Lucas Matheus, 8 anos; Alexandre da Silva, 10 anos; e Fernando Henrique, 11 anos | Foto: Reprodução/TV Globo

No dia 27 de dezembro de 2020, Fernando Henrique, Alexandre da Silva e Lucas Matheus saíram de casa para brincar em um campo de futebol, no bairro Castelar, em Belford Roxo, e não voltaram mais. Quatro meses depois, as famílias continuam sem respostas e a pergunta continua: onde estão os três meninos?

As investigações iniciais, feitas pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), apontavam para a participação de traficantes no sumiço dos meninos. No entanto, não há nenhuma pista que confirme essa possibilidade. No começo de março, o Ministério Público do Rio encontrou imagens de câmeras de segurança que mostram as três crianças andando pela rua Malopia, que fica em Vila Medeiros, um bairro vizinho.

Em nota ao RJTV, na TV Globo, a Polícia Civil afirmou que até agora foram feitas mais de 80 diligências e imagens coletadas durante as investigações foram enviadas para as famílias. Eles destacam que as investigações iniciais indicam que as crianças saíram do Castelar em direção à Feira de Areia Branca, em um percurso de três quilômetros.

A polícia pede para que informações sobre o que pode ter ocorrido com os três meninos sejam enviadas à DHBF ou ao Disque-Denúncia (2253-1177).

Relembre o caso

Lucas Mateus, de 8 anos; Alexandre, de 10 anos; e Fernando Henrique, de 11 anos, desapareceram no dia 27 de dezembro, após saírem para brincar em um campo de futebol no bairro Castelar. De acordo com as famílias, os meninos sempre brincavam sozinhos na região, mas naquele dia não voltaram por volta das 14h, para almoçar, como era de costume.

A Polícia segue com a investigação, mas exceto as imagens das câmeras de segurança encontradas pelo Ministério Público, não há nenhuma pista.

2 COMENTÁRIOS

  1. Quatro meses depois e contínua a minha pergunta:
    O que essas crianças faziam sozinhas?
    Onde estavam os pais? Trabalhando?
    Por que o Estado não deu condições dos pais trabalharem deixando seus filhos em segurança numa escola de educação integral? Culpa da Pandemia, ou, na verdade, não existe tal escola?

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