Bastidores do Rio de Janeiro- 22/01/22

O Cidade Integrada de Claudio Castro, o adiamento do Carnaval e a maldição de Crivella, a reclamação sem fundamento de jornalistas da Folha

Quintino Gomes Freire - Foto: Rafa Pereira

Saudável
Ao contrário dos boatos, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, não está com Covid. Está saudável e continua enchendo seus secretários com mensagens de madrugada.

Mudança
Apesar do sucesso ao trazer a Gafisa de volta ao Rio de Janeiro, João Paulo Matos acabou deixando o comando carioca da incorporadora. A bola já vinha sendo cantada por paulistas.

Maldição?
Alguma maldição Crivella deve ter jogado para Eduardo Paes. Logo o prefeito do Rio que mais gosta de Carnaval, já teve de adiar o maior evento da cidade duas vezes.

Dois Carnavais
O fato é que o Rio vai ter dois carnavais, o feriado está mantido (é religioso). E os eventos continuam acontecendo.

Dizem
As más línguas dizem que o adiamento se deve mais a problemas para vender ingresso e conseguir anunciante, do que ao Covid.

E a liberdade?
200 jornalistas da Folha resolveram escrever uma carta aberta contra um artigo no jornal que falava de racismo inverso. Devem achar que opinião contrária à deles é crime.

Nos tempos de Chatô
Chateaubriand dizia que jornalista dele que quer dar opinião, que fundasse um jornal. E nos deu Samuel Wainer.

No mais
Não acredito em racismo inverso, mas é uma discussão filosófica e não se deve proibir. Mesmo que alguns fiquem chateados.

Está certo
Claudio Castro quer mesmo que o Cidade Integrada não repito o erros das UPPs e outros, proibiu indicações políticas e só partirá para outras comunidades quando Jacarezinho e Muzema estiverem 100%.

Não pode se empolgar
Empolgado com o sucesso da UPP do Santa Marta, Sergio Cabral começou a ir para várias comunidades do Rio. Deu no que deu, o programa faliu e foi um fracasso total. O cobertor é curto.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Não podemos esquecer que Claudio Castro é filhote de Jair Nocida e como tal se move.
    O programa de segurança dele é mais uma jogada eleitoreira pra alguém que não tem personalidade do que uma solução pro Rio de Janeiro.
    Colocar soldados ou policiais na rua pro povo ver é recurso populista fraco, de quem não sabe o que fazer com o problema do crime organizado (ou sabe mas não pode mexer com os amigos do presidente?).

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