As vezes acho que os ingleses deveriam se limitar a falar de fofocas! E O Dia? Que vergonha de O Dia parece que está apenas aquele guia de turismo pilantra que leva os turistas para mansões mal assombradas inventando um bando de história…
Se um repórter, em Londres, for cobrir atos terroristas do IRA, um briga de gang, sei lá, vai estar exposto aos mesmos problemas…
Em uma reportagem que inclui vídeo, áudio e fotogaleria publicada nesta sexta-feira em seu website, o jornal britânico The Guardian comenta a violência no Rio de Janeiro acompanhando o trabalho de um fotógrafo do jornal O Dia em sua cobertura da ação policial em favelas.
Com o título “Cidade das armas”, a reportagem comenta que o Rio de Janeiro nunca foi uma cidade tão perigosa para jornalistas que cobrem a criminalidade.
“Desde os anos 1980, os traficantes de drogas da cidade amealharam arsenal cada vez um mais poderoso para manter o controle das favelas onde estão baseados”, comenta o jornal.
“No início de 2007, o novo governo estadual lançou uma grande ofensiva contra as facções do tráfico, fazendo do ano passado um dos mais violentos já registrados. Em 12 meses, a polícia do Rio matou mais de 1.200 pessoas em confrontos, segundo dados oficiais, um recorde mesmo para os parâmetros violentos da cidade.”
Segundo a reportagem, com o aumento da violência aumentaram também os riscos para os jornalistas que cobrem esta violência.
“Vários repórteres caíram vítimas da violência nos últimos anos”, afirma a reportagem, que cita o caso de uma repórter da TV Bandeirantes, baleada enquanto cobria um tiroteio entre a polícia e traficantes em Botafogo, e ainda o caso do jornalista Tim Lopes, da Rede Globo, assassinado depois de tentar filmar traficantes com uma câmera secreta.
“Hoje em dia quase todos os órgãos da imprensa carioca exigem que seus funcionários usem colete a prova de balas quando cobrem histórias em favelas. Vários grupos investiram em veículos blindados para proteger os funcionários.”
Neste ano, a polícia carioca deverá, pela primeira vez, oferecer treinamento de segurança para repórteres cobrindo a guerra do tráfico no Rio, diz o jornal.
O Guardian ainda comenta a história de Severino Silva, fotógrafo do jornal O Dia, que cobre conflitos em favelas e chegou a ficar preso em uma casa por dez horas durante um tiroteio.
“O fotógrafo brasileiro Severino Silva veste um colete a prova de balas todos os dias, mas ele não é um correspondente de guerra”, afirma o repórter. Severino conta que, quando ele chega ao local para cobrir uma história, a primeira coisa que ele pensa é: “Tenho que sair daqui vivo”.

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Tem jornal que ganha dinheiro de destinos concorrentes para sujar a imagem, isso ocorre de verdade no meio turístico. Um destino querendo apagar o concorrente, paga mesmo materias.
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Não só esta publicação Inglesa, faz essa verdadeira campanha contra o Rio de Janeiro; pois basta assistirmos aos telejornais das redes com sede em São Paulo, para notarmos o quao satisfeitos , seus apresentadores dão notícias da violencia no rio. Parece até que eles vivem em Genebra, pois a exposição a que submetem o Rio , é proporcional ao ato de esconderem as notícias de violencia , que lá acontecem. Notadamente o telejornal ¨JORNAL DO SBT¨, que apresenta seus reporteres baseados no Rio , como verdadeiros correspondentes de guerra; que chegam a utilizarem até coletes, que muito mais que um efeito protetor, servem aos objetivos sensasionalistas, anteriormente citados , Essa é a minha opinião!
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Se a sociedade carioca não se unir, jornais e outros mais continuaram manchar o nome da cidade.
Mas a nossa sociedade não está nem ai. Infelizmente.
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O SBT ESTÁ FALANDO DESTA REPORTAGEM, FALANDO MAL DA CIDADE. AGORA AS 00:26 DA MADRUGADA DE SEXTA/SÁBADO.
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Se há algo que a incompetência de Sergio Cabral, a inabilidade de Lula e a vontade de aparecer de Ibsen Pinheiro causou foi trincar o pacto federativo, ou seja, o Brasil como nação. Nunca antes na história do Rio de Janeiro, ao menos a recente, se ouve nas ruas tanta gente falando de secessão, ou melhor, de independência que salvou você e eu quase ninguém conhece a expressão.
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