Paulo Severo e Artur Xexéo / Reprodução: Instagram

O jornalista Artur Xexéo, de 69, falecido no domingo (28/06), em decorrência de um linfoma não-Hodgkin de células T, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, foi velado e sepultado, na tarde desta segunda-feira (30/06), durante uma cerimônia com apenas familiares e amigos.

A enfermidade, foi diagnosticada há 2 semanas, e começou a ser tratada na quinta-feira (24/06), com uma sessão de quimioterapia, depois da qual o jornalista passou mal à noite. No dia seguinte, sexta-feira, Arthur Xexéo teve parada cardiorrespiratória, logo revertida. Mas, acabou falecendo em decorrência dela, na noite de domingo (28/06).

Paulo Severo, seu companheiro por 30 anos, fez um desabafo em uma rede social: “Estou anestesiado pela realidade. Eu perdi meu companheiro na acepção da palavra. E minha vida, como a conheço, agora se foi. Vida que segue e se impõe de maneira impositiva. A vida é má, a gente que não se dá conta. O show tem que continuar. Obrigada a todos que estão solidários comigo. Isso não tem preço. Artur não tinha preço. A vida não tem preço”.  

Artur Xexéo iniciou a carreira no Jornal do Brasil. Tendo passado pelas revistas Veja e IstoÉ. Atualmente era colunista do Jornal O Globo e comentarista de cultura da emissora GloboNews. Xexéo também trabalhou como crítico de cinema durante a transmissão do Oscar na TV Globo. O jornalista escreveu ainda as biografias de Janete Clair e Hebe Camargo, além de peças teatrais e roteiros de TV.

A doença

O linfoma é um câncer que afeta as células do sistema linfático, parte importante do sistema imunológico, ou seja, o sistema de defesa do nosso organismo que ajuda a combater infecções. No linfoma, essas células passam a se proliferar de forma descontrolada. Há 2 tipos de linfoma: o de Hodgkin e não-Hodgkin, que corresponde a mais de 80% de todos os casos de linfoma. Existem mais de 20 subtipos de linfoma não-Hodgkin.

A principal manifestação do linfoma não-Hodgkin é o aumento do tamanho dos gânglios linfáticos, que é percebido pelo surgimento de carocinhos em regiões como pescoço, virilha e axila. Febre, suor noturno, tosse, coceira na pele e perda de peso podem ser sintomas da doença também.

1 COMENTÁRIO

  1. A notícia traz datas erradas. Xexéo morreu no domingo, dia 27, e, segunda-feira, foi dia 28. Dia 30 é amanhã. Corrijam, pois site de notícias são registros históricos.

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