Foto Cleomir Tavares / Diario do Rio

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou, nesta terça-feira (04/05), um Projeto de Lei que autoriza o governo do Estado a comercializar produtos com a marca oficial do Estado do Rio de Janeiro. A proposta, de autoria do deputado estadual Alexandre Knoploch (PSL), seguirá para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo.

A iniciativa prevê que a comercialização de tais produtos seja feita pelo site do governo ou presencialmente. Seu objetivo é estimular a economia e a geração de renda. Entre as marcas que devem ser comercializadas estão as de instituições como o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o Batalhão de Operações Especiais, o Batalhão de Choque, as universidades estaduais, entre outros.

Autor da lei, o deputado Alexandre Knoploch explicou ainda que, em cidades como Nova York, isso já acontece, garantindo recursos para a execução de atividades de suma importância para a população local.

Hoje temos diversas marcas que são do Estado do Rio de Janeiro que podem ser monetizadas e não fazemos isso, deixando de recolher dinheiro do próprio Estado. A Uerj, por exemplo, tem sua própria marca e a gente não consegue monetizar oficialmente. Vemos venda de réplicas de carros e roupas com o símbolo do Bope, que também podem ser monetizadas, assim como o Corpo de Bombeiros. As marcas são um patrimônio do Estado e podem trazer cada vez mais recursos”, justificou Knoploch.

2 COMENTÁRIOS

  1. “A iniciativa prevê que a comercialização de tais produtos seja feita pelo site do governo…” Como assim? O governo do Estado do Rio de Janeiro virou comerciante?

    Eu queria saber se a Prefeitura de Nova York ganha alguma coisa com “I love New York”. Qualquer cidade ou estado ganha com turismo através de um bom marketing, preservação dos seus patrimônios históricos, parques, museus, com limpeza, povo educado, cultura regionalista… E não, com o turismo predatório.

    Eu hein .. Falta do que fazer.

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