Festival de musique classique

J.BRAHMS – TRIO OP.8

  • Maxim Vengerov, violín
  • Mischa Maisky, violonchelo
  • Itamar Golan, piano

SUA ALTEZA REAL O PRÍNCIPE DE GALES É O PATRONO DOS CONJUNTOS QUE FAZEM CONCERTO NO RIO

Sir John Eliot Gardiner – foto Chris Christodoulou

O palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro receberá nesta quinta-feira, 7/11, às 20h, uma das maiores referências mundiais na interpretação de óperas e oratórios do período barroco ao classicismo, o The English Baroque Soloists e o Monteverdi Choir, sob a batuta de Sir John Eliot Gardiner. O concerto será o encerramento da temporada de 2019, dos Concertos Internacionais da Dell’Arte, e, em grande estilo na cidade.

O EBS foi fundado por Gardiner em 1978 e na atualidade é uma das principais orquestras de instrumentos de época do mundo, cujo repertório vai de Monteverdi a Mozart e Haydn. O The English Baroque Soloists e o Monteverdi Choir participam com regularidade de projetos comuns e em suas realizações mais expressivas, estão as apresentrações de todas as Cantatas de Bach, na Europa. A exitosa turnê “Trilogia Monteverdi 450”, foi um projeto que os levou aos Estados Unidos e Europa, com récitas aclamadas e como láurea receberam o “RPS Music Award”, na categoria “Opera & Music Theater”.

Sir Eliot Gardiner é um músico de excelência e reverenciado pelo mundo por seu trabalho, não somente como fundador dos dois conjuntos, mas como personalidade tanto no renascimento da chamada música antiga, quanto como pioneiro de execuções historicamente informadas.

Seu catálogo de gravações é extenso, assim como a grandiosidade do seu repertório, que o fez ganhar dois Grammy. Uma curiosidade, Gardiner é considerado o artista vivo que mais prêmios Gramophone recebeu, e também é uma referência sobre a música de J.S.Bach.

No repertório da tão esperada noite no Rio de Janeiro, serão executadas a Messa a 4 voci da cappella SV.190 de Claudio Monteverdi, Stabat Mater de Domenico Scarlatti, Hear my prayer,o Lord de Henry Purcell e o Oratório Jephté de Giacomo Carissimi.

Os conjuntos têm como patrono, Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales.

Informações: 2332-9191
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Cinelândia

MAXIM VENGEROV E SEU VIOLINO DE 1727

Um virtuose muito genial é o violinista russo Maxim Vengerov que chega ao Rio, para a sorte do público, que poderá apreciar a arte desse grande intérprete, em parceria com o pianista armêmio Vag Papian , dia 10, domingo, às 17h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em concerto realizado pela  Associação Cultural Beit Lubavitch.

Vengerov visita pela terceira vez o Rio, é um dos maiores violinistas do planeta, altamente reverenciado e também vencedor de vários prêmios como o Grammy e Gramophone Artist Of The Year. O artista atua como solista e maestro o que lhe proporcionar reger a Filarmônica de Nova York, a Filarmônica de Berlim, a London Symphony Orchestra, a BBC Symphony Orchestra, a Mariinsky Theatre Orchestra e Chicago, Montreal e Toronto Symphony Orchestras. Como a colunista adora um Stradivarius, já antecipa a informação que Vengerov estará no palco do Municipal com o extraordinário violino ex-Kreutzer construído por Antonio Stradivari de 1727. 

O pianista armênio Vag Papian também atua como maestro e solista de várias orquestras e tem uma parceria de longa data com Vengerov.

No programa do duo, uma Sonata de Mozart, a Fantasia de Schubert, a Sonata de Strauss e a Tzigane de Ravel.

Informações: 2332-9191
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Cinelândia

CANTORA RUSSA FARÁ SUA ESTRÉIA NO BRASIL

A soprano russa Hibla Gerzmava faz sua estréia no Brasil com apresentação no último concerto da temporada da Série ‘Grandes Vozes no Rio de Janeiro’, dia no dia 15, às 17h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e terá a regência do maestro americano Ira Levin.

No programa, árias de óperas dos compositores italianos Verdi, Bellini, Donizetti e Cilea.  

