Alerj vai entrar com representação contra reajustes da SuperVia e CCR Barcas

O presidente da Comissão de Transportes declarou que os transportes padecem de falta de infraestrutura, de segurança e de manutenção

Passageiros em trens lotados no ramal de Gramacho, em 2021/Marcus Vinícius Peçanha/Reprodução Twitter.

Diante dos anúncios dos aumentos das passagens dos trens pela SuperVia, de R$ 5 para R$ 7; e das barcas, pela CCR Barcas, de R$ 6,90 para R$ 7,70; o deputado estadual e presidente da Comissão De transportes da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Dionísio Lins (PP), declarou em uma rede social neste sábado (8), que mobilizará um grupo de deputados para entrar com uma representação no Ministério Público contra os reajustes anunciados pelas empresas de transportes. O aumento passaria a valer a partir do dia 2 de fevereiro, no caso dos trens; e dia 12, no caso das barcas.

Como Presidente da Comissão de Transporte da ALERJ comunico que iremos entrar com uma representação no Ministério Público, solicitando o cancelamento ou redução desse reajuste e um ajuste de conduta entre a empresa, concessionária e o Governo do Estado“, garantiu o deputado.


O deputado enfatizou ainda que o reajuste, no caso dos trens ou das barcas, não se justifica, uma vez que a população não verifica ou usufrui de nenhum tipo de melhoria dos transportes.

“É inadmissível qualquer tipo de aumento nas passagens dos trens da SuperVia ou das barcas. Não há qualquer avanço, sem contar a falta de infraestrutura, segurança, superlotação, falta de manutenção, dentre outros. Nada justifica um aumento”, declarou o Dionísio Lins.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes, Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) homologou o aumento de 40% no valor das passagens na última segunda-feira (3).

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1 COMENTÁRIO

  1. Vejamos… “nada justifica o aumento” diz o deputado. Assim considera que um contrato assinado VALE NADA.

    Com deputados assim, não há ordem, não há segurança, não há paz e não há futuro. Sem mais, fim.

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