Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (03/12), o Governo do Rio, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinaram um acordo que prevê a cessão de um terreno no Rio onde deverá ser construída a “maior fábrica de vacinas da América Latina”. O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS) deverá ser erguido numa área de 580 mil metros quadrados – sendo 334 mil m² de área construída – em Santa Cruz, na Zona Oeste. A conclusão das obras está prevista para 2023.



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A estimativa é que R$ 3,4 bilhões sejam investidos na obra, com a geração de 1,5 mil postos de trabalho e 5 mil empregos diretamente ligados à construção da fábrica. Segundo informações do governo, depois de pronto o complexo industrial deverá ter a capacidade de produzir 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos por ano. Isso representa quatro vezes mais que a atual produção.

Nós vamos poder produzir com a Fiocruz, hoje, em 2021, as vacinas para combater a Covid. Mas, no futuro, vamos poder fazer frente a outras ameaças ao Brasil. É uma posição estratégica“, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Para financiar a obra, o governo espera contar com o capital privado ou misto, que será pago em forma de “aluguel”. Com esse modelo, o governo espera “diluir o custo do empreendimento a longo prazo”. O evento marcando a cessão do terreno da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) ocorreu no Palácio Guanabara, sede do governo estadual em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.

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