Imagem meramente ilustrativa da Clínica da Família Kleber de Oliveira Rocha, em Olaria, na Zona Norte do Rio - Foto: Reprodução/Internet

Nesta sexta-feira (10/07), a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, aprovou, em primeira discussão, o projeto de lei 1.814/2020, que garante a deficientes e portadores de transtorno do espectro autista que não tenham possibilidade de locomoção uma identificação diferenciada quando forem recebidos em unidades de saúde municipais.

A medida, de autoria da vereadora Tânia Bastos (Republicanos) e que ainda será votada novamente, prevê pulseira identificadora, cuja cor será determinada pelos técnicos da área de saúde, com o intuito de auxiliar a equipe médica no reconhecimento das especificidades desses pacientes.

”A proibição de acompanhantes nos hospitais devido à pandemia tem colocado portadores de autismo grave em situação complicada, pois muitos não se socializam e não conseguem se expressar com clareza sem ser com alguém da família. Eles precisam ter algum tipo de identificação para que os profissionais de saúde possam reconhecê-los para dar uma atenção maior. Esse é o propósito deste projeto, que apresento em homenagem ao Gilmar, amigo que morreu recentemente em função disso”, disse Tânia.



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