Reprodução: Internet

O primeiro lote do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para a fabricação da vacina da Oxford/Astrazeneca contra a Covid-19 deve chegar neste sábado (6/02). A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (4/02).

A Fundação Oswaldo Cruz, instituição que produzirá a vacina, contava que, de posse do primeiro lote, poderia produzir 7,5 milhões de doses. A fundação, entretanto, informou nesta quinta-feira que os insumos só darão produzir 2,81 milhões de doses do imunizante. Segundo a Fiocruz, até o fim deste mês, está previsto o recebimento de matéria-prima para a produção de mais 15 milhões de doses.

O Ministério da Saúde adiantou que o IFA sairá de Xangai às 20h35 desta quinta-feira (horário de Brasília), e deve chegar ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (RIOGaleão) às 17h50 de sábado.

De acordo com a Fiocruz, o atraso na chegada do IFA deve alterar o cronograma de produção das doses da vacina. A Fundação avalia que, até o fim de julho, serão 100 milhões de doses da vacina de Oxford produzidas no Brasil, que ainda não consegue fabricar o princípio ativo das vacinas, pois isso que requer a manipulação do vírus. Essa tecnologia ainda será “absorvida” pelo Brasil nos próximos meses. A fábrica da Fiocruz pode produzir até 1,4 milhão de doses por dia.

Vacina de Oxford

A vacina de Oxford tem o potencial de reduzir em até 67,6% a transmissão do novo coronavírus, segundo estudo elaborado pela Universidade de Oxford. A pesquisa está em fase de revisão por outros cientistas para ser publicada na revista “The Lancet”, uma das mais importantes do mundo.

A pesquisa da Universidade de Oxford é o primeiro estudo em fase 3 de uma vacina contra a Covid-19 que leva em conta os casos assintomáticos da doença. Esse dado ajuda a entender o quanto ela pode ajudar a reduzir a transmissão do coronavírus.

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