Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (15/10), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade do Rio de Janeiro recebeu a Federação Estadual das CDLs, além dos presidentes de 16 CDLs de diferentes municípios. A reunião teve como objetivo discutir ações e posicionamentos do segmento lojista e do SPC junto às esferas governamentais.



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Durante a reunião, foi passado um feedback sobre algumas conquistas obtidas pela Confederação Nacional de Lojistas junto ao Governo Federal, entre elas a prorrogação do auxílio financeiro às empresas durante o período de pandemia por mais dois meses. 

Um tema muito abordado foi o apoio à campanha para que a cidade do Rio seja a segunda capital federal. A proposta está sendo incentivada pelo grupo “Rio – Vamos Vencer”, que é formado por empresários de vários segmentos da cidade. Durante a reunião, todos os presidentes das CDLs do estado firmaram apoio a essa campanha.

Outra iniciativa foi em relação a averiguar nos próximos dias, ainda sem data marcada, a decisão de uma manifestação de apoio a algum candidato à eleição para prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Segundo Carlos Monjardim, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade do Rio de Janeiro e vice-presidente da Federação Estadual das CDLs, os presidentes de todos os municípios entendem que isso terá um reflexo grande sobre a economia do interior do estado.

Monjardim afirmou ainda que também fez parte da pauta da reunião a evasão de grandes empresas no estado do Rio. As CDLs querem juntar esforços e realizar uma reunião com o Governo do Estado para buscar iniciativas para impedir essa evasão.

A reunião seguiu todas as medidas de segurança sanitária, como distanciamento e uso de máscaras, e os presidentes que não estiveram presentes, participaram de forma virtual.

Esse evento presencial se realizou atendendo todas as exigências e precauções sanitárias. Alguns presidentes que não puderam ir, participaram virtualmente. Esse evento é importante porque, após um longo tempo de confinamento, com reuniões apenas virtuais, era preciso se reunir para discutir assuntos que não davam para ser debatidos virtualmente”, explicou Carlos Monjardim.

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