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O presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), está ficando com o nome muito fortalecido para ser o candidato de consenso ao Senado pelo Rio de Janeiro em 2022, é o que informa o jornalista Claudio Magnavita. Em sua coluna, Magnavita diz que o presidente do PL, Altineu Cortes, tem dito que o atual detentor da vaga no Senado, Romário (PL), virá como puxador de votos como deputado federal.

É uma mudança, antes a informação é que Romário teria recebido a promessa que seria o candidato ao senado do partido de Claudio Castro. Mas as coisas mudam, e mesmo pontuando bem nas pesquisas, o governador precisa da vaga de senador para compor com os outros partidos.

Altineu então, teria prometido a Romário turbinar sua eleição com uma infraestrutura partidária em Brasília. Assim podendo o atual Senador manter o quadro do gabinete que possui hoje. Nada mal para o PL e para o ex-jogador de futebol, o partido consegue mais votos com Romário como puxador, e Romário nada perde, e nem precisa concorrer em uma disputada acirrada em 2022 para Senado.

Magnavita também diz que Ceciliano poderia ser um candidato de consenso, juntando desde Lula (PL), até Flávio Bolsonaro. O que, convenhamos, é impossível que aconteça, simplesmente pela necessidade de agregar os partidos nas chapas de Claudio Castro e de Marcelo Freixo (PSB), e a vaga de Senador é uma importante moeda de troca. Mas sempre há a opção de colocar alguém como candidato e deixar de lado, foi o que aconteceu com Sirkis, quando foi candidato a Senador na chapa de Denise Frossard em 2006.

Já o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, que poderia ser candidato ao Senado pelo Rio, deve tentar pela Paraíba ou Brasília. Faz bem, com o atraso na entrega das vacinas aqui no estado, ele teria tetos e paredes de vidro.

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