Foto: Peter Ilicciev

Uma ação do movimento Rio pela Vida com apoio da Fiocruz foi realizada na última quarta-feira (14/07) e promoveu a distribuição de máscaras do modelo N95 na estação Botafogo do MetrôRio. A medida ocorreu na área do mezanino de todos os acessos, seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19. O objetivo é ressaltar a importância do uso da proteção facial adequada, especialmente por pessoas que se expõem diariamente no deslocamento para o trabalho ou na volta para a casa em transportes públicos da cidade.

Ao todo, foram doadas 11 mil máscaras aos passageiros que embarcavam e desembarcavam na Estação de Botafogo. A ação está sendo feita desde 09/06 em outros pontos estratégicos de grande circulação de pessoas, como trens e barcas. As proteções faciais, que foram doadas para a Fiocruz pela empresa Merck, seguem as exigências da Organização Mundial da Saúde (OMS) para prevenção do Sars-CoV-2 e suas variantes.

De acordo com o assessor de Relações Interinstitucionais da Fiocruz, Valcler Rangel, que participou da iniciativa na estação Botafogo, a medida é fundamental nos pontos de grande circulação de pessoas.

“O uso de máscaras tem importância fundamental na proteção contra a Covid-19, associado a outras medidas não farmacológicas, como o distanciamento social e a frequência a ambientes ventilados. Principalmente agora, com a circulação de variantes, usar máscara é de extrema importância para defender a própria vida e a dos outros. Fazer isso, junto com a vacinação, será fundamental para enfrentar e vencer a pandemia no Rio de Janeiro, um estado que ainda sofre com altas taxas de letalidade por Covid-19”, esclareceu Valcler Rangel.

Estudos apontam que, utilizar corretamente as máscaras, em pelo menos 80% da população, reduz acentuadamente a transmissão do coronavírus, tendo impacto direto na redução de casos e óbitos. Apesar de ser uma atitude simples, ela pode contribuir de forma satisfatória enquanto continuamos ampliando a imunização, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS) e seguindo as orientações da ciência e das autoridades sanitárias.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

1 COMENTÁRIO

  1. Embora irrepreensível enquanto campanha, não seria melhor isso na pavuna – onde se presume haver mais gente sem condições de comprar tal tipo de máscara?

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