessoas que realmente acreditam em seu potêncial, além da proposta de Cabral, em desbancar a aliança César Maia e Garotimho, Livrando nosso Município das “garras” da mesma administração cansativa e desgastada de três mandatos de descaso com a nossa cidade.
Ou seja, Paes não quer sabe de um partido que contrarie ele…
Foi isso que você entendeu? Perdi meu tempo…
É uma afronta a história do PMDB e a memória do Ulisses Guimarães se caso o Eduardo Paes for para o PMDB.
Cristina,
Falar que Paes é uma afronta a história do PMDB é assumir que não conhece os quadros que hoje habitam o partido.
Quanto à saida de Eduardo do PSDB-RJ, a resposta do Sr. Julio foi mais do que completa.
O pior cego é aquele que não quer ver.
Sr Eduardo Paes , aproveita dos espaços públicos para anúnciar sua candidatura, sábado 23/08/2008,um projeto da Suderj em santíssimo foi invadido por ele e seus segurança, expondo minha vida em risco por ter reclamado, fui ameaçada, não deixaram eu tirar fotos, colocavam a mão na frente.
É NUM CANDIDATO DESTE QUE O RIO DE JANEIRO PRECISA??? Com seguranças repressores, será que voutamos a ditadura e eu não sabia???
Por isso: CRIVELLA É 10!!!!
Tanto o Sérgio Cabral e o Eduardo Paes são farinha do mesmo saco. Jovens conservadores, arrogantes e soberbos. Traidores de todos os Partidos. SE ELE FOR PARA O SEGUNDO TURNO, ANULE O SEU VOTE. O TRE FARÁ UMA NOVA ELEIÇÃO SE FOR 50% + 1 DE VOTOS NULOS E BRANCOS.
Fui fundadora do PSDB. Se duvidar de uma olhadinha nos retratos e filmes antigos em que estou postada atrás do Senador Arthur da Távola o tempo todo na festa de fundação do PSDB. Na época podíamos contar nos dedos o número de militança.
Todos nós viemos oriundos do PMDB da Heloneida Stuart e do Arthur da Távola. Acreditávamos no Mário Covas, no Fernando Henrique e no Montoro. E logo percebemos que o PSDB não seria o Partido dos nossos sonhos. O Centro Esquerda. Sem sermos proféticos naquela época o PSDB tombaria para a linha da direita do neo liberalismo. Em poucos meses já estávamos arrependidos da besteira que fizemos. A Heloneida foi para o PT e o Arthur se afastou dos quadros da executiva.
Ainda com o pensamento romântico e idealista, imaginávamos com a entrada do MArcelo Alencar e sua turma, oriundos do PDT, as coisas fossem melhorar. Mas, o que se viu que a política do MArcelo Alencar enquanto no Poder e Partido foi para ele, a sua turma e para ALERJ. Virou as costas para todos que vieram do PMDB e para a militância do próprio Partido que o acolheu de braços abertos.
Com a entrada do Sérgio Cabral, recebido pelos cardeais do PSDB como a grande liderança e com todo apoio possível que se pode dar a um futuro e promissor carrerista político a uma das cadeiras do executivo. Sérgio Cabral perdedor nas eleições da Prefeitura, traiu aqueles que lhe deram apoio irrestrito. Traiu a amizade de todos. Falou mal dos filhos do Marcelo de Alencar, do qual o próprio o tratava como filho.
Trabalhei com Otávio Leite em muitas convenções e congressos partidários. E nem muito obrigado recebi da sua parte. Recebi sim, pelas costas um soco de um seus assessores. E que em contrapartida, eles para se saírem bem, usaram um metodo vil de me caluniarem e de me isolarem.
Então, através disso, retornei como um flho pródigo ao PMDB. Não milito, mas continuo filiada. Deve ficar até a minha morte. Isso é, se algum cardeal não queimarem as filiações, como fez o Moreira Franco em outros tempos.
Então, falo do PSDB de cadeira. A visão que tenho hoje dos Partidos Políticos é de que eles não precisam de nós. Nem nós deles. Aqui fora fora é que temos noção do poder que temos nas mãos. O VOTO. E cabe a cada um de nós exercer esse poder, votando nos políticos comprometidos com a causa social e com a demanda de nossa cidade.
Agradeço por não ter me alimentado do Poder. Não fiz política para me servir do Poder. Mas, fiz política para servir a minha Pátria.
É isto aí, o código ética tem que ser executado e estes caras aí tem mais que serem expulsos e perderem os mandatos, para aprenderem a respeitar inclusive a fidelidade partidária. Tem candidatos do PSB que estão fazendo o mesmo, se tudo isto tem que estar registrado no TSE/TRE, então, já está mais que comprovado que estes que não cumpriram com a lei eleitoral, deveriam ser cassados ou sua campanha impugnadas.
A Vereadora Patrícia Amorim deve se lembrar no começo da década de 90 em que privatizou todo o Parque Aquático do Clube de Regatas do Flamengo. Tirando as chances dos futuros nadadores do Clube chegarem em alguma grande competição.
As piscinas foram privatizadas para dar lugar as escolas privadas, em que uma delas, a CEL do Deputado Federal Júlio Gomes.
Para aquela geração de crianças que tinham um futuro promissor e muito tempo de nado, restou uma grande frustração e que muitas delas tiveram que recorrer a uma outra modalidade desportiva que não fazia parte de seu perfil e gosto.
Aí, vem a Vereadora falar no horário eleitoral do trabalho voltado ao esporte. Me engana que eu gosto.
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Eu não gosto muito do Lula e isso é um eufemismo e também não acho que ele seja um grande eleitor no Rio de Janeiros. Baaaaaaaaaaas (como dizia meu professor de constitucional), tem quem ache e o candidato Eduardo Paes é um deles.
Continue lendo...Acha tanto que ontem ele ficou barrado na Base Aérea de Santa Cruz onde tentou fazer uma "reunião" com Lula, ou seja, uma foto para campanha e não conseguiu.
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