Jany Mosso, nasceu em Copacabana, morou em Ipanema e hoje reside no aprazível bairro do Jardim Botânico e tem no dinamismo sua marca registrada.

Ao se aposentar, buscando dar margem a essa sua característica,  Jany Mosso decidiu unir-se  – ainda mais – com seu marido, Carlos e criar o Ateliê Marido Mulher, um negócio totalmente focado nos preceitos da Economia Criativa, no ramo da confecção e acessórios descolados e com a cara do Rio: vibrante, único e especial.

Ao optar por integrar a indústria criativa, Jany Mosso atendeu questões particulares de justamente expandir sua artéria criativa como estilista e possibilitar a inserção de muitas pessoas na cadeia produtiva de moda, um pólo impulsionador da economia carioca.

Um dos principais vetores da Economia Criativa é trabalhar o tripé sustentabilidade, inclusão social e o capital intelectual. E isso o Ateliê Marido Mulher tem muita alegria de ter em sua constituição esse propósito, pois permite que pequenos artesãos e costureiras estejam integrados, liderados pelo casal-empreendedor, que não querem ser concorrentes das grandes marcas, pois seu conceito é muito mais exclusivista.

Aliás, o negócio dos dois está em sinergia com o feliz casamento que possuem. Cumplicidade e amor transbordam em sua vida comum e refletem nesse trabalho. Ambos arregaçam as mangas e acompanham de perto toda a operação, desde a criação de peças, a formulação de campanhas promocionais, o controle financeiro e do estoque.

A marca sempre antenada, desde o início, investiu no ecommerce www.ateliemaridomulher.net para atender a clientes não só da cidade do Rio de Janeiro, mas do Brasil e até do mundo, já que suas peças já foram adquiridas por estrangeiros.

Mesmo assim, não abriram mão do espaço físico e juntamente com mais cinco artistas cariocas, dividiram uma bucólica casa antiga do Jardim Botânico e logo, o ambiente tornou-se um ponto de encontro dos moradores do bairro que visitavam com frequência o coletivo, não necessariamente para adquirir algum item, mas para jogar conversa fora, tomar um café e exaltar boas companhias.

A pandemia interrompeu esse ciclo, Jany e Carlos tiveram, juntamente com os demais colegas, que fechar o imóvel, mas, eles tem muita vontade e esperança que poderão no momento mais adequado e responsável voltar a abrir as portas. Por enquanto, o mundo digital tem mantido o negócio vivo.

Jany Mosso é turismóloga também e não deixa de demonstrar seu carinho pela cidade. Quando ela fala da cidade seus lindos olhos azuis cintilam muito mais e ela inclusive nos oferece um roteiro personalizado.

“A cidade te convida, seja para pedalar na Lagoa, caminhar no Jardim Botânico, um mergulho cedinho no Arpoador, saborear um coco nos quiosques de Copacabana, levar os amigos ao Pão de Açúcar, um chá no Centro Cultural Banco do Brasil, onde tem teatro e locais de exposições… A vida cultural é tão intensa… tem teatro de arena, Theatro Municipal, eventos de rua… uma festa constante… tem tanta beleza espalhada que o seu momento é que vai escolher onde ir.”, suspira Jany Mosso.

Ela também torce para que o estado de abandono da cidade seja alterado o quanto antes, permitindo que os cariocas e visitantes possam realmente sentir muito orgulho de viver, passear, trabalhar e criar em um dos destinos mais lindos do mundo, que inspira e faz a gente pirar de tanta beleza!!!


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