Foto: Sérgio Castro, a Casa Amarela de Laranjeiras foi alugada este ano

O ano de 2012 é considerado um auge para o mercado imobiliário do Rio de Janeiro. O período foi de bonança para essa considerável parcela da economia da Cidade Maravilhosa.

Contudo, o momento de crise provocou uma queda no setor. As variações do mercado imobiliário não foram tão positivas nos últimos 7 anos. Todavia, a situação começa a dar claros sinais de melhora.

De acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no Rio de Janeiro foram lançadas 2.090 unidades no primeiro trimestre de 2019, contra 1.480 no mesmo período de 2018 — crescimento de 41%. O número de unidades vendidas aumentou ainda mais, crescendo 48% no período, totalizando 4.070 unidades vendidas no primeiro trimestre de 2019.

“Estamos nos despedindo de um período de retração no mercado imobiliário. Começamos a vislumbrar uma retomada de mercado. Embora os dados ainda sejam discretos são concretos. E por isso é hora de investir. Já neste ano, 2019, tivemos um considerável aumento da procura e mais investimentos ao compararmos com os dois últimos anos”, conta Lucy Dobbin, nova superintendente da Sergio Castro Imóveis.

Largo do Boticário, vendido em 2018

De acordo com alguns analistas do mercado imobiliário, fatores como ajustes fiscais, inflação mais baixa e novos cortes na Taxa Selic acirram a concorrência entre os bancos na concessão de créditos com taxas mais baixas para aquisição de imóveis e isso melhora o cenário.

“A expectativa, lógico, não é de que viveremos já no próximo ano um novo boom imobiliário, mas o cenário atual está favorecido com os sinais de melhora da economia, de recuperação de renda”, destaca Lucy.

Considerando as atuais circunstâncias, o momento é propício para investir neste mercado: “Nesta certeza da reação da economia, esta é a melhor época para garantir que o valor investido nos imóveis ainda comprados com preços excelentes terá um retorno considerável em curto espaço de tempo. Os imóveis não vão mais cair de preço. Os indícios não apontam para isso. Pode existir situações pontuais de uma necessidade de venda em prazos recordes e por esta razão, uma oferta abaixo do que está sendo praticado na região, mas os ventos estão soprando forte para a recuperação do mercado imobiliário”, disse Lucy Dobbin.

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