Construído em 1853 com o objetivo de transportar água para o hospício da rua Pasteur, o Aqueduto da Levada, atualmente, desvia as águas do Rio dos Macacos, que passa por dentro do Jardim Botânico, para um curso de água que irriga diversas áreas do parque, entre eles, os chafarizes, cascatas e lagos. 

Desde a década de 1970, ele estava escondido, embaixo da quadra de futebol do Grêmio Recreativo dos Moradores do Horto. Após de uma batalha judicial, o Jardim Botânico conseguiu a demolição das construções e reintegrou o aqueduto ao patrimônio público. Em 2005, o Aqueduto foi totalmente restaurado. No mesmo ano, foi tombado pelo IPHAN.

Neste mês de junho, o  Jardim Botânico lançou um passeio no qual os visitantes podem apreciar outros pontos históricos como o Museu Sítio Arqueológico Casa dos Pilões, que fazia parte da Real Fábrica de Pólvora, criada por Dom João em 1808; o próprio Aqueduto da Levada e o portal da antiga Academia de Belas Artes, de 1896, que compõe a paisagem do parque desde 1940.

O Centro de Visitantes do Jardim Botânico, de 1576 e localizada na entrada do jardim, é o ponto de partida. Na sequência, os visitantes seguem o percurso até o Solar da Imperatriz, construção dada de presente por D. Pedro I para sua esposa D. Maria Amélia e sede da antiga Fazenda do Macaco. Os visitantes podem apreciar, ao longo do caminho, outros pontos históricos como o Museu Sítio Arqueológico Casa dos Pilões, que fazia parte da Real Fábrica de Pólvora, criada por Dom João em 1808, o Aqueduto da Levada entre outros pontos.

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