Amil pode ser recomprada por empresas cariocas

Rede D'Or e Dasa estariam interessadas na aquisição da Amil, que atualmente é administrada pelo grupo norte-americano UnitedHealth

Imagem meramente ilustrativa do antigo prédio da Amil na Barra da Tijuca - Foto: Reprodução

O grupo UnitedHealth (UHG) está negociando a venda da Amil, uma das principais empresas de assistência médica do Brasil. Vale ressaltar que isso acontece cerca de 10 anos após os norte-americanos comprarem a referida operadora de saúde numa transação de quase R$ 10 bilhões (valor à época).

Em meio à possível venda, de acordo com informações inicialmente divulgadas pelo ”Estadão”, os principais interessados na aquisição seriam duas grandiosas empresas vinculadas ao Rio de Janeiro, a Rede D’Or e a Dasa. Esta segunda, inclusive, fundada pelo empresário já falecido Edson de Godoy Bueno, era a dona da Amil até a venda para a UnitedHealth, em 2012.

Vale ressaltar que o interesse da UnitedHealth em se desfazer da administração da Amil está diretamente ligado ao fracasso do negócio desde sua compra. Isso porque a UHG nunca conseguiu fazer a empresa brasileira prosperar, como se supunha quando houve a transação.

Inclusive, é importante mencionar que a Amil encerrou o exercício de 2020 – último balanço divulgado pela companhia – com diminuição de 6% em seu faturamento consolidado, que alcançou aproximadamente R$ 26 bilhões.

Os principais motivos para tal foram a queda na quantidade de clientes e no número de realizações de procedimentos médicos eletivos. Paralelamente, porém, a redução nas despesas administrativas e de comercialização da empresa levaram-na a encerrar o ano com lucro líquido de mais de R$ 517 milhões.

1 COMENTÁRIO

  1. Fracasso não palhaçada, é funcionário sofrendo psicologicamente por conta de chefes novos contratos que só fazem merda e coloca a culpa em profissionais de índole impecável profissionais bons , que estão a um bom tempo dentro da empresa . E redução no horário de descanso para o turno da noite enquanto de dia são 4 horas de descanso , no Rio de Janeiro a rede Amil tá uma palhaçada acha que funcionário é escravo como escutei o supervisor falar para os funcionários ( ” que não descanse então ” , “a empresa a noite não é obrigada a dar café pra funcionários “, estão cansados pedem demissão ” ) horrível e desumano . Provas não faltam .

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