Informações: 2332-9191
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Cinelândia

XXIII BIENAL HOMENAGEIA CINCO COMPOSITORES BRASILEIROS

A XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, será realizada de 10 a 14 de novembro, no Centro de Artes da UFF, em Icaraí Niterói, na Sala Cecília Meireles e no Teatro Dulcina  e homenageia cinco compositores brasileiros, Edino Krieger, Marlos Nobre , Jocy de Oliveira, Ricardo Tacuchian e Raul do Valle. O concerto de abertura do evento será no próximo dia 10, às 10h30 no Centro de Artes da UFF, em Icaraí.

A Bienal é uma realização da Fundação Nacional de Artes – Funarte, em parceria com a Universidade Federal Fluminense, e teve o maior apoio do então presidente da instituição, pianista Miguel Proença, e esse ano será dedicada à  memória do estimado e muito competente musicólogo Flavio Silva, que coordenou por décadas o evento, e trabalhou desde 1976 na Funarte convidado pelo 1º Diretor do Instituto de Música da fundação, o compositor Marlos Nobre.

Uma informação importante para os leitores saberem como começaram as bienais. O compositor Edino Krieger e a pianista Myrian Dauelsberg, foram os criadores da primeira Bienal de Música ,em 1975, inspirada nos dois Festivais de Música da Guanabara, realizados em 1969 e em 1970, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. As três primeiras Bienais foram organizadas pela Sala Cecília Meireles e, a seguir, assumidas pela Funarte, na gestão Krieger no então Instituto Nacional de Música da Fundação.

Foram já realizadas 22 bienais, com apresentações de 1.740 obras, sendo 1.002 delas em primeira audição. Foram 472 compositores, que participaram com suas obras, muitas delas escritas especialmente para o es eventos. Um verdadeiro mosaico de intenções, inspirações, estilos, inovações, ao longo desses anos e para a Bienal que começa, domingo, reunirá uma expressiva produção de compositores brasileiros, com 47 obras selecionadas e mais 5 criadas por compositores convidados, como Edino Krieger, Marlos Nobre , Jocy de Oliveira, Ricardo Tacuchian e Raul do Valle, além de celebrar também compositores da música contemporânea como  Ernst Mahle, Edmundo Villani-Côrtes, Kilza Setti, Maria Helena Rosas Fernandes, Sérgio de Vasconcellos Corrêa e Willy Corrêa de Oliveira.

Será uma oportunidade para serem apreciadas e conhecidas a tendências da música contemporânea no Brasil. A coluna informa a programação abaixo.

Dia 10 de novembro, às 10h30
Concerto de Abertura
Centro de Artes da UFF
R. Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói

Alexandre Avellar – Levantado do Chão, Quadros para Orquestra Sinfônica (2017)

Dimitri Cervo – Concerto para Violino e Orquestra “As Quatro Estações Brasileiras” (2018-19) 
II. Inverno Pampeano         
IV. Verão Nordestino
Solista: Daniel Guedes

Fernando Cerqueira – Antigas Rotas, Postlúdio para orquestra sinfônica (2018) 

J. Orlando Alves – Concerto para Trompa e Orquestra (2017 – nova versão 2019)
Solista – Philipe Doyle

João Guilherme Ripper – Jogos Sinfônicos (2015)
Distâncias (1º movimento)

Roberto Macedo – Pseudodivertimento para clarineta e orquestra (2016)
Solista: José Batista Junior

Marlos Nobre – Sacre du Sacre, opus 118 (2013) 

Dia 10 de novembro, domingo, às 17h
Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

MÚSICA DE CÂMERA

Matheus Bitondi – Gotas de vento e rajadas de aço para flauta, clarinete e violino (2018)
Cesar Bonan, clarinete; Rômulo Barbosa, flauta e Tais Soares, violino 

Roseane Yampolschi – Candeias para violoncelo solo (2018)           
Lars Hoefs, violoncelo

Elodie Bouny – Déjà-Vu (quarteto de violões)    
Fábio Adour, Maria Haro, Marco Lima, Luis Carlos Barbieri

Raul do Valle – Arapuã (Série Miniaturas Sonoras para Solistas – 2015)                           
Ponteio: Versão para Violoncelo Solo      
Lars Hoefs, violoncelo

Nikolai Almeida Brucher – Como um índio de casaca para quarteto de cordas (2017)
Quarteto Kalimera
1º violino – Luísa de Castro; 2º violino – Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo – Daniel Silva

