Pelo Tricolor André Delacerda
O dia começou mágico repleto de poesia, o raiar do dia, rompeu a garoa que insistia em se firmar.
Os raios de sol encheram o Rio de euforia, mas uma forte garantia que o espetáculo ia começar.
Após o meio dia, a primeira alegria veio das terras de Apolo, simbolizando que o revezamento ia continuar. Assim, os deuses de Atenas presentearam o Rio com uma coroa de louros, para coroar a felicidade que já ia começar.
Ao passar da tarde a emoção a flor da pele, as bandeiras tremulantes o sorriso vibrante foi tomando a cara e as ruas da cidade. E um arco-íris em branco, verde e grená rasgou o céu no prenuncio de que este seria o grande dia dos muitos dias que viriam a te glorificar.
Sob um suspiro forte, o canto forte de teu povo tricolor de coração, o Maracanã se fez novamente o templo sagrado do futebol. De paixão em paixão. De bola em bola. De grito em grito. O torcedor o fez vivo, numa noite iluminada.
E os ares do eterno estádio se fizeram tingidos de branco. Simbolizando a paz, a vitória, a competição, a alegria e o amor.
Oh santificado e poderoso pó de arroz, es tu a força que nos dar garra e contagia. Es tu que nos traz euforia ao ver seus heróis ganhar.
Salve! Salve! As lágrimas da felicidade que inundam nosso coração de esperança. E conduzem nosso pavilhão rumo a vitória.
GoOoOL
Parabéns ao Fluminense que quebrou mais um tabu e em uma vitória histórica honrou o futebol brasileiro.
Flu eterna PAIXÃO. Podem secar que a gente vai chegar lá.
ORGULHO DE SER TRICOLOR!!!!
Isso ai amigo C. Henrique.
Rumo ao Japão!!
Fluminense Eterno Amor!!!!
Um abraço
Faltam dois!!!!!!!!!!
Vamos, Fluzão, Vamos ganhar!
Ainda não ganhamos nada, mas vamos pra luta, com a mesma garra!
Com certeza Thiago.
O Fluminense está mostrando como se joga futebol. E mostrando o que é participar de uma competição com muito profissionalismo.
Vamos ganhar!
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Amanhã, se estivesse vivo, o Sr.Angenor de Oliveira, o Cartola estaria completando 100 anos de vida. Um homem cuja vida e o carnaval carioca se confundem. Afinal, com apenas 8 anos já estava desfilando com a família no Catete.
Continue lendo...Aos 11 ele muda para o lugar onde cresceria, ganharia o apelido e escreveria poesias e músicas, o morro da Mangueira. E onde também ganharia o apelido, já que, vaidoso que era, usava um chapéu para não sujar de cimento (era pedreiro)
Cartola, que foi grande amigo de Noel Rosa, funda em 1928 …
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