Foto: Leo Aversa/O Globo

De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, em O Globo, o governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, se reuniu com o presidente da Alerj, André Ceciliano, para falar sobre a venda do Palácio Capanema, que pertence à União. Os chefes dos poderes executivo e legislativo consideram fazer uma proposta e comprar o imóvel do governo federal.

Ainda segundo a coluna, o governo do Rio e a Assembleia comprariam este patrimônio da arquitetura brasileira, cada um desembolsando 50% do valor do Capanema. A ideia é devolver o prédio para a Funarte, a Biblioteca Nacional e outros órgãos culturais.

“O importante é evitar o esvaziamento cultural do Rio”, diz Ceciliano, que teve a ideia de lutar pelo Palácio bastante elogiada, elogios esses reforçados pelo DIÁRIO DO RIO.

Diversas ideias sobre o uso do prédio vêm surgindo. Uma delas é do arquiteto e urbanista Guilherme Fonseca. “Considero o Gustavo Capanema, legítimo representante da arquitetura moderna brasileira, ícone de um movimento cultural e arquitetônico, um edifício ideal para ser a sede do Governo fluminense. E o que fazer com o Palácio Guanabara e o edifício anexo? Certamente, o Palácio Guanabara poderia ser transformado num museu, e deixo aqui outra sugestão: Museu do Urbanismo, uma temática mais do que importante nos tempos atuais. O Museu do Urbanismo possibilitaria difundir junto à sociedade civil e acadêmica, exposições e mostras relacionadas às cidades, desenvolvimento e planejamento urbano municipal e regional”, afirmou.

Na última semana, foram anunciadas as vendas de 2.263 imóveis que pertencem à União e estão localizados no Rio de Janeiro. Entre eles estão o Palácio Capanema, o Edifício A Noite e a antiga sede da RFFSA. A notícia não repercutiu bem. Sobretudo em relação ao Palácio Gustavo Campanema.

3 COMENTÁRIOS

  1. Esses intelectualóides de esquerda que não sabem administrar um carrinho de pipoca acham que tudo deve ser público, mas o governo não tem como manter esse elefante branco, o governo não tem eficiência para tomar decisões, o governo não tem agilidade para fazer manutenção necessária, o governo não tem nenhum utilidade pra fazer qualquer coisa com esse prédio antigo repleto de problemas, a não ser enterrar caminhões de dinheiro público, dinheiro tirado da sociedade, do povo. Deixem uma empresa comprar, ou um banco, ou uma grande seguradora, eles vão saber administrar, já que não pode demolir nem fazer qualquer alteração substancial porque é tombado.

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