Rodrigo Marconi – Peças Dispersas, violão solo (2016)
Fábio Adour, violão 

Vicente Alexim – Clarinet Quintet para clarineta e quarteto de cordas  (2019)
Quarteto Kalimera
1º violino – Luísa de Castro; 2º violino – Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo – Daniel Silva

Rodrigo Lima – Sopro Diagonal para quinteto de sopros (2017)
Quinteto Lorenzo Fernadez 
Flauta – Rômulo Barbosa; Oboé – Rodrigo Herculano; Clarinete – Cesar Bonan; Trompa – Alessandro Jeremias; Fagote – Jeferson Souza

Dia 11 de novembro, segunda-feira, às 20h
Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

MÚSICA SINFÔNICA

Orquestra Sinfônica da UFRJ

Regente: Thiago Santos

Lucas Pigari – Prelúdio Noturno para Orquestra de Cordas (2019)

Tadeu Taffarello – Volare  (2018)          
Poemas de Sônia Cintra 
Solista – Andrea Adour

Luigi Antonio Irlandini – Santuário de Baleias (2016)       
Solista – Carlos Gontijo

Rubens Russomanno Ricciardi – Trauert, oh Venus und Cupido (2019)
Ária da ópera “Die Witwe von Ephesos” (viúva de Éfeso)
Solista Joahnnes Grau

Rodrigo Cicchelli – A Aurora de róseos dedos

Felipe Clark Portinho – (Lipe Portinho – 2017)
Concertino Brasileiro para Contrabaixo & Orquestra de Cordas
Solista – João Rafael Souza

Edino Krieger -Fantasia Concertante para Piano e Orquestra  (2016)
Solista – Marina Spoladore

Dia 12 de novembro, terça-feira, às 20h
Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

MÚSICA DE CÂMERA

Ricardo Tacuchian – Cerâmica (2017)    
Miriam Grosman, piano

Eli-Eri Moura – Passionis de Flamma para soprano e piano (2017)
Soprano – Gabriella Pace; piano – Katia Balloussier

Paulo C. Chagas – Pomona, über-reif para violoncelo e piano (2018) 
Violoncelo – Lars Hoefs; piano – Lucia Barrenechea

Paulo Costa Lima – Look at the sky, Op. 56, para clarineta e piano (2016)  
Clarinete – Igor Carvalho; piano – Katia Balloussier 

Carlos dos Santos – Dois momentos para Violino, Clarinete e Piano (2018)  
Violino – Nikolay Sapoundjiev; Clarinete – Thiago Tavares; piano – Silas Barbosa

Mario Ferraro – Trevo para trompete, violino e piano (2016)     
Violino – Taís Soares; Trompete – Nailson Simões; piano – José Wellington

Sérgio Rodrigo – Ho/ketu/s para violoncelo e pianoforte (2016)
Violoncelo – Elise Pittenger; piano – Luiz Carvalho 

Liduino Pitombeira – Seresta nº.20, Opus 243, para saxofone alto e piano (2019) 
Saxofone – Jonatas Weima; Piano – Maria Di Cavalcanti

Wellington Gomes – Serenata conflitante para o luar de Catulo e João (2019)  
Ensamble CEPROMUSIC – México
Flauta – Diego Morábito; clarinete – Diego Cajas; piano – Gonzalo Gutiérrez; violino – Leonardo Chávez; viola – Alena Stryuchkova; violoncelo – Diego Gutiérrez; contrabaixo – Juan José García; percussão – Juan Gabriel Hernández

Caio Facó – Sopros do Estuário  (2017)                 
Ensamble  CEPROMUSIC – México
Flauta – Diego Morábito; clarinete – Diego Cajas; violino – Carlos Lot; violoncelo – Roxana Mendoza; piano – Gonzalo Gutiérrez

Ivan Eiji Simurra – Racian Miran Reus (2019)
ABSTRAI ensemble -Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Flauta – Pauxy Gentil-Nunes; Clarinete – Batista Jr; Saxofone – Paulo Vinícius Félix; piano – Marina Spoladore; violino – Mariana Salles; viola – Luis Audi; violoncelo – Pablo de Sá; Contrabaixo – Rodrigo Favaro
Regente Leonardo Labrada

Martin Herraiz – Verfall de Vernunft (2019)
ABSTRAI ensemble -Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Soprano – Doriana Mendes; flauta – Pauxy Gentil-Nunes; clarinete – Batista Jr; piano – Marina Spoladore; violino – Mariana Salles; viola – Luis Audi; violoncelo – Pablo de Sá. Regente – Leonardo Labrada

