Sendo sincero, eu vou contra a moda, detesto comida japonesa, na verdade, não tenho coragem de comer. Minha criação braso-lusitana me ensina que peixe bom ou é bacalhau cozido ou sardinha frita, nada de comer peixe crú. Mas vai lá, tem quem goste, na verdade muita gente, pelo menos as namoradas de alguns amigos quando vão à rodízios de carne é para o "japonês! Um absurdo!
E o que isso tem a ver com o Rio de Janeiro? Estava lendo o Comer Bem Rio, e o Gabriel comentava sobre a Koni Store, que é uma temakeria. E o que é uma temakeria, palavra que aprendia hoje: É um fast food japonês, que vende os TEMAKIS, ou seja, os CONES que são enrolados com arroz ou algas, e podem ter as mais diversas combinações dentro, que podem ser salmão, atum, tempura de camarão ou salmão com mousse de maracujá.
Esses lugares estão invadindo a cidade, eu via alguns na Zona Sul, ali na Barra, mas hoje na Tijuca um amigo estava comendo este troço (sério, é troço, não dá pra acreditar que alguém almoce aquilo) na minha frente!!!
O verão 2008 acabou, mas já sei a moda que vai passar direto do inverno e chegar no verão 2009, os Tamakis, e que Deus tenha piedade de nossa alma!
Eu fui a um desses, sinceramente, só pedi o koni de atum, porque é um dos peixes que mais gosto. Não sou muito fã de comida japonesa não, prefiro o peixe frito ou assado.
Concordo que pedir suchi em uma churrascaria é o fim, mas acho que esse tipo de restaurante e a cidade do Rio tem tudo a ver, a comida é leve, rápida, e saudável. Não vejo problema algum dela estar se proliferando pela cidade, melhor que MacDonald’s é.
Viva as Temakerias!
Parabéns pelas Informações, criação e desenvolvimento do Site!!!viva as temakerias!!!
Temaki é tudo !!
só podia ser um pouco mais barato!
mesmo assim como todos os dias
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Por André Duarte
Continue lendo...No dia 21 de setembro de 1711, uma expedição francesa sob o comando do famoso corsário. Francês René DuGuay-Trouin, “seqüestra” a Cidade do Rio de Janeiro após nove dias de cerco. Você não está lendo errado, ele capturou mesmo toda a cidade, que tinha na época cerca de doze mil habitantes. O grave é que era a nossa. E ainda mais grave a quantia pedida: dois milhões de libras francesas, praticamente o resgate de um Rei.
DuGuay-Trouin não era um pirata, era um corsário. Na …
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