Eduardo PaesAparentemente Eduardo Paes (PMDB) que é tão aficionado no choque de ordem e seu padrinho, Sergio Cabral (PMDB), estão precisando fazer um em suas casas. O caso de corrupção da Locanty e vários outros casos não dados na imprensa, ou simplesmente esquecidos, somado com a série de dúvidas que pairam sobre Cabral e sua moradias e viagens, são um sinal claro de que há algo podre no Rio de Janeiro.

 

Sobre a Locanty, o secretário da Ordem Urbana disse que não caberia a Prefeitura do Rio fiscalizar o funcionamento. Como assim? Contrata e esquece? Não tenho dúvidas que alguns casos devem ter ido para a Ouvidoria, especialmente os de furto de veículos no depósito e nem assim pediu uma investigação do que estava ocorrendo? Claro que cabe fiscalizar ao Poder Público se a empresa está ou não fazendo um bom serviço.

Quanto ao governo do Estado, ao se separar da esposa, Adriana Ancelmo, Cabral mudou-se para outro apartamento no Leblon, emprestado por um banqueiro, como parecia que o assunto ia ser amplamente divulgado mudou para o Palácio Laranjeiras. E agora tem o caso trazido pela Época com o vice-governador Luiz Pezão que assinou a desapropriação da casa da concunhada por R$ 470 mil,  sendo que casas semelhantes na área custam R$ 300 mil.  O governo quer transformar a propriedade em sede da Procuradoria do Estado na cidade. Detalhe, o processo foi assinado em regime de urgência em 29/1/10 e até hoje a casa está abandonada.

 

Então, a Prefeitura e o Governo do Estado precisam ou não de um choque de ordem?

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