Breve história do bairro de Bonsucesso

Um dos mais clássicos bairros da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, dentro de Bonsucesso cabem memórias do mundo todo.

Onde hoje fica Bonsucesso, ficava, no período colonial, o Engenho da Pedra, cujas terras se estendiam até ao porto de Inhaúma, por onde era escoada a produção agrícola e de açúcar do recôncavo do Rio de Janeiro.

[iframe width=”100%” height=”90″ src=”https://diariodorio.com/wp-content/uploads/2015/05/superbanner_66anos.swf-3.html”]
Com mais de meio século de tradição no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a Sergio Castro Imóveis contribui para a valorização da cultura carioca

A dona das terras do Engenho da Pedra era Cecília Vieira de Bonsucesso, por conta disso a região passou a ser chamada de “Engenho da Pedra de Bonsucesso”.

D. Cecília Vieira de Bonsucesso possibilitou a reforma da capela de Santo António, que era cortada pelo Rio Faria. Este fato, que aconteceu em 1754, foi um marco para toda a região onde hoje em dia fica Bonsucesso“, frisa a pesquisadora Manoela da Silva.

Ainda no campo religioso, no fim do século XIX, foi erguida uma capela em louvor a Nossa Senhora do Bonsucesso, em um terreno no alto da rua Olga, doado por Adriano Rocha Costa. A imagem da santa, que veio da Europa e que tem o nome do bairro, foi desembarcada no porto e trazida em procissão solene, pelos fiéis, até à igreja.

Em 1914, Guilherme Maxwell, engenheiro, comprou terras na região de Bonsucesso. Sob influência das notícias sobre a primeira guerra mundial, Guilherme decidiu lotear as ruas com nomes de cidades de países que combatiam a Alemanha no conflito. Surgiram assim, respectivamente, a Praça das Nações e as avenidas Paris, Londres, Bruxelas, Roma e Nova Iorque.

Mais ou menos no mesmo período, um membro da família Frontin, expandiu o bairro, loteando a área além da linha férrea da Leopoldina. A influência da primeira Guerra Mundial seguia firme e forte. Vias com nomes como Clemenceau (Georges Clemenceau, primeiro ministro francês durante a Primeira Guerra), Marechal Foch e General Galieni.

Com defeitos e qualidade, atualmente, o bairro segue com sua importância grandiosa nesta cidade do mundo que é o Rio de Janeiro.

Advertisement

2 COMENTÁRIOS

  1. Olá Felipe, sou Luciano Reis, Guia de Turismo, recente morador do bairro e tenho interesse em mais informações sobre o mesmo e a Praça das Nações caso tenha mais informações.

  2. Felipe, boa noite. Gostei muito do seu texto. Bem informativo e interessante.
    Vc tem mais informações sobre a Praça das Nações? Data de inauguração, entre outras …?
    grata.
    Andréa Brígida

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui