Foto: Subsecretaria Estadual de Proteção Animal

Na última semana, após constatação de que sete cães estavam se alimentando das próprias fezes, vivendo em um local totalmente insalubre e abandonados desde dezembro de 2020, a Polícia Militar, Subsecretaria Estadual de Proteção Animal (RJPET) e pelos projetos de proteção animal@anjos.de4patas, @gatorrosemapuros e @focinhofelizrj. Na ocasião, representantes foram até o local para ajudar os animais.

Na casa, os protetores só encontraram lixo, móveis destruídos e muitas fezes. Segundo Paula, uma das protetoras, “A casa parecia mais um filme de terror. Jamais poderia ser conivente com aquela situação, e permitir que aqueles animais indefesos continuassem naquele local”.

Após serem acolhidos, todos os sete cães receberam lares temporários. No dia seguinte ao resgate, os animais tomaram banho, foram vermífugados, medicados contra sarna, pulga e carrapato. Inclusive, uma das cadelas, pesando 26 quilos foi castrada hoje (05/04), já está em casa se recuperando. Além disso, um dos cachorrinhos já está em processo de adoção e uma fêmea já foi adotada definitivamente.

O Secretário Estadual de Agricultura, Marcelo Queiroz, que responde pelas políticas públicas da Subsecretaria de Proteção aos Animais, está intensificando as ações conta maus-tratos. No dia do ocorrido, uma mulher, se dizendo dona da casa, chegou ao local, no dia, e acabou sendo levada por policiais militares do terceiro BPM, para a delegacia da Tijuca, sob alegação do crime de maus-tratos. Marcelo Queiroz explica a importância deste tipo de atuação.

“Fico muito feliz em saber que com a nossa atuação, em conjunto com a PM e protetores, além de muito amor, esses animais foram salvos”, afirmou o secretário.

O secretário também esclarece as ações do governo.

“O Governador tem tomado ações enérgicas contra maus-tratos, como por exemplo a proibição de corridas de cachorros no estado, além de lei que não permite o uso de coleiras de choque em cães,” explicou Queiroz.

Uma vizinha que preferiu não se identificar, disse que viu o dia que os proprietários da casa foram embora.

“Eu os vi fechando a porta e nunca mais voltaram, se esses animais não morreram, foi porque os moradores da rua jogavam ração por cima do muro. Ela está mentindo, desde dezembro todos esses cachorros estão completamente abandonados”, disse a vizinha.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

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