Crédito: Diego Padilha

A composição autoral foi gravada 100% pelo artista, tem mixagem e masterização do produtor Celo Oliveira. A música tem uma letra densa que fala sobre os possíveis efeitos colaterais na saúde mental das pessoas durante o período pandêmico. “Foi um período extremamente traumático para todos, sem exceção. De uma hora para outra, todos tivemos que lidar com incertezas, medos e traumas internos que o confinamento trouxe à tona”. Ela estará disponível em todas as plataformas digitais simultaneamente com o clipe no YouTube.

Chili produz, compõe e grava as músicas em seu próprio estúdio, o Vega’s Lab. Além da nova música, Chili também lançará seu próximo EP, com nome provisório de Vault. Nele, o artista revisita suas músicas antigas, com novos arranjos e buscando uma sonoridade mais moderna, tendo como influências bandas como Muse, 3 Doors Down e Wolf Alice. “Minha ideia é lançar uma música por mês até o lançamento do EP, em novembro, e contará, a princípio, com seis canções”, revela. Os planos de Chili ainda envolvem um álbum com versões acústicas de suas músicas, além de um tributo a David Bowie e um novo EP autoral.

Em 2017, após passar por um período de depressão, Carlos Lösch adotou o nome artístico Chili Vega, que é uma junção de seus personagens preferidos de John Travolta, Vincent Vega (Pulp Fiction) e Chili Palmer (Be Cool). Nesse mesmo ano ele gravou seu álbum de estreia, “New Is Dead”, disponível em todas as plataformas digitais. Profissionalmente, Chili concilia seus trabalhos como produtor e músico com o cargo de Analista de Inteligência da Polícia Civil do RJ.

Sobre o artista
Nascido e criado no Rio de Janeiro, começou a tocar guitarra em 1997, aos 15 anos, influenciado por Eddie Van Halen, Stevie Ray Vaughan e Iron Maiden. Imediatamente passou a ter aulas e, aos 17, prestou vestibular para o curso de Licenciatura em Música com especialização em Violão Clássico na UFRJ. Aos 20 anos, se formou em Harmonia Funcional com o professor Isidoro Kutno, em um método criado na famosa Berklee College of Music. Nesse mesmo ano, montou a banda DNPDamas Não Pagam, projeto independente e autoral com composições próprias e que teve dois discos lançados, com feedback extremamente positivo por parte da mídia especializada. Com esse mesmo projeto, compôs, em parceria com o cantor e compositor Nando Guitti, a música tema do filme Estocolmo, que contava com José Wilker como protagonista.

Ingressou em uma das primeiras turmas da faculdade de Técnicas de Gravação e Produção Fonográfica da Universidade Estácio de Sá, e se formou produtor musical aos 23 anos. No ano seguinte, montou a banda Heartbreak Boulevard, com influências de bandas do hard rock oitentista como Guns n’ Roses, Van Halen, Skid Row etc. A partir daí, tocou em inúmeros projetos que prestavam tributo a bandas como Kiss (Flaming Youth),Van Halen (Right Now – Van Halen Tribute), Journey (Frontiers), Bon Jovi (Bad Medicine), Aerosmith (Sweet Emotion), Rolling Stones (Birinight), Ozzy Osbourne (Overdozzy), Uriah Heep (Biriheepster). Também montou a banda Digital, especializada em clássicos do pop internacional dos anos 80 e tocou com bandas expressivas no cenário carioca como a Perdidos na Selva, primeira banda tributo aos anos 80 do RJ e Fato Consumado, além de fazer shows solo de voz e violão. Em 2008, gravou e produziu o seu primeiro álbum solo, intitulado Carlos Lösch´s Pop Vanity.

Em 2013, sendo um grande fã de musicais da Broadway, fiz uma versão do meu musical preferido, o Jesus Christ Superstar, e gravei e produzi as quatro músicas mais famosas do espetáculo, contando com os vocalistas Gus Monsanto, Silvio Mazzei e Evelyn Castro. Essas gravações foram o embrião do que se tornaria a ROCKWAY – Rock´n´Broadway, projeto que recria versões de clássicos da Broadway e do cinema com arranjos de Rock n Roll e conta com a participação de diversas atrizes e cantoras como Analu Pimenta, Kacau Gomes, Evelyn Castro, Camila Marotti e Hugo Faro e que teve uma excelente repercussão em vídeos lançados no Youtube”.

A sua versão de “The Pretender”, do Foo Fighters, contou com a participação da atriz e cantora Evelyn Castro (Porta dos Fundos, Multishow), teve grande repercussão e, como resultado, para ajudar na divulgação do novo disco da banda, Medicine at Midnight, foram convidados pela Sony Music para gravar uma versão da música “Waiting On a War”, versão essa que teve a aprovação e foi repostada pela própria banda.

Para ouvir as músicas e saber mais sobre o artista, acesse:

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carioca, estudante de Letras na UFRJ. Nascida numa segunda-feira de carnaval, se apaixonou muito cedo pela arte das Escolas de Samba. Moradora da Taquara, é Zona Oeste desde os onze anos; não dispensa um passeio pelo Centro, uma ida ao Parque de Madureira, uma volta pela Cidade das Artes ou qualquer outro evento que consiga ir. Gosta de teatro e música, às vezes se arrisca nessas áreas. Também é pseudônimo de Bárbara de Carvalho.

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