Como parte aqui do trabalho para o Diário do Rio, fico checando o site de todos os candidatos a prefeito do Rio de Janeiro diariamente. Hoje no site do Gabeira, ele comenta sobre suas alternativas para o combate a dengue, quando me deparo com isso:
Cheguei a cogitar o uso de aviões agrícolas. Há seis deles em Primavera do Leste, Mato Grosso, para lançar remédio em maiores áreas. São aviões modernos, equipados com transponder, gps, etc. No entanto, esta saída não era a melhor e encontrou muitas resistências. Há a questão da eficácia e, também, a questão ecológica, embora a experiência já tenha sido realizada em alguns países, como Estados Unidos e Cuba.
Hmmmm… uso de aviões agrícolas? No Rio de Janeiro? Em um mosquito urbano? E seria para o que, jogar inseticida??? Isso vindo de um ambientalista!
Pessoalmente sou contra o fumacê, acho arriscado o uso de um produto químico que pode cair na água, em outros insetos, em aves… Imagine ter um avião jogando fumaça em cima dos cariocas….
Ainda bem, ainda bem que encontrou resistência…

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Queria saber a solução César Maia… rs
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Ontem saiu uma reportagem do O Globo, onde o presidente diz que a população também tem culpa, pela dengue está assim, pelo menos falou algo sensato, ja que toda vez que fala em público é uma trajedia.
“a responsabilidade da dengue é de todos os governos e de cada cidadão deste país”.
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Com o Gabeira os debates prometem ser mais divertidos.
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Ele é o candidato non-sense
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Comentaria sobre a melhor resposta entre todos os candidatos! Penso ate agora que somente o Gabeira colocou a cara a tapa e ventilou uma solução.
Por mais devastadora que seja para o meio ambiente, pensar em avioes com inseticidas é melhor do que parar para rezar como Cesar Maia!
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Tinha toda a razão o Senador Gabeira ao sugerir o uso de aviões agrícolas como medida emergencial para o combate ao mosquito transmissor da Dengue. Pena que tenha desistido ao enfrentar as “resistências” (= desinformação). A aplicação de inseticidas próprios, registrados no Ministério da Saude, nas doses corretas – baixíssimas – poderia ter contribuído para reduzir a gravidade da doença, ao controlar rapidamente o mosquito adulto, já que o controle preventivo (fase larval) não teve sucesso.
A aplicação aérea é rápida (mais de 500 quarteirões por hora), uniforme e atinge áreas inacessíveis ao ” fumacê” . Não causa danos à saude das pessoas, nem ao meio ambiente (em função dos produtos e doses adequados). É largamente usada em outros países, sempre que necessário. No Brasil foi empregada em 1975 no litoral paulista para controle de epidemia de encefalite também transmitida por mosquitos. Com grande sucesso e sem nenhum problema colateral, à saude ou ao meio ambiente. Está na hora de pensarmos seriamente em colocar os mais de 1200 aviões agrícolas a serviço da saude publica.
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A Eletrobrás quer subir um prédio ao lado dos Arcos da Lapa, e como se pode ver neste post há muitos a favor. E sobre estar a venda uma área verde de 406 mil m2 na Praia da Reserva (Marapendi) para a construção de um resort com 1000 apartamentos? Está a R$ 350 milhões… ou a permissão para a construção de resorts na Restinga da Marambaia e na Praia de Grumari? Sem contar que vão demolir um quarteirão inteiro no centro para a construção de espigão.
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