Plenário do Senado durante sessão deliberativa extraordinária destinada a discutir o PLC 38/2017, que trata da reforma trabalhista. Deputada Benedita da Silva (PT-RJ) grava vídeo durante sessão. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O Partido dos Trabalhadores bateu o martelo. Com a desistência de Marcelo Freixo (PSol) de ser candidato a prefeito do Rio em 2020, o PT irá mesmo com a deputada federal Benedita da Silvla (PT) como pré-candidata. Antes, Benedita era a potencial vice da chapa de Freixo. A informação é do site Brasil de Fato.

Com 78 anos, essa não será a primeira vez que Benedita tentará a Prefeitura. Em 1992, ela terminou o 1º turno em 1º lugar, mas acabou derrotada no 2º turno por Cesar Maia. Em 1998 foi eleita vice-governadora na chapa com Anthony Garotinho. Em 2002 assume o cargo de governadora, quando Garotinho renuncia para ser candidato a presidente. Tentou a reeleição, mas acabou perdendo no 1º turno para Rosinha Garotinho.

O jingle de Benedita em 1992, inclusive, ficou marcado. Quem é da época lembra do “O que o Rio queeer?“.

Na pesquisa do Instituto VER, a mais recente para as eleições de 2020 no Rio de Janeiro, Benedita é a candidata da esquerda que pior pontua, aparecendo em 6º lugar, com 2,1% atrás de Martha Rocha (PDT), Chico Alencar (PSol) e Alessandro Molon (PSB). Mas se no lugar de Alencar, o nome do PSol fosse do vereador Tarcísio Motta, vai para 3º lugar com 6,6%.

De acordo com a reportagem do site Brasil de Fato, o presidente do PT Rio, Tiago Santana, disse também que o partido decidiu não fechar com os nomes que se apresentaram no Psol com a saída de Freixo. “Fechamos com Freixo apostando na unidade. Quando ele desistiu, o Psol queria apresentar o nome do pastor Henrique Vieira sem fazer uma discussão mais ampla. Nada contra o pastor Henrique, mas sem Freixo, voltamos a nivelar por igual as candidaturas e a tese de um nome natural para agregar a nossa frente ampla deixa de existir“.

O PT também deve lançar como candidato a vereador do Rio de Janeiro, o ex-senador Lindbergh Farias. O partido, que nunca foi muito forte na cidade, vem perdendo força e espaço para o PSol nas últimas eleições.

2 COMENTÁRIOS

  1. A esquerda carioca segue sem se unir

    Resultado:

    Continuará a cidade Maravilhosa sendo governada por pastores e milicianos e eventualmente partidos de centro

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