Dia 13 de novembro, quarta-feira, às 20h
 Sala Cecília Meireles
 Rua da Lapa 47 – Centro, Rio de Janeiro

MÚSICA ELETROACÚSTICA/MISTA

Jocy de Oliveira – Memória Para quatro vozes femininas e delays  (2000)           
Vozes – Gabriela Geluda, Doriana Mendes, Cintia Graton, Claudia Helena Alvarenga
Difusão e processamento em tempo real – Marcelo Carneiro

João Pedro Oliveira – N’vi’ah (2019)  
Difusão: Guilherme Bertissolo  

Almeida-Ribeiro – Unruhe  (2018)
Percussão – Ronni Kot Wanzel e Rodrigo Foti
Difusão – Marcelo Carneiro

Marcelo Carneiro – Litosfera, obra eletroacústica acusmática (2019)

Luciano Leite Barbosa – Vanishing Point (2017) 
Laura Rónai – Traverso
Difusão – Marcelo Carneiro

Indioney Rodrigues – Flegetonte (2017)
Cron Ensemble
Flauta – Lincoln Sena; Clarineta – Marcos dos Passos; Viola – Rúbia Siqueira; Percussão – Pedro Moita

Eloy Fritsch – TSP Multipalco (2018)
Difusão: Guilherme Bertissolo

César Traldi e Daniel Barreiro – Rastros#1 (2018)
Vibrafone e sons eletroacústicos

Tatiana Catanzaro – Palimpseste (2018)           
Difusão: Marcelo Carneiro

Gustavo Bonin – Famigerado (2015)
Cron Ensemble
Flauta e Flautim – Lincoln Sena; Clarineta e Clarone – Marcos dos Passos; Vibrafone – Pedro Moita; Violão – Marco Lima

Guilherme Bertissolo – Cabelo (Fricotando) 2015    
ABSTRAI  ensemble -Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Soprano – Doriana Mendes; flauta – Pauxy Gentil-Nunes; clarinete – Batista Jr; bandolim – Paulo Sá; violão -Fábio Adour; violoncelo – Pablo de Sá; percussão – Pedro Moita
Regente Leonardo Labrada

Tim Rescala – Dodecafunk  (2015)               
Soprano – Doriana Mendes; sampler e MC – Tim Rescala; piano – Maria Teresa Madeira; flauta – Sofia Ceccato; fagote – Simon Béchemin

Dia 14 de novembro, quinta-feirq, às19h
Teatro Dulcina
R. Alcindo Guanabara, 17 – Centro, Rio de Janeiro

MÚSICA DE CÂMARA

Alfredo Barros – Vanescens para vibrafone (2014, revisado 2019) 
Solista – Leonardo Labrada

Sergio Kafejian – Circulares VII  (2019)                  
Oboé, Contrabaixo e Percussão Múltipla
Oboé – Jorge Postel; contrabaixo – Claudio Alves; Percussão múltipla – Ronni Kot

Amaro Borges – Solofonia V para voz (2019)                                            
Solista – Gabriela Geluda

Francisco Silva – E agora? (2019)                         
Clarinete – César Bonan; flauta – Rômulo Barbosa

Mauricio Dottori – Taleré Phoné (2015) 
ABSTRAI ensemble -Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Saxofone – Paulo Vinícius Félix; vibrafone e percussão – Leonardo Labrada

Marcílio Onofre – Quarteto de Cordas nº 3 – Oscura noche del alma (2017–2019)   

XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea
Informações: https://www.facebook.com/bienaldemusicabrasileiracontemporanea/
Portal da Funarte – www.funarte.gov.br

XI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SOPROS/ XI RioWindsFestival

Dia 7,às 15h
Fino Som- Conjunto de Flautas Doce e Coral Vozes Encanto 
Direção, Nelma Pataro, piano

Centro Cultural Justiça Federal
Av.Rio Branco,219

Dia 9,às 17hs
Orquestra de Sopros e Grande Coral do Rio de Janeiro

Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras

Dia 13, às 12h30
Quarteto Stamitz :Harold Emert , Oboe, Paulo Azevedo , violino , Paulo Vieira do Castro , viola e Carlos William Goncalves, cello

Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB
Rua 1º de Março,66 – 4º andar – sala 